Motorista Comprometido

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Notícias

sábado, 31 de dezembro de 2011

Mulheres assumem o volante dos ônibus coletivos

Passageiros se espantam quando vêem uma mulher dirigindo, diz motorista.

O transporte coletivo em Sertãozinho está cada vez mais feminino. As mulheres, que antes trabalhavam apenas como cobradoras, agora estão assumindo os cargos de motorista.
As mãos delicadas dirigem veículos de até 13 metros de comprimento e que, quando estão lotados de passageiros, chegam a pesar até 14 toneladas. “É muito do cuidado que a gente tem. Tem passageiro, principalmente homem, que se espanta quando vê que é uma mulher que está dirigindo”, conta a motorista Daniela Pereira.
Regiane Helena Ramos é a mais nova na empresa. Há sete meses deixou o emprego de mototaxista para comandar o volante do ônibus. “Nunca imaginava estar aqui dentro. No começo eu pensava que nem ia consegui. Mas aos poucos eu fui me adaptando e hoje adoro o que eu faço, por mim eu ficava o dia inteiro aqui”, conta.
Já a motorista Lidia Bolzzoni mostra que entende do assunto. Em 24 anos de profissão, já dirigiu carretas, ambulâncias, guinchos e até transportou produtos perigosos como ácido sulfúrico e amônia. “Ao longo do tempo a gente vai pegando experiência e vê que mulher é capaz no transito”, afirma.
Para o encarregado de tráfego Luiz Ricardo Rosado, a empresa aprova o trabalho das mulheres. “Elas zelam mais pelas ferramentas de trabalho, tem um cuidado com os passageiros, ajudam no embarque e desembarque de pessoas idosas. O carinho que elas têm está ajudando a transformar o transporte público em Sertãozinho”, afirma.
Publicado em 31/12/2011 no site http://eptv.globo.com/noticias

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Campanha orienta motoristas sobre cuidados nos cruzamentos de linhas férreas

Em 2010, a média de acidentes nas ferrovias foi de 16,1 a cada um milhão de quilômetros percorridos, aponta Pesquisa CNT de Ferrovias.

Milhares de brasileiros se preparam para viajar neste fim de ano. Aos motoristas que utilizam as estradas do país, a dica é não se preocupar apenas com a manutenção dos veículos e o cuidado na direção. Para ter mais segurança, eles também devem ficar atentos aos cruzamentos de linhas férreas.

Em casos de emergência, um trem de carga pode precisar de até um quilômetro para conseguir parar completamente. Por esse motivo, a Ferrovia Centro-Atlântica deu início a uma campanha que pretende orientar condutores de todos os tipos de veículos e pedestres para um comportamento seguro em relação às linhas de trem.

Até o réveillon, funcionários da empresa irão alertar motoristas do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia e o Distrito Federal (locais por onde passa a malha da ferrovia) distribuindo materiais de esclarecimento.

Os panfletos indicam a necessidade de respeitar a sinalização; parar, olhar e escutar antes de atravessar; não passar entre vagões e, ainda, lembrar que o preferencial é sempre do trem. A Ferrovia Centro-Atlântica conta com 500 locomotivas e mais de 12 mil vagões, que cruzam 316 municípios do país.

De acordo com a Pesquisa CNT de Ferrovias 2011, o número de acidentes nas ferrovias caiu 78,7% de 1997 a 2010, mas os casos ainda preocupam o setor. No ano passado, o índice médio de acidentes a cada um milhão de quilômetros percorridos foi de 16,1, enquanto o índice internacional aceito é entre oito e 13 acidentes.
Publicado em 22/12/2011 por Aerton Guimarães - Agência CNT de Notícias.

Placas de alerta para controle de velocidade não são mais obrigatórias

Resolução determina que os órgãos de trânsito informem a velocidade da via, além de manter visíveis os radares de fiscalização.
Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) pôs fim à obrigatoriedade da existência de placas de sinalização que alertam aos condutores onde há radares de controle de velocidade. Publicada na última quinta-feira (22), a norma já está em vigor e alterou uma regra válida desde 2006.

A resolução dispõe sobre outros dois pontos importantes. Primeiro, os órgãos de trânsito devem informar aos motoristas qual é a velocidade máxima permitida nas pistas, por meio de placas dispostas ao longo das vias e, segundo, os equipamentos eletrônicos de fiscalização devem ser visíveis, não podem ficar escondidos.

De acordo com o diretor da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística), Neuto Gonçalves dos Reis, a mudança é positiva. “É uma tentativa de redução do número de acidentes nas estradas, mais uma política alinhada às ações do Denatran [Departamento Nacional de Trânsito] por mais segurança nas estradas”, destaca.

A velocidade será controlada por quatro tipos de dispositivos: fixo (instalação em local permanente), estático (instalação em veículo parado ou em suporte apropriado), móvel (veículo em movimento) e portátil (medidor voltado manualmente para o veículo alvo). Os equipamentos devem ser aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Passou a ser permitido o uso de radares móveis, estáticos ou portáteis nos trechos onde não exista sinalização. Nestes casos, vale o previsto no artigo 61 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB). Para rodovias, o limite é de 110 km/h para automóveis, 90 km/h para ônibus e 80 km/h para caminhões. Nas estradas sem pavimento, os veículos não podem passar de 60 km/h.

“O limite precisa ser obedecido, não apenas em frente aos radares, mas na estrada toda. Há acidentes que acontecem porque os motoristas pisam no freio bruscamente quando se deparam com a fiscalização”, alerta Gonçalves. Ainda de acordo com o diretor da NTC & Logística, essa é a medida que efetivamente funciona, enquanto a fiscalização manual, feita pelos guardas, tende a ser cada vez menor.

Sobre a instalação de novos radares, a norma continua igual: deve ser realizado estudo técnico para comprovar a necessidade de controle de velocidade no local, desde que se garanta a visibilidade do dispositivo. 
Publicado em 26/12/2011 por Rosalvo Júnior - Agência CNT de Notícias.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Pesquisa sobre acidentes que ocorrem com veiculos de carga...

Segundo a reportagem publicada na Revista Transporte Moderno, nr. 446, Ano 48, páginas 60 e 61, é divulgado o seguinte:

  • 76% dos acidentes que ocorrem com veículos que transportam carga, o fator é o motorista;
  • 43% têm como origem a imprudência;
  • 12% a velocidade;
  • 11% a imperícia;
  • 10% a fadiga.
Nos Estados Unidos a profissão de motorista de caminhão é classificada como a 10a. mais perigosa do país, ao registrar 25 mortes por ano entre cada 100 mil motoristas de caminhão.No Brasil são 243 mortes por ano.

Volvo lança tecnologia que acorda condutores de caminhão

A tecnologia em prol da segurança vem crescendo em todos os segmentos automotivos. E os caminhões não são exceção. A empresa sueca Volvo resolveu desenvolver um novo mecanismo de alerta para os caminhoneiros.
A novidade é chamada de DAS (Detector de Atenção, em português) que é baseada em sensores que detectam quando um condutor está saindo do seu curso normal. Além disso, ele envia sinais visuais e sonoros se o motorista mostrar sintomas de cansaço como condução irregular.
Trata-se de um dispositivo invisível, que não atrapalha o motorista enquanto ele está dirigindo. Ele só avisa quando realmente tiver algum perigo na estrada que o motorista precise saber.
O objetivo dessa nova tecnologia é evitar acidentes nas estradas provocados, principalmente, pelo cansaço e desgaste físico dos motoristas. Segundo pesquisas recentes, sentir sono no volante é tão perigoso quanto dirigir alcoolizado.
Além desse fator, existe o agravante de que esses acidentes são muito mais graves do que as colisões causadas por imprudências, já que o motorista está dormindo e tem o tempo de reação retardado pelo fator sono.
A idéia de criar um dispositivo específico para evitar que os condutores de caminhão durmam é excelente. Pelas estradas serem monótonas e sempre com o mesmo cenário, muitas vezes os motoristas entram em estado de sonolência e ter um aparelho que avise quando algo de estranho estiver acontecendo, pode salvar a vida de muitas pessoas.
Falta saber se a Volvo cobrará muito caro por essa inovação ou se será um acessório vindo de fábrica. Mas dependendo do valor, é válido investir, pois é um aparelho que pode salvar sua vida.

Publicado em 20/12/2011 no http://carros.viaki.com/

Segmento de caminhões e ônibus sofre com falta de motoristas

Apesar do Brasil ter passado relativamente bem pela crise internacional que assolou o mundo nesse ano de 2011, mas alguns problemas atingiram nosso país. Há quatro anos não tínhamos um mês de novembro tão ruim no mercado de trabalho.
Vários segmentos do país como indústria, construção civil e agricultura desaceleraram, mas um setor em especial vive dias diferentes. As empresas de transporte de cargas e passageiros têm reclamado que não temos mais mão-de-obra, ou seja, faltam motoristas.
Algumas empresas transportadoras encontraram um meio curioso para sanar esse problema: promover funcionários a motoristas. Oferecem treinamentos para que possam tirar habilitação necessária e que possam dirigir carretas.
E não são somente as empresas transportadoras que enfrentam problemas com a falta de motoristas. As empresas de ônibus também têm enfrentando falta de pessoas qualificadas para isso.
Os ônibus de uma maneira geral ganharam novas tecnologias e tais tecnologias precisam ser dominadas pelos novos motoristas. A dificuldade só aumenta, já que agora é preciso ficar de olho na estrada e em um painel com mais ou menos 40 botões e cada um com funções específicas como: controlar o som, aparelho de TV, ar-condicionado ou as portas.
Segundo estimativas feitas pela Confederação Nacional do Transporte, faltam no mercado 40 mil motoristas profissionais de caminhão e ônibus em todo o país. Para se ter noção da gravidade da situação, a instituição oferecer cursos gratuitos para que as pessoas possam se qualificar para trabalhar na área.
Esse tipo de dado é importante por alguns motivos. O principal deles, a meu ver, é que a profissão não é bem remunerada e nem bem respeitada. Um motorista de caminhão ganha pelo sindicato só R$ 1.129 reais, o que é muito pouco.
O mesmo acontece com os motoristas de ônibus. O que se espera com essa falta de profissionais no mercado é que os salários aumentem e a profissão seja mais valorizada, afinal de contas, não é para qualquer um fazer o transporte de cargas que valem muito dinheiro ou de cuidar de diversas vidas nas péssimas estradas brasileiras.
Valorizando esses profissionais, teremos menos acidentes, pessoas com melhores condições de vida e mais pessoas interessadas em trabalhar com isso. Enquanto esse cenário não melhorar vão continuar faltando profissionais qualificados para dirigir ônibus e caminhões.

Pbublicado em 23/12/2011 no http://carros.viaki.com/

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Palestra VIP para Motoristas (Ônibus, Caminhões e Vans)

  • Construindo o "Comprometimento Profissional" para os novos tempos;
  • Palestras Motivacionais - Hands On; 
  • Palestra VIP para motoristas de ônibus, caminhões e vans.
                             "O Motorista é o Lider da Operação!"

  Para consultas e agendamentos das palestras in company, entrar em contato pelo    e-mail: treinamentos@highpluss.com.br

  Acesse o link: http://palestranterovani.blogspot.com/

domingo, 11 de dezembro de 2011

Falta de capacitação reduz contratações de motoristas na região...

Dificuldade: Empresários e sindicatos dizem que falta de especialização tem complicado contratação de motoristas

Júlio Amaral
Volta Redonda
Apesar de as empresas de ônibus e transporte de cargas anunciarem constantemente a necessidade de novas contratações, um quesito muito importante está impedindo que estas vagas sejam preenchidas: a falta de motoristas especializados e capacitados com a nova tecnologia dos veículos que estão sendo adquiridos pelas grandes empresas do setor.
De acordo com o presidente do Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Volta Redonda e Região Sul Fluminense), Francisco Wild Bittencurt Ferreira, os caminhões e ônibus que saem das fábricas estão mais sofisticados e informatizados, exigindo maior capacitação dos condutores e dificultando o recrutamento. Com isso, algumas empresas sofrem prejuízos com a falta de mão de obra, pois muitos de seus caminhões ficam parados por falta de motoristas. Dessa forma, muitos empresários têm de contratar serviços terceirizados ou repassar a carga para profissionais autônomos, reduzindo os lucros.
Segundo Wild, o total de caminhoneiros autônomos na região chega a 1.800, com os terceirizados respondendo por 84% do transporte de cargas no Brasil.
- Atualmente o custo operacional de uma transportadora gira em torno de 18%, com o terceirizado recebendo em torno de 65 a 70% do valor do frete - declarou.
O presidente do Sinditac explica que os cursos de capacitação costumam ser bancados pelas empresas que vendem os caminhões.
- O único serviço que o sindicato realiza é orientar os motoristas a adquirir o Registro Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (RNTRC) - afirmou.

Investimento em qualificação
Para o diretor presidente de uma empresa de transporte de cargas de Barra Mansa, Cláudio Manes, a falta de motoristas afeta todo o país. Graças ao aquecimento da economia, os empresários foram forçados a expandir a frota, e com isso houve uma diminuição proporcional de profissionais capacitados. Hoje em dia os veículos possuem rastreadores de satélites e sistema de comunicação, o que exige um melhor preparo por parte dos profissionais.
- A nossa empresa criou uma escola de capacitação para motoristas com palestras e cursos de direção defensiva. Após todos os procedimentos de admissão, os novos contratados percorrem distâncias curtas ao lado de um motorista mais experiente durante três meses. Depois esta distância vai aumentando trimestralmente até adquirir experiência e começar a viajar sozinho - explicou.
Segundo Manes, a companhia possui 14 veículos parados, aguardando o término do curso de capacitação, o que força a contratação do serviço de terceiros - cerca de 200 por dia, além dos 360 pertencentes à frota.
Sindicato confirma falta de profissionais
Segundo o presidente do Sulcarj (Sindicato das empresas de Transporte de Carga e Logística do Sul Fluminense), José Marciano de Oliveira, a maior dificuldade das transportadoras é conseguir motoristas para caminhões pesados, pois, neste caso, é preciso passar por um processo de aprendizado maior: os veículos estão aumentando de tamanho e capacidade de carga.
- Muitas vezes as empresas contratam até mesmo se o funcionário não possuir a experiência necessária, mas isso não pode acontecer. É uma função de muita responsabilidade e que coloca a vida de pessoas em risco - alertou.
Capacitação é o melhor caminho
Atentos ao problema, o Sulcarj, Sindpass (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros) e o Sest/Senat elaboraram um Projeto de Formação Profissional para Condutores, onde todos os motoristas que possuem habilitação categoria "D" ou "E" podem participar gratuitamente. O curso é dividido em duas etapas: a teórica, ministrada na Sede do Sulcarj por um instrutor credenciado pelo Detran (Departamento Estadua de Trânsito), e a prática, que é dada pelo Sest/Senat. Os candidatos aprovados são indicados para as empresas da região.
Os interessados poderão entrar em contato com o Sulcarj pelo telefone 3323-2655 ou se dirigindo até o sindicato, na Rua Contador Cícero Cunha, número 25, no Centro de Barra Mansa.
- Tanto as transportadoras quanto as empresas de ônibus estão desenvolvendo internamente o mesmo trabalho feito por nós. Algumas empresas também vêm criando campanhas e promovendo benefícios, premiações e treinamentos internos - explicou José Marciano.

Publicado em 10/12/2011, às 18h15- Diário do Vale.

Sindicato dos Motoristas apoia retirada dos cobradores de ônibus de SP.

Sindicato se mostra favorável à retirada de cobradores
Para o diretor do Sindmotoristas, Nailton Francisco de Souza, função do cobrador perdeu utilidade. Ele defende pagamento de R$ 250 a mais para motoristas que dirigem sem cobrador
ADAMO BAZANI – CBN

O projeto de lei 457 de 2011, de autoria do vereador Antônio Carlos Rodrigues, do PR, que prevê a extinção da função de cobrador nos ônibus da Capital Paulista, em especial os que servem corredores, tem levantado muita polêmica. Vários passageiros se colocam favoráveis à presença do cobrador por entenderem que ele não apenas recebe o dinheiro das passagens, mas auxilia o motorista na visualização do embarque e desembarque, ajuste de espelhos internos e retrovisores, e contribui com o usuário nas informações sobre as linhas e pontos e ajuda pessoas com volumes e crianças a passarem pela catraca.
Mas o Sindmotoristas, o Sindicato que representa os motoristas e cobradores, praticamente descartou a importância dos cobradores.
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores, Nailton Francisco de Souza, usou o mesmo discurso das empresas de ônibus e disse que pouca gente paga as tarifas com dinheiro e que o cobrador fica boa parte do tempo ocioso dentro do ônibus.
Ele é favorável à retirada dos cobradores e o pagamento de mais R$ 250 para motoristas que dirigirem sem o colega de trabalho. Além disso, defende pagamento de adicional por insalubridade para os motoristas por conta disso, o que permitiria que eles se aposentassem pelo INSS – Instituto Nacional de Seguro Social com 25 anos de contribuição.
Para as empresas, a substituição, mesmo com as exigências se torna vantajosa. Hoje, o salário de um motorista na Capital por 30 dias trabalhados é de R$ 1.676,00. Com a retirada do cobrador, pela proposta do sindicato dos trabalhadores, esse salário subiria para R$ 1.899. No entanto, as empresas de ônibus deixariam de pagar os R$ 978,00 para 30 dias de salário de cobrador.
Assim, atualmente, o custo do salário por equipe em cada “pegada” ou turno, é de R$ 2654,00.
Pela proposta do vereador Antônio Carlos Rodrigues, do PR, mais a sugestão do representante dos trabalhadores, com a extinção dos cobradores, os custos por viagem seriam de R$ 1899,00. Uma economia de R$ 755,00 para o bolso das empresas a cada equipe de trabalho.
Vários trabalhadores acharam estranha a posição do Sindmotoristas. Atualmente, são cerca de 15 mil cobradores na cidade de São Paulo.
Nailton afirma que pode haver um outro funcionário dentro do ônibus, mas não cobrando passagem. No entanto, o salário deste possível auxiliar poderia ser menor que de um cobrador. Além disso, Nailton se declarou favorável à proposta do vereador Antônio Carlos Rodrigues.
Mas o projeto de lei de Antônio Carlos Rodrigues não prevê a presença de mais um funcionário nos ônibus, mesmo nos convencionais, articulados e biarticulados.
O fim da função do cobrador não seria imediato, segundo o Sindimotoristas. Em acordo feito com o SPUrbanuss, sindicato que representa as empresas de ônibus, em maio de 2011, a representação dos trabalhadores pediu que os cobradores fossem requalificados e aproveitados em outras funções.
Só não ficou definido se haveria vaga para tanta gente que perderia sua função de cobrador.
Desde os anos de 1990 é discutida pelas empresas a extinção dos cobradores. Mas as reivindicações dos donos de empresas de ônibus ganharam mais respaldo e força em 2009, na segunda gestão do prefeito Gilberto Kassab, com novo partido, PSD.
A SPTrans informou que o pagamento eletrônico de passagens e que o Bilhete Único, criado em 2003 e que oferece integrações entre ônibus, trens e metrô, é predominante e que apenas 8% da tarifa são pagos a dinheiro.
Para os cobradores, restam a preocupação e a incerteza.
Parte da categoria alega que se é proibido o dono de um carro particular dirigir e falar ao celular pelo risco de perda de atenção, dirigir, cobrar passagem, dar troca, informar o passageiro e ajudar quem tem mais dificuldade na travessia da catraca tiraria ainda muito mais a atenção do condutor, aumentando o risco de acidentes com ônibus.
Fonte: publicado por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
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domingo, 20 de novembro de 2011

Comissão debate condições de trabalho dos motoristas profissionais

Audiência pública na próxima terça-feira (22), logo após a reunião deliberativa ordinária, para debater as condições de trabalho e aposentadoria dos motoristas profissionais.
O requerimento é do senador Paulo Paim (PT-RS), que preside a CDH e é autor do projeto de lei do Senado (PLS) 271/2008, que cria o Estatuto do Motorista Profissional. O texto aguarda deliberação da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Para debater o assunto, foram convidados:
- Marcos Aurélio Ribeiro – Membro da Sessão de Cargas da Confederação Nacional do Transporte;
- Marcos Bicalho – Membro do Conselho Ambiental da Confederação Nacional do Transporte;
- Luis Antonio Festino – Coordenador do Grupo de Trabalho da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres – CNTTT;
- José Carlos Becker – Presidente da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais – ABTI;
- José Carlos Silvano – Presidente da SETCERGS;
- Neori Tigrão – Presidente do Movimento União Brasil Caminhoneiro – MUBC;
- José Araújo China – Presidente da União Nacional dos Caminhoneiros – Unicam;
- Célio Moreira da Silva – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Uberlândia;
- Jorge Luiz Frizzo – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Carga Seca, Líquida, Explosiva e Refrigerada de Linhas Internacionais do Estado do Rio Grande do Sul – Sindimercosul;
- Irani Bertolini – Presidenta da Federação das Empresas de Transportes de Cargas da Amazônia – Fetramaz;
- Antônio Siqueira – Presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Estado da Bahia – SETCEB;
- Adélio Justino – Procurador de Justiça;
- Luiz Alberto Mincaroni – Secretário Executivo do Movimento Pró-Estatuto do Motorista.

Publicado em 18/11/2011 18:10,  Por Agencia Senado

sábado, 15 de outubro de 2011

Parlamentar defende Estatuto do Motorista em entrevista à emissora de rádio...


Radialista Almir Francisco (Chico da Boleia) questiona a importância do PLS 271 ao deputado estadual Edmir Chedid.

O presidente da Comissão de Transportes e Comunicações, deputado estadual Edmir Chedid (Partido Democratas), defendeu a importância do PLS (Projeto de Lei do Senado) 271/2008 que institui o Estatuto do Motorista Profissional. A defesa ocorreu em entrevista ao radialista Almir Francisco, do Programa Chico da Boleia, transmitido pela Rádio Clube de Itapira AM (quintas-feiras, entre 20h e 24h).
O Projeto de Lei do Senado, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), tem por objetivo regular a atuação dos motoristas profissionais empregados ou autônomos no mercado de trabalho, estabelecendo jornada diária de trabalho de seis horas, no máximo, com período de descanso, recebimento de horas extras e, ainda, concessão de aposentadoria especial após 25 anos de serviços prestados.
"A criação do Estatuto do Motorista Profissional é fundamental para a melhoria das condições de trabalho destes profissionais que são os principais responsáveis por levar o desenvolvimento do nosso país. Precisamos buscar apoio para a iniciativa do Senado e discutir a questão em nível estadual, como realizamos aqui na Assembleia Legislativa", afirmou em entrevista ao radialista Almir Francisco.
O parlamentar lembrou que é preciso ouvir as reivindicações da categoria para que as sugestões sejam aprimoradas e o estatuto possa ser condizente às realidades da profissão. "É importante que os próprios profissionais apresentem suas exigências para o aprimoramento do PL que tramita no Senado. Somente desta forma teremos bons resultados", finalizou o deputado estadual Edmir Chedid.
Para os efeitos do Projeto de Lei, o senador Paulo Paim define como motorista profissional os trabalhadores que conduzem veículo automotor, de forma remunerada, tanto como autônomo ou mediante vínculo empregatício. O Programa Chico da Boleia tem por finalidade contribuir para que o caminhoneiro tenha informações úteis, rápidas e seguras durante as viagens de trabalho ou em casa.

Publicado em 14/10/2011 pelo Dep. Estadual Edmir Chedid na Entrevista à Rádio Clube de Itapira AM

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Seminário discute Estatuto do Motorista Profissional e ações de conscientização

DESTINOS E AÇÕES PARA O RIO GRANDE 
Rita Barchet - MTE 15415 | Agência de Notícias   11:34 - 12/09/2011
Edição: Sheyla Scardoelli     Foto: Marco Couto / Ag. ALRS

  Villaverde fez a saudação de boas-vindas aos participantes do seminário
Villaverde fez a saudação de boas-vindas aos participantes do seminário

Segurança no trânsito e motorista profissional foram os temas do primeiro painel de seminário sobre o mesmo tema, que acontece ao longo desta segunda-feira (12) no Teatro Dante Barone na Assembleia Legislativa. O encontro faz parte da programação do Destinos e Ações para o Rio Grande.
O vice-governador Beto Grill e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adão Villaverde, fizeram as saudações de abertura do evento. Grill participa do segundo painel da manhã. Villaverde deu as boas-vindas aos participantes, e elogiou a iniciativa do seminário, organizado pelo gabinete do vice-governador. "É inaceitável que nos dias de hoje o trânsito continue ceifando vidas nos números que se apresentam", enfatizou Villaverde, registrando também a importância do envolvimento dos motoristas profissionais na luta contra os acidentes.
O primeiro painel da manhã foi mediado pelo assessor superior do gabinete do vice-governador, major Ordeli Savedra Gomes e debatido pelo assessor técnico do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), Luiz Alberto Mincarone, e pela psicóloga da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, Vanessa Garcia.
Estatuto para o Motorista Profissional
Mincarone representou o senador Paulo Paim (PT/RS) e apresentou um vídeo sobre o PLS 271/08 que cria o Estatuto para o Motorista Profissional. “Foram feitas inúmeras reuniões com os profissionais e empresas da categoria e descobrimos que há a necessidade de criar um marco legal para o empregador e motoristas saberem quais seus direitos e deveres para eliminar a insegurança jurídica. Queremos também combater os acidentes com a formação de motoristas, além de garantir a aposentadoria especial para este profissional, já que o mesmo tem um serviço perigoso e penoso,” declarou o senador em vídeo.
Para Mincarone o PL 271/08 é completo porque abrange desde os motoboys até os motoristas de bitrem. “O senador Paim buscou informações de motoristas e empresas fazendo audiências públicas em diferentes estados do país, tanto motoristas urbanos, quanto os de rodovias. Outro fator importante é a fiscalização da lei depois da sua aprovação para que não perca a seu propósito como aconteceu com a Lei Seca”, afirmou Mincarone, que apresentou o projeto detalhadamente.
Conscientização dos profissionais
A psicóloga Vanessa Garcia, representando a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, apresentou o projeto Transportadora da Vida, que realiza um trabalho com as empresas de transporte de carga. Segundo Vanessa, a principal ação do projeto é o estimulo de ações na educação no trânsito. Empresas participantes do programa, que prezam as práticas seguras no trânsito, realizam atividades com a sociedade como a blitz da conscientização, além de medidas internas com profissionais de diferentes áreas da empresa.
Depoimentos
Davi Teixeira relatou o acidente de trânsito que ocasionou uma lesão medular que o impossibilita de andar há 19 anos. “Devido a uma manobra de um caminhão precisei tirar meu veículo da pista; o motorista do outro caminhão que vinha na minha direção estava sem cinto de segurança e voou para cima do meu carro, me atingindo. Gostaria que a trajetória de pessoas que sofrem lesões e mutilação em acidentes fossem vistas pelos motoristas, para que naquele segundo em que tomam a decisão de uma ultrapassagem, pensem duas vezes antes de cometer um delito no trânsito”, defendeu.
A embriaguez no trânsito mudou a vida de Leo Paz, que sofreu um acidente de moto por descuido de um motorista alcoolizado que também não prestou socorro. “Foi um acidente de trabalho, mas depois da perda da minha perna a empresa não pode me aproveitar mais e ganho a vida vendendo raspadinhas nas ruas da cidade. Fiquei muito tempo pessimista e desanimado, mas depois, junto com outras pessoas, criei entidades que ajudam as pessoas que sofrem acidentes”, relatou durante o seminário.

Fonte: © Agência de Notícias
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A Sustentabilidade na Ponta do Pé

A edição de agosto da Revista Transporte Mundial traz uma matéria sobre soluções práticas realizadas por empresas para reduzir as emissões de poluentes.
A matéria apresenta como as montadoras comprometidas com o desenvolvimento de motores movidos a Etanol, investem no que é considerada a peça mais importante do caminhão, o motorista. Afinal de contas, está nas mãos, ou melhor, nos pés do motorista a atitude que pode reduzir em pelo menos 10% o consumo de combustível e assim, a emissão de poluentes.
A estratégia da Iveco é aproveitar os programas já existentes na empresa e incorporar informações ambientais para os motoristas. Como o programa Top Driver, um treinamento amplo e profundo destinado a frotistas e motoristas com temas de condução econômica e informações técnicas dos produtos para falar de sustentabilidade.
Segundo Junea Sá Fortes, coordenadora do programa de sustentabilidade da montadora, o Próximo Passo, “a Iveco prefere investir nesse tipo de ação do que na promoção de eventos. Para a empresa, o assunto meio ambiente tem que ser parte do dia a dia de todo mundo e as ações precisam ser integradas”.
A reportagem também mostra como a Iveco priorizou as ações internas para adequar suas ações sustentáveis ao cronograma da empresa.
Veja a matéria na íntegra abaixo. 


Fonte: Revista Transporte Mundial

Publicado em 09/setembro/2011 no Blog da Iveco.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Profissão do Motorista - Hora de se Atualizar...

Com a nova realidade da profissão do motorista de caminhão, profissionais sem cursos de atualização que incluem desde condução econômica à segurança, entre vários outros itens que melhoram muito o perfil do carreteiro, correm o risco de enfrentar com maior frequência as exigências impostas pelo setor do transporte rodoviário de cargas. Leia mais... Aessando o site: http://www.ocarreteiro.com.br/

Publicado por O Carreteiro, nr. 435, janeiro/2011.

domingo, 4 de setembro de 2011

Bom reflexo de motorista de ônibus evita possível tragédia...

O que poderia ter sido uma tragédia foi evitado pelo motorista da empresa de transporte urbano de passageiros do município, Joana D’arc.
O motorista, J.P.V., conversou com a Polícia Militar (PM), na noite desta sexta-feira (02), no Hospital Geral de Linhares (HGL), e relatou que passava pela Avenida Barão do Rio Branco e ao convergir à direita deparou-se com um Caminhão VW, de cor branca, que vinha na contra mão, e para não colidir com o referido caminhão teve de frear bruscamente.
Com a ação, alguns passageiros vieram a cair no interior do ônibus, mas logo foram socorridos pelo motorista, que os encaminhou ao HGL. No hospital as vítimas foram atendidas, medicadas e liberadas.
O motorista não soube informar maiores características do outro veículo, um Caminhão VW.

Publicado em 03/09/2011 pelo Site de Linhares

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bridgestone lança chip para gestão de pneus

A cada dia, as transportadoras têm buscado produtos que permitam maior agilidade e precisão nos processos de controle das frotas de caminhões e ônibus. Nesse contexto, quase sempre a tecnologia é a melhor saída. No entanto, o custo elevado da solução, seja ela um software ou um equipamento, dificulta qualquer implementação em curto prazo.
A
“Com o chip, o frotista consegue ter um raio-x completo e tem acesso à informações que, a olho nu, são muito trabalhosas de se identificar.
Combinado com outras soluções que a Bridgestone já possui, como o Pro-fleet®, o DAPM® e o Survey®, o chip permite que o transportador de fato faça a gestão de sua frota”, afirma Ricardo Drygalla, gerente de marketing da Bridgestone.
Ao todo, a tecnologia é composta por um chip e por uma leitora que recebe dados via sinais de radio freqüência e os transmite para outro periférico portátil via sinal Bluetooth, organizando-os em um banco de dados. Considerando uma frota composta por cerca de 500 pneus montados, o investimento inicial total da solução é de, aproximadamente, R$ 10 mil.
O chip é fixado no pneu por meio da vulcanização química, um processo que permite a perfeita união de componentes de borracha em temperatura ambiente, fazendo com que as partes se tornem unidas, coladas, permanentemente como uma única peça. Tudo isso sem ter que desmontar nada e in loco. Resistente às situações mais agressivas de uso, como alta temperatura, choques contra obstáculos e afins, o chip também permanece ativo no pneu mesmo nos processos de recapagem, o que evita custos secundários.
“Além disso, brevemente a tecnologia estará apta a fornecer outras informações úteis, como por exemplo a calibragem, intervenções de manutenção, ou mesmo temperatura de trabalho, itens essenciais para a geração e potencialização de economia na gestão de frotas”, destaca Drygalla.
Na última década, a Bridgestone investiu na América Latina mais de R$ 5 milhões em softwares para gerenciamento de frotas. Com essas soluções, a empresa espera crescer 30% no número de clientes assistidos até 2012. “Hoje, os nossos sistemas de gerenciamento de pneus possuem um nível
de desenvolvimento tecnológico tal que não necessitamos mais de grandes investimentos. Os grandes esforços financeiros já foram realizados”, completa o executivo.
Bridgestone, a maior fabricante de pneumáticos do mundo, lançou em fevereiro uma solução para essa questão. O lançamento foi um chip, acoplado a cada pneu que, por meio de radio freqüência, fornece uma série de informações, como identificação numérica, marca, modelo, dimensão, ciclo de vida e desenho de reforma do pneu.
Publicado em 26/05/2011 pela Escuderia Bridgestone, Colaboração Juliano da JK Pneus 

Novo serviço busca otimizar processos de controle para o frotista

domingo, 28 de agosto de 2011

Motorista profissional será tema de seminário de segurança no...

9h30 - Painel: Segurança no trânsito e motorista profissional. Palestrante: sen. Paulo Paim, autor do PLS 271/08, que institui o Estatuto do Motorista Profissional ...

 Publicado em 28/08/2011 no site http://www.radiosepe.com.br/

sábado, 27 de agosto de 2011

O Mecanismo do Freio Motor...

O freio motor é um sistema auxiliar muito utilizado em caminhões, já que se aproveita da potência do motor como força de frenagem. Atualmente, com as novas tecnologias, já existem soluções eletrônicas de freio motor.
Inicialmente, saiba que os sistemas de freios auxiliares se dividem em freios contínuos primários e secundários de acordo com a montagem dentro do trem de força dos veículos comerciais com motorização diesel. Entre as vantagens destes sistemas destacam-se: redução de velocidade do veículo com maior segurança; melhor dirigibilidade e estabilidade do veículo, descidas e viagens mais rápidas; menor consumo de combustível; economia dos freios de serviço; diminuição do custo operacional e vantagens ambientais.
Os primários
Os freios contínuos primários atuam sobre o trem de força antes da caixa de mudanças. Portanto, a potência de frenagem depende da rotação em que se encontra o motor e se pode incrementar a potência de frenagem através de mudanças de marchas. Podemos dizer que freios contínuos primários são os freios que atuam no motor. Um exemplo de freio primário é o sistema de freio motor. Ele pode ser do tipo borboleta de pressão dinâmica, montado no sistema de escapamento. Quando a borboleta do freio motor se fecha, o ar expulso do cilindro no 4º tempo do motor (escapamento) é comprimido no coletor de escape, gerando uma contrapressão no sistema de escapamento. Tal compressão resulta na frenagem do motor e, consequentemente, provoca a desaceleração do veículo.
Para ativar o freio motor, há um botão no painel de instrumentos ou uma alavanca multifuncional na coluna de direção do veículo, que permite sua utilização individual ou simultânea com o freio de serviço. O acionamento da borboleta do freio motor é feito por um cilindro pneumático, através de comando eletropneumático.
O freio motor é um sistema de freio auxiliar que deve ser empregado tanto em frenagens prolongadas em longos declives, como para desacelerações em tráfego normal.
Quanto mais reduzida for a marcha engrenada na caixa de mudanças, maior será a eficiência do freio motor. A correta utilização do freio motor não causa danos ao motor e permite prolongar a vida útil das guarnições e tambores de freio. Em longos declives, a utilização do freio motor poupa o freio de serviço, assegurando sua total eficiência em caso de eventuais emergências.
Quando aplicado o freio motor, o motor poderá até atingir a rotação máxima permitida sem que isto implique em algum dano.
Os secundários
Os sistemas de freios contínuos secundários são montados entre a caixa de mudanças e o eixo motriz atuando assim na cadeia cinemática. Seu efeito de frenagem depende do número de rotação da árvore de transmissão (cardan) e a potência aumenta conforme aumenta a velocidade do veículo. Estes sistemas de freio são exclusivamente retardadores. Os tipos mais comuns de retardadores são: retardador hidráulico (retardador hidrodinâmico) e o retardador eletromagnético (freio por correntes induzidas)
Na carcaça do retardador hidráulico, estão alinhados um rolete de palhetas fixo (estator) e um rolete de palhetas giratório (rotor), unido à árvore de transmissão do veículo.
Ao se ativar o retardador hidráulico, um sistema pneumático introduz óleo sob pressão nessa carcaça. O rotor empurra o óleo contra o estator, que é freado.
A energia hidrocinética do óleo é dissipada como energia térmica. Um trocador de calor se encarrega de dissipar a energia térmica através do sistema de arrefecimento do motor.
O retardador está diretamente incorporado à caixa de mudanças ou a uma árvore de transmissão dividida. O rendimento da frenagem do retardador depende do regime de rotação da árvore de transmissão.
Para ativar o retardador hidráulico em conjunto com o freio motor, há uma alavanca multifuncional na coluna de direção do veículo, que permite sua utilização individual ou simultânea com o freio de serviço. O condutor pode solicitar a atuação parcialmente ou até 100%, e deve ser ativada de forma progressiva.
O retardador hidráulico é um freio de alto rendimento capaz de desacelerar veículos de grande tonelagem com total segurança e efetividade.
A potência de frenagem do retardador hidráulico é de aproximadamente o dobro do valor da potencia do motor do veículo.
O retardador eletromagnético é constituído por um estator fixo e por um rotor que gira acoplado à árvore de transmissão. No estator são instaladas bobinas magnéticas de alta potência.
Quando uma corrente elétrica circula pelas bobinas, forma-se um campo eletromagnético no sentido contrário da rotação da árvore de transmissão e o rotor dentro desse campo sofre uma ação de frenagem.
O rendimento do freio por correntes induzidas depende da intensidade da corrente e do regime de giro da árvore de transmissão. O calor gerado é arrefecido por ar ou por líquido de arrefecimento.
Para ativar o retardador eletromagnético em conjunto com o freio motor, há uma alavanca multifuncional na coluna de direção do veículo, que permite sua utilização individual ou simultânea com o freio de serviço. O condutor pode solicitar a atuação parcialmente ou até 100% e deve ser ativada de forma progressiva.
Fonte: Revista O Caminhoneiro

Caminhoneiro com sono é um perigo nas rodovias brasileiras

Publicado em 18/05/2011, Portogente, Forum Sinistro de Transporte. 


Se você é caminhoneiro ou conhece algum profissional do volante, atenção! Uma pesquisa divulgada pela concessionária de rodovias Triângulo do Sol mostra que um em cada seis caminhoneiros tem risco maior de sofrer acidentes por causa do sono.
O prazo apertado para cumprir datas de entrega de mercadorias e a necessidade de acumular serviços para conquistar um bom salário no fim do mês são as desculpas mais comuns dadas pelos caminhoneiros para enfrentar os perigos de dirigir com sono.
Em abril, um caminhoneiro foi preso no Mato Grosso do Sul e acusado de tomar rebite para manter-se acordado ao volante. O caso foi divulgado esta semana e serve como alerta para quem se arrisca por aí. A recomendação dos especialistas em saúde é simples: sentiu sono, estacione seu veículo e pare de dirigir.
Afinal, de problemas nas estradas, já bastam os buracos e a falta de infraestrutura.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Caminhoneiros podem cuidar da saúde e do veículo em evento na Fernão Dias

A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) está entre as apoiadoras da 1ª Campanha para Caminhoneiros “Viva Saúde”, organizada pela concessionária Autopista Fernão Dias e que ocorre nesta quarta e quinta-feira (24 e 25 de ...

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Publicado no site da Unicam em 25/08/2011.

Faltam Motoristas, de quem é a culpa?

Publicado pela Intelog em 23/05/2011, Webtranspo, Marco Garcia.

A defasagem atual gera conflito no setor.

O Brasil é o terceiro País com mais dificuldade de encontrar profissionais qualificados para preencherem as vagas disponíveis no mercado, de acordo com pesquisa realizada pela Manpower, empresa que atua na área de recursos humanos. Segundo o levantamento, o índice de empresários que não conseguem achar pessoas adequadas para o trabalho é de 57%. No setor de transporte, essa realidade se amplifica e a falta de motoristas de caminhões já compromete a “saúde” do segmento.

De acordo com a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil), apenas no Estado do Mato Grosso existem mil vagas em aberto para condutores. Uma das justificativas é que os candidatos possuem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria E, mas sem experiência para ocupar o cargo.

Quando o leque é aberto, a defasagem de motoristas atinge mais de 120 mil em todo o Brasil. Frente essa dificuldade e para evitar o colapso, algumas empresas estão buscando mão de obra qualificada em países vizinhos.

No entanto, segundo a união, roubos de cargas, baixo salários, dificuldade de aquisição de caminhões novos por autônomos, problemas com frete, estradas ruins e poucas opções de qualificação integram a lista de situações que acabam corroborando para a manutenção do atual cenário.

“Hoje, 58% do transporte de mercadorias utilizam as rodovias e são feitos por caminhão. No entanto, alguns percalços acabam desestimulando a chegada de novos profissionais. O valor do frete é muito baixo e as condições de trabalho são precárias. O caminhoneiro passa muito tempo na fila para carregar ou descarregar nas empresas, portos e armazéns”, discursou José Araújo da Silva, presidente da Unicam.

Para Flávio Benatti, presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), todas essas questões são replicadas na mídia e acabam minando a atratividade da profissão. “Diante disso, a CNT trabalha para melhorar a imagem do setor, buscando intensificar os debates a fim de agilizar as regras e as normas”, declarou o executivo.

Tecnologia atropelou

Querendo ou não, o alto teor de tecnologia com sistemas complexos que as montadoras passaram a aplicar nos novos modelos também colabora para isso. De acordo com Adalberto Panzam, presidente do conselho de administração da Aslog (Associação Brasileira de Logística), a eletrônica “atropelou o antigo sistema” e a formação ficou mais complicada.

No entanto, o executivo reconhece que a questão é mais profunda e de ordem educacional. “Temos uma formação deficiente que acarreta no analfabetismo funcional que acaba atrapalhando o raciocínio lógico e a comunicação interpessoal. É preciso fortalecer o ensino fundamental”, disse.

Mesmo assim Panzam ressalta a participação das associações no intuito de ampliar o número de profissionais capacitados, como o anúncio feito pelo Sest/Senat sobre a criação de um programa para qualificar mais de 66 mil condutores para o transporte de cargas e passageiros.

“As pessoas continuam treinando motoristas de caminhão em carro de passeio. Isso precisa mudar. A realidade do mundo é outra, a tecnologia nos atropelou”, disse o executivo, que prosseguiu: “podemos mudar a realidade, mas é preciso que o profissional e as empresas queiram. O caminho é esperar menos pelo Estado e parar de pensar pequeno”.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Até 40 horas ao volante, sem parar

Publicado pela Intelog em 24/08/2011 - O Hoje - CIDADES - Galtiery Rodrigues.

Caminhoneiro viaja, percorre o Brasil, mas sofre. As condições de trabalho não são as melhores e o risco que correm nas estradas é constante.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Goiás já flagrou caso de motorista que dirigia há 40 horas sem parar. Isso aconteceu no final do ano passado e o condutor, já no excesso do cansaço e inconsciente, parou o caminhão na margem da rodovia, desceu, deixou o veículo ligado e dormiu de cócoras no acostamento por mais de duas horas, até que os agentes chegassem.

Ontem, acidente na BR-153 vitimou Glademir Rodrigues Cordeiro, de 24 anos, que ficou ferido e dirigia há 24 horas, tendo dormido por apenas duas durante a viagem.

Veículo grande, pesado, carregado e dirigido por alguém cansado, pressionado para cumprir o horário de entrega e doido para chegar em casa. Essa combinação não favorece em nada, pelo contrário.

A chance de acontecer grande tragédia é muito alta e as autoridades já estão percebendo a importância de combater isso. No caso de Goiás, a situação merece atenção especial, já que a posição geográfica favorece a circulação de motoristas de todo o Brasil.

A PRF se uniu ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para realizar estudo sobre a condição dos caminhoneiros que percorrem o Estado. Na semana passada, a operação Comando de Saúde nas Rodovias foi feita em Jaraguá, a 143 quilômetros de Goiânia.

Cerca de 155 motoristas foram abordados e 96 pegos trabalhando com carga horária excessiva, ou seja, 61,9%. Desses, 11 tiveram de ser interditados, passar por atendimento médico e só foram liberados após retomarem as condições necessárias para voltar ao tráfego.

Além da hora-extra desumana, os prejuízos à saúde não ficam atrás. Um dos homens abordados em Jaraguá, conforme o chefe de comunicação da PRF em Goiás, inspetor Newton Morais, dirigia há 16 horas sem parar e estava com pressão arterial de 220 por 140. Detalhe: ele não sentia absolutamente nada, nenhum sintoma. “E é aí que mora o problema. Um homem assim pode sofrer um mal súbito a qualquer momento”, expõe Newton. O caminhoneiro tinha saído de Belém e se dirigia à Santa Catarina, trafegando com carga de 50 toneladas. Segundo o inspetor, em breve, pode haver mudanças na legislação para regulamentar as condições de trabalho e evitar que tais casos continuem sendo flagrados nas rodovias. “Hoje não há nada que me permite multar ou autuar por tempo excessivo de estrada”, argumenta.

AcidenteNo início da manhã de ontem, em acidente envolvendo dois caminhões de uma mesma empresa na BR-153, a vítima ferida, o motorista Glademir Rodrigues estava dirigindo há 24 horas, tendo dormido por apenas duas horas durante a viagem.

Ele e os outros dois colegas vinham em comboio de três caminhões do Rio Grande do Sul e pretendiam descarregar a carga de maçãs nas Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa).

Os veículos andavam em fila pela rodovia, quando os dois primeiros frearam, por causa de um acidente adiante, e o terceiro, com 25 toneladas de frutas, ou seja, dois mil quilos a mais que o permitido legalmente, não conseguiu parar e se chocou na traseira do segundo caminhão.

Glademir, que conduzia o Volkswagen 23.220, ficou preso nas ferragens e, depois de ser resgatado, foi transferido para o Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa).

Ele sofreu ferimentos nas pernas e urinava sangue, o que levantou suspeita de que pudesse ter perfurado algo internamente. Apesar disso, apresentou-se consciente e o estado de saúde, no final da tarde, era estável.

domingo, 21 de agosto de 2011

Você sabe o que é "Direção Defensiva" para a realidade atual no Brasil?

Caros profissionais,

Favor participem com suas contribuições e reflexões sobre o que cada um pode fazer para melhorar o nosso Transporte no Brasil. Direção Defensiva, Pense Nisso!

Grato pela participação!

Eng. Rovani
HighPluss Treinamentos

INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia - Forum Sinistro de Transporte

Publicado em 21/08/2011, Forum Sinistro de Transporte

Caro Aurelio,
Muito oportuno seus comentários sobre INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia.
Parabéns pela qualidade do conteúdo escrito! Não podemos ignorar a realidade do transporte desde o ponto de coleta da carga até o ponto de entrega da carga. Ontem estive viajando pelas estradas do sul do Brasil e percebi diversas falhas na condução dos veículos, que exigiram decisões rápidas na dirigibilidade do veículo. Também considero importante o treinamento para os profissionais desempenharem a dirigibilidade com segurança e responsabilidade. Direção defensiva??
Sds,
Eng. Rovani

INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia - Forum Sinistro de Transporte

Publicado por Aurélio Rocha em 21/08/2011, Forum Sinistro de Transporte.

Prezados Colegas,

Entendo que todos os comentários que se façam sobre acidentes nas estradas, sempre estão voltados para uma das situações do INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia, pois nada acontece por acaso quando se tranporta uma carga numa carroceria de um caminhão.
Vejamos o exemplo abaixo onde o sinistro foi acabar no tribunal e o Juiz proferiu uma sentença a meu ver inédita, ou seja, responsabilizou todos os interessados neste transporte, deste a Usina que fabricou a bobina, a empresa de logistica (escoamento da carga), a transportadora que tranportava a bobina, e a empresa de ônibus. Ninguém eximiu-se da culpa. Todos foram coopartícipes nesta indenizatória.
Desta forma entendo que em qualquer situação e circunstância de transporte, a responsabilidade deve ter início lá no contratante, pois ele deve ter a responsabilidade pela sua carga que vai ser transportada e deve escolher uma empresa idônea que vai conduzir descentemente a carga, bem como os intermediários pela logística tambem devem zelar para que aqueles que vão transportar sejam competentes e responsáveis.
Concluo que o treinamento é talvez uma das formas para evitar acidente, mas ele deve ser promovido desde o início la na planta/fabrica para que somente coloquem e deixem a carga ser transportada se todos os procedimentos estivem cumpridos, tais como: o caminhão se encontra em bom estado, o motorista apresenta um estado físico que se encontra em condições de dirigir com segurança, que a amarração da carga foi realizada dentro das normas do Contram, etc. Tudo é possível numa análise crítica.
Por outro lado a logística deverá programar a entrega de forma que o transit-time seja efetuado de forma que haja descanso para o motorista.
A transportadora deve regularmente contratar pessoas competentes e atestadas que estão psicologicamente e fisicamente em condições de dirigir o veículo.
Pode ser tudo acima uma utopia, mas em muitos países funciona toda esta cadeia de responsabilidade e os acidentes são super reduzidos, aqui precisamos acima de tudo ter a conscientização que estão envolvidas vidas humanas.
Pelo momento é só.
Aurelio

Video divulgado pelo Jornal Band - Forum Sinistro de Transporte

Publicado em 21/08/2011 por Valdir Ribeiro, Forum Sinistro de Transporte.

http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fwww%2Eband%2Ecom%2Ebr%2Fjornaldaband%2Fconteudo%2Easp%3FID%3D311667&urlhash=qlV2&_t=tracking_disc

Forum sobre Sinistro de Transporte

Publicado por Valdir Ribeiro, Forum Sinistro de Transporte.

Olá, José Rovani!

Muito obrigado pelos seus comentários.

Segundo o Corretor Zanini Carlos S, integrante deste Grupo, pode haver desinteresse do Cliente-Transportador em gastar algum dinheiro em Treinamento, como esse que você oferece de maneira competente.

Pelo visto, um Cliente desse tipo prefere entregar um Caminhão de vale centenas de milhares de Reais, às vezes sem a Cobertura de um Seguro do Casco e de Responsabilidade Civil, a um motorista que alega saber tudo, nem sabe qual a carga que transporta ou a maneira como a estiva dela foi feita no Caminhão/Carreta que conduzirá e, inclusive, que nem possui um Seguro destinado a amparar a si próprio e à sua familia, se houver necessidade!

Agradeço também pelas suas gentis palavras de incentivo à mim e aos demais integrantes deste Grupo!

Um forte abraço e sucesso!

sábado, 20 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Força Centrífuga: Se Eu sei, Você Sabe e o Motorista de Veiculo Transportador de Carga também Sabe...

Fonte: publicado em 19/08/2011 no Forum Sinistro de Transporte
Olá pessoal,
Ótimas contribuições e reflexões no sentido de que possamos melhor entender e agir nas ações preventivas para diminuir o excesso de acidentes nas estradas. Viajo com frequência e estar dirigindo na estrada é um ótimo aprendizado para conhecer as diversas maneiras que os motoristas agem quando estão dirigindo seus caminhões. Necessitamos estimular o entendimento de que dirigir com segurança é exercitar a inteligência na sua plenitude. Não basta ter conhecimento da tecnologia embarcada nos veiculos, mas ter atitudes comportamentais para entender e agir de maneira que possa lidar independente da pressão excercida no sentido da exposição de profissionais a riscos para si mesmo e aos outros que estão trafegando na estrada. Pesquisas recentes que realizei no sentido de melhor entender o que os profissionais da atualidade dirigem seus veiculos e comento, que ouvi várias vezes a expresão "eu sei tudo e não sinto necessidade de aprender mais nada". Como outros colegas comentaram em suas manifestações sobre o excesso de confiança em dirigir seus veiculos. Estou com um projeto em socializar conhecimentos, experiências e pesquisas em contribuir na melhoria da cultura do transporte. Tenho conhecido profissionais e empresas dispostas a melhorar os serviços para seus clientes finais, como também tenho conhecido o outro lado, que é dito não quero ajuda porque nós sabemos tudo. O resultado visto pela sociedade é a cada momento novos acidentes, prejuízos materiais, acidentados, etc... Independente dos nãos vou continuar investindo no desenvolvimento e capacitação dos profissionais e empresas abertas em gerar serviços com qualidade e segurança para termos uma melhor sociedade. Parabenizo a todos que participam do Grupo Sinistro do Transporte, em especial ao profissional Valdir Ribeiro! Que tenhamos muita luz e sabedoria para lidar com os desafios do transporte. Eng. José Rovani

Treinamentos In Company

Treine todos em sua empresa, do porteiro e faxineira ao presidente. Todos trabalham com pessoas e são elas a grande diferença na construção do sucesso de qualquer empresa no mundo!
Autor: Gilclér Regina

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Futuro do Painel de Instrumentos e o Ambiente de Condução dos Veiculos

Segundo Hanna Johansson da Scania, nós veremos mais e mais funções na cabine do caminhão e, obviamente, tecnologia em evolução. Eu penso que esse será o foco central para o ambiente do motorista no futuro. Não se pode continuar a acrescentar botões, por isso, mais funções serão agrupadas em um formato baseado em tela, diz.
Sempre haverá a necessidade das funções principais serem permanentemente acessíveis. Algumas funções são necessárias com tanta frequência que sempre haverá botões para elas. Mas para funções secundárias, eu penso que teremos sistemas que serão ativados para fornecer ao motorista a informação correta, no momento certo.
Fonte: publicado na Scania Rei da Estrada, edição nr. 144, junho/julho/agosto 2010.

domingo, 14 de agosto de 2011

Artigo - Motorista Profissional, um diferencial para a empresa!

Artigo publicado em 27/07/2011 no Noticenter (http://www.noticenter.com.br/)
 
 
Por José Rovani
Palestrante para motoristas no
segmento de transportes


No decorrer dos tempos vem ocorrendo uma grande mudança no perfil profissional do motorista, principalmente naquele que atua no segmento de passageiros e cargas. Com base em observações, feedback dos motoristas, vivência no desenvolvimento de produtos e serviços gerados no segmento dos transportes, decidi socializar nesse artigo a realidade atual do motorista.

Do motorista do segmento de transporte de passageiros e de carga é exigida diariamente uma disposição mental no sentido de que seus serviços profissionais atendam à necessidade do cliente. Ele, a cada momento que presta seus serviços na comunidade, representa o proprietário da empresa. Para isso ele necessita estar preparado tecnicamente e emocionalmente para dar as melhores respostas para um cliente cada vez mais exigente.

O motorista exerce uma liderança no contexto logístico desde o ponto de origem até o destino. Ele passa a ser responsável pelo transporte da carga ou pelos passageiros transportados, mas é importante que esteja preparado e motivado para exercer o correto exercício da sua profissão.

O cliente requer serviços responsivos e com qualidade por parte do motorista, exigindo uma responsabilidade na prestação de serviços com pontualidade, segurança e confiabilidade.

Buscar resultados com excelência na qualidade dos serviços requer uma responsabilidade da empresa e do motorista no sentido de que ambos estejam conscientes de uma capacitação técnica e comportamental para prestar serviços diferenciados aos clientes finais.

A sustentabilidade dos negócios passa por ter nas equipes motoristas que saibam prestar serviços com confiança e segurança no relacionamento com o cliente. Para isso é necessário investir em novas práticas de serviços de acordo com o perfil da clientela, para que se produzam resultados prósperos para toda a cadeia de serviços logísticos.

Sem dúvida o investimento na educação continuada do motorista profissional permite que tenhamos uma inclusão social de profissionais qualificados para atender a demanda no segmento dos transportes. Percebe-se que motoristas que são valorizados pela empresa têm sua autoestima elevada e seu comprometimento gera resultados operacionais prósperos para o cliente, para a empresa e sua vida é próspera.

O motorista profissional comprometido é um diferencial que a empresa passa a ter na sua equipe, porque cuida melhor do patrimônio da empresa que está sob sua responsabilidade, cumpre prazos, antecipa necessidades do cliente, ouve sugestões e as direciona para o canal competente da empresa. O motorista é o líder da operação! Pense nisso!