Motorista Comprometido

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Notícias

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bridgestone lança chip para gestão de pneus

A cada dia, as transportadoras têm buscado produtos que permitam maior agilidade e precisão nos processos de controle das frotas de caminhões e ônibus. Nesse contexto, quase sempre a tecnologia é a melhor saída. No entanto, o custo elevado da solução, seja ela um software ou um equipamento, dificulta qualquer implementação em curto prazo.
A
“Com o chip, o frotista consegue ter um raio-x completo e tem acesso à informações que, a olho nu, são muito trabalhosas de se identificar.
Combinado com outras soluções que a Bridgestone já possui, como o Pro-fleet®, o DAPM® e o Survey®, o chip permite que o transportador de fato faça a gestão de sua frota”, afirma Ricardo Drygalla, gerente de marketing da Bridgestone.
Ao todo, a tecnologia é composta por um chip e por uma leitora que recebe dados via sinais de radio freqüência e os transmite para outro periférico portátil via sinal Bluetooth, organizando-os em um banco de dados. Considerando uma frota composta por cerca de 500 pneus montados, o investimento inicial total da solução é de, aproximadamente, R$ 10 mil.
O chip é fixado no pneu por meio da vulcanização química, um processo que permite a perfeita união de componentes de borracha em temperatura ambiente, fazendo com que as partes se tornem unidas, coladas, permanentemente como uma única peça. Tudo isso sem ter que desmontar nada e in loco. Resistente às situações mais agressivas de uso, como alta temperatura, choques contra obstáculos e afins, o chip também permanece ativo no pneu mesmo nos processos de recapagem, o que evita custos secundários.
“Além disso, brevemente a tecnologia estará apta a fornecer outras informações úteis, como por exemplo a calibragem, intervenções de manutenção, ou mesmo temperatura de trabalho, itens essenciais para a geração e potencialização de economia na gestão de frotas”, destaca Drygalla.
Na última década, a Bridgestone investiu na América Latina mais de R$ 5 milhões em softwares para gerenciamento de frotas. Com essas soluções, a empresa espera crescer 30% no número de clientes assistidos até 2012. “Hoje, os nossos sistemas de gerenciamento de pneus possuem um nível
de desenvolvimento tecnológico tal que não necessitamos mais de grandes investimentos. Os grandes esforços financeiros já foram realizados”, completa o executivo.
Bridgestone, a maior fabricante de pneumáticos do mundo, lançou em fevereiro uma solução para essa questão. O lançamento foi um chip, acoplado a cada pneu que, por meio de radio freqüência, fornece uma série de informações, como identificação numérica, marca, modelo, dimensão, ciclo de vida e desenho de reforma do pneu.
Publicado em 26/05/2011 pela Escuderia Bridgestone, Colaboração Juliano da JK Pneus 

Novo serviço busca otimizar processos de controle para o frotista

domingo, 28 de agosto de 2011

Motorista profissional será tema de seminário de segurança no...

9h30 - Painel: Segurança no trânsito e motorista profissional. Palestrante: sen. Paulo Paim, autor do PLS 271/08, que institui o Estatuto do Motorista Profissional ...

 Publicado em 28/08/2011 no site http://www.radiosepe.com.br/

sábado, 27 de agosto de 2011

O Mecanismo do Freio Motor...

O freio motor é um sistema auxiliar muito utilizado em caminhões, já que se aproveita da potência do motor como força de frenagem. Atualmente, com as novas tecnologias, já existem soluções eletrônicas de freio motor.
Inicialmente, saiba que os sistemas de freios auxiliares se dividem em freios contínuos primários e secundários de acordo com a montagem dentro do trem de força dos veículos comerciais com motorização diesel. Entre as vantagens destes sistemas destacam-se: redução de velocidade do veículo com maior segurança; melhor dirigibilidade e estabilidade do veículo, descidas e viagens mais rápidas; menor consumo de combustível; economia dos freios de serviço; diminuição do custo operacional e vantagens ambientais.
Os primários
Os freios contínuos primários atuam sobre o trem de força antes da caixa de mudanças. Portanto, a potência de frenagem depende da rotação em que se encontra o motor e se pode incrementar a potência de frenagem através de mudanças de marchas. Podemos dizer que freios contínuos primários são os freios que atuam no motor. Um exemplo de freio primário é o sistema de freio motor. Ele pode ser do tipo borboleta de pressão dinâmica, montado no sistema de escapamento. Quando a borboleta do freio motor se fecha, o ar expulso do cilindro no 4º tempo do motor (escapamento) é comprimido no coletor de escape, gerando uma contrapressão no sistema de escapamento. Tal compressão resulta na frenagem do motor e, consequentemente, provoca a desaceleração do veículo.
Para ativar o freio motor, há um botão no painel de instrumentos ou uma alavanca multifuncional na coluna de direção do veículo, que permite sua utilização individual ou simultânea com o freio de serviço. O acionamento da borboleta do freio motor é feito por um cilindro pneumático, através de comando eletropneumático.
O freio motor é um sistema de freio auxiliar que deve ser empregado tanto em frenagens prolongadas em longos declives, como para desacelerações em tráfego normal.
Quanto mais reduzida for a marcha engrenada na caixa de mudanças, maior será a eficiência do freio motor. A correta utilização do freio motor não causa danos ao motor e permite prolongar a vida útil das guarnições e tambores de freio. Em longos declives, a utilização do freio motor poupa o freio de serviço, assegurando sua total eficiência em caso de eventuais emergências.
Quando aplicado o freio motor, o motor poderá até atingir a rotação máxima permitida sem que isto implique em algum dano.
Os secundários
Os sistemas de freios contínuos secundários são montados entre a caixa de mudanças e o eixo motriz atuando assim na cadeia cinemática. Seu efeito de frenagem depende do número de rotação da árvore de transmissão (cardan) e a potência aumenta conforme aumenta a velocidade do veículo. Estes sistemas de freio são exclusivamente retardadores. Os tipos mais comuns de retardadores são: retardador hidráulico (retardador hidrodinâmico) e o retardador eletromagnético (freio por correntes induzidas)
Na carcaça do retardador hidráulico, estão alinhados um rolete de palhetas fixo (estator) e um rolete de palhetas giratório (rotor), unido à árvore de transmissão do veículo.
Ao se ativar o retardador hidráulico, um sistema pneumático introduz óleo sob pressão nessa carcaça. O rotor empurra o óleo contra o estator, que é freado.
A energia hidrocinética do óleo é dissipada como energia térmica. Um trocador de calor se encarrega de dissipar a energia térmica através do sistema de arrefecimento do motor.
O retardador está diretamente incorporado à caixa de mudanças ou a uma árvore de transmissão dividida. O rendimento da frenagem do retardador depende do regime de rotação da árvore de transmissão.
Para ativar o retardador hidráulico em conjunto com o freio motor, há uma alavanca multifuncional na coluna de direção do veículo, que permite sua utilização individual ou simultânea com o freio de serviço. O condutor pode solicitar a atuação parcialmente ou até 100%, e deve ser ativada de forma progressiva.
O retardador hidráulico é um freio de alto rendimento capaz de desacelerar veículos de grande tonelagem com total segurança e efetividade.
A potência de frenagem do retardador hidráulico é de aproximadamente o dobro do valor da potencia do motor do veículo.
O retardador eletromagnético é constituído por um estator fixo e por um rotor que gira acoplado à árvore de transmissão. No estator são instaladas bobinas magnéticas de alta potência.
Quando uma corrente elétrica circula pelas bobinas, forma-se um campo eletromagnético no sentido contrário da rotação da árvore de transmissão e o rotor dentro desse campo sofre uma ação de frenagem.
O rendimento do freio por correntes induzidas depende da intensidade da corrente e do regime de giro da árvore de transmissão. O calor gerado é arrefecido por ar ou por líquido de arrefecimento.
Para ativar o retardador eletromagnético em conjunto com o freio motor, há uma alavanca multifuncional na coluna de direção do veículo, que permite sua utilização individual ou simultânea com o freio de serviço. O condutor pode solicitar a atuação parcialmente ou até 100% e deve ser ativada de forma progressiva.
Fonte: Revista O Caminhoneiro

Caminhoneiro com sono é um perigo nas rodovias brasileiras

Publicado em 18/05/2011, Portogente, Forum Sinistro de Transporte. 


Se você é caminhoneiro ou conhece algum profissional do volante, atenção! Uma pesquisa divulgada pela concessionária de rodovias Triângulo do Sol mostra que um em cada seis caminhoneiros tem risco maior de sofrer acidentes por causa do sono.
O prazo apertado para cumprir datas de entrega de mercadorias e a necessidade de acumular serviços para conquistar um bom salário no fim do mês são as desculpas mais comuns dadas pelos caminhoneiros para enfrentar os perigos de dirigir com sono.
Em abril, um caminhoneiro foi preso no Mato Grosso do Sul e acusado de tomar rebite para manter-se acordado ao volante. O caso foi divulgado esta semana e serve como alerta para quem se arrisca por aí. A recomendação dos especialistas em saúde é simples: sentiu sono, estacione seu veículo e pare de dirigir.
Afinal, de problemas nas estradas, já bastam os buracos e a falta de infraestrutura.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Caminhoneiros podem cuidar da saúde e do veículo em evento na Fernão Dias

A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) está entre as apoiadoras da 1ª Campanha para Caminhoneiros “Viva Saúde”, organizada pela concessionária Autopista Fernão Dias e que ocorre nesta quarta e quinta-feira (24 e 25 de ...

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Publicado no site da Unicam em 25/08/2011.

Faltam Motoristas, de quem é a culpa?

Publicado pela Intelog em 23/05/2011, Webtranspo, Marco Garcia.

A defasagem atual gera conflito no setor.

O Brasil é o terceiro País com mais dificuldade de encontrar profissionais qualificados para preencherem as vagas disponíveis no mercado, de acordo com pesquisa realizada pela Manpower, empresa que atua na área de recursos humanos. Segundo o levantamento, o índice de empresários que não conseguem achar pessoas adequadas para o trabalho é de 57%. No setor de transporte, essa realidade se amplifica e a falta de motoristas de caminhões já compromete a “saúde” do segmento.

De acordo com a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil), apenas no Estado do Mato Grosso existem mil vagas em aberto para condutores. Uma das justificativas é que os candidatos possuem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria E, mas sem experiência para ocupar o cargo.

Quando o leque é aberto, a defasagem de motoristas atinge mais de 120 mil em todo o Brasil. Frente essa dificuldade e para evitar o colapso, algumas empresas estão buscando mão de obra qualificada em países vizinhos.

No entanto, segundo a união, roubos de cargas, baixo salários, dificuldade de aquisição de caminhões novos por autônomos, problemas com frete, estradas ruins e poucas opções de qualificação integram a lista de situações que acabam corroborando para a manutenção do atual cenário.

“Hoje, 58% do transporte de mercadorias utilizam as rodovias e são feitos por caminhão. No entanto, alguns percalços acabam desestimulando a chegada de novos profissionais. O valor do frete é muito baixo e as condições de trabalho são precárias. O caminhoneiro passa muito tempo na fila para carregar ou descarregar nas empresas, portos e armazéns”, discursou José Araújo da Silva, presidente da Unicam.

Para Flávio Benatti, presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), todas essas questões são replicadas na mídia e acabam minando a atratividade da profissão. “Diante disso, a CNT trabalha para melhorar a imagem do setor, buscando intensificar os debates a fim de agilizar as regras e as normas”, declarou o executivo.

Tecnologia atropelou

Querendo ou não, o alto teor de tecnologia com sistemas complexos que as montadoras passaram a aplicar nos novos modelos também colabora para isso. De acordo com Adalberto Panzam, presidente do conselho de administração da Aslog (Associação Brasileira de Logística), a eletrônica “atropelou o antigo sistema” e a formação ficou mais complicada.

No entanto, o executivo reconhece que a questão é mais profunda e de ordem educacional. “Temos uma formação deficiente que acarreta no analfabetismo funcional que acaba atrapalhando o raciocínio lógico e a comunicação interpessoal. É preciso fortalecer o ensino fundamental”, disse.

Mesmo assim Panzam ressalta a participação das associações no intuito de ampliar o número de profissionais capacitados, como o anúncio feito pelo Sest/Senat sobre a criação de um programa para qualificar mais de 66 mil condutores para o transporte de cargas e passageiros.

“As pessoas continuam treinando motoristas de caminhão em carro de passeio. Isso precisa mudar. A realidade do mundo é outra, a tecnologia nos atropelou”, disse o executivo, que prosseguiu: “podemos mudar a realidade, mas é preciso que o profissional e as empresas queiram. O caminho é esperar menos pelo Estado e parar de pensar pequeno”.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Até 40 horas ao volante, sem parar

Publicado pela Intelog em 24/08/2011 - O Hoje - CIDADES - Galtiery Rodrigues.

Caminhoneiro viaja, percorre o Brasil, mas sofre. As condições de trabalho não são as melhores e o risco que correm nas estradas é constante.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Goiás já flagrou caso de motorista que dirigia há 40 horas sem parar. Isso aconteceu no final do ano passado e o condutor, já no excesso do cansaço e inconsciente, parou o caminhão na margem da rodovia, desceu, deixou o veículo ligado e dormiu de cócoras no acostamento por mais de duas horas, até que os agentes chegassem.

Ontem, acidente na BR-153 vitimou Glademir Rodrigues Cordeiro, de 24 anos, que ficou ferido e dirigia há 24 horas, tendo dormido por apenas duas durante a viagem.

Veículo grande, pesado, carregado e dirigido por alguém cansado, pressionado para cumprir o horário de entrega e doido para chegar em casa. Essa combinação não favorece em nada, pelo contrário.

A chance de acontecer grande tragédia é muito alta e as autoridades já estão percebendo a importância de combater isso. No caso de Goiás, a situação merece atenção especial, já que a posição geográfica favorece a circulação de motoristas de todo o Brasil.

A PRF se uniu ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para realizar estudo sobre a condição dos caminhoneiros que percorrem o Estado. Na semana passada, a operação Comando de Saúde nas Rodovias foi feita em Jaraguá, a 143 quilômetros de Goiânia.

Cerca de 155 motoristas foram abordados e 96 pegos trabalhando com carga horária excessiva, ou seja, 61,9%. Desses, 11 tiveram de ser interditados, passar por atendimento médico e só foram liberados após retomarem as condições necessárias para voltar ao tráfego.

Além da hora-extra desumana, os prejuízos à saúde não ficam atrás. Um dos homens abordados em Jaraguá, conforme o chefe de comunicação da PRF em Goiás, inspetor Newton Morais, dirigia há 16 horas sem parar e estava com pressão arterial de 220 por 140. Detalhe: ele não sentia absolutamente nada, nenhum sintoma. “E é aí que mora o problema. Um homem assim pode sofrer um mal súbito a qualquer momento”, expõe Newton. O caminhoneiro tinha saído de Belém e se dirigia à Santa Catarina, trafegando com carga de 50 toneladas. Segundo o inspetor, em breve, pode haver mudanças na legislação para regulamentar as condições de trabalho e evitar que tais casos continuem sendo flagrados nas rodovias. “Hoje não há nada que me permite multar ou autuar por tempo excessivo de estrada”, argumenta.

AcidenteNo início da manhã de ontem, em acidente envolvendo dois caminhões de uma mesma empresa na BR-153, a vítima ferida, o motorista Glademir Rodrigues estava dirigindo há 24 horas, tendo dormido por apenas duas horas durante a viagem.

Ele e os outros dois colegas vinham em comboio de três caminhões do Rio Grande do Sul e pretendiam descarregar a carga de maçãs nas Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa).

Os veículos andavam em fila pela rodovia, quando os dois primeiros frearam, por causa de um acidente adiante, e o terceiro, com 25 toneladas de frutas, ou seja, dois mil quilos a mais que o permitido legalmente, não conseguiu parar e se chocou na traseira do segundo caminhão.

Glademir, que conduzia o Volkswagen 23.220, ficou preso nas ferragens e, depois de ser resgatado, foi transferido para o Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa).

Ele sofreu ferimentos nas pernas e urinava sangue, o que levantou suspeita de que pudesse ter perfurado algo internamente. Apesar disso, apresentou-se consciente e o estado de saúde, no final da tarde, era estável.

domingo, 21 de agosto de 2011

Você sabe o que é "Direção Defensiva" para a realidade atual no Brasil?

Caros profissionais,

Favor participem com suas contribuições e reflexões sobre o que cada um pode fazer para melhorar o nosso Transporte no Brasil. Direção Defensiva, Pense Nisso!

Grato pela participação!

Eng. Rovani
HighPluss Treinamentos

INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia - Forum Sinistro de Transporte

Publicado em 21/08/2011, Forum Sinistro de Transporte

Caro Aurelio,
Muito oportuno seus comentários sobre INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia.
Parabéns pela qualidade do conteúdo escrito! Não podemos ignorar a realidade do transporte desde o ponto de coleta da carga até o ponto de entrega da carga. Ontem estive viajando pelas estradas do sul do Brasil e percebi diversas falhas na condução dos veículos, que exigiram decisões rápidas na dirigibilidade do veículo. Também considero importante o treinamento para os profissionais desempenharem a dirigibilidade com segurança e responsabilidade. Direção defensiva??
Sds,
Eng. Rovani

INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia - Forum Sinistro de Transporte

Publicado por Aurélio Rocha em 21/08/2011, Forum Sinistro de Transporte.

Prezados Colegas,

Entendo que todos os comentários que se façam sobre acidentes nas estradas, sempre estão voltados para uma das situações do INI - Imprudência, Negligência ou Imperícia, pois nada acontece por acaso quando se tranporta uma carga numa carroceria de um caminhão.
Vejamos o exemplo abaixo onde o sinistro foi acabar no tribunal e o Juiz proferiu uma sentença a meu ver inédita, ou seja, responsabilizou todos os interessados neste transporte, deste a Usina que fabricou a bobina, a empresa de logistica (escoamento da carga), a transportadora que tranportava a bobina, e a empresa de ônibus. Ninguém eximiu-se da culpa. Todos foram coopartícipes nesta indenizatória.
Desta forma entendo que em qualquer situação e circunstância de transporte, a responsabilidade deve ter início lá no contratante, pois ele deve ter a responsabilidade pela sua carga que vai ser transportada e deve escolher uma empresa idônea que vai conduzir descentemente a carga, bem como os intermediários pela logística tambem devem zelar para que aqueles que vão transportar sejam competentes e responsáveis.
Concluo que o treinamento é talvez uma das formas para evitar acidente, mas ele deve ser promovido desde o início la na planta/fabrica para que somente coloquem e deixem a carga ser transportada se todos os procedimentos estivem cumpridos, tais como: o caminhão se encontra em bom estado, o motorista apresenta um estado físico que se encontra em condições de dirigir com segurança, que a amarração da carga foi realizada dentro das normas do Contram, etc. Tudo é possível numa análise crítica.
Por outro lado a logística deverá programar a entrega de forma que o transit-time seja efetuado de forma que haja descanso para o motorista.
A transportadora deve regularmente contratar pessoas competentes e atestadas que estão psicologicamente e fisicamente em condições de dirigir o veículo.
Pode ser tudo acima uma utopia, mas em muitos países funciona toda esta cadeia de responsabilidade e os acidentes são super reduzidos, aqui precisamos acima de tudo ter a conscientização que estão envolvidas vidas humanas.
Pelo momento é só.
Aurelio

Video divulgado pelo Jornal Band - Forum Sinistro de Transporte

Publicado em 21/08/2011 por Valdir Ribeiro, Forum Sinistro de Transporte.

http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fwww%2Eband%2Ecom%2Ebr%2Fjornaldaband%2Fconteudo%2Easp%3FID%3D311667&urlhash=qlV2&_t=tracking_disc

Forum sobre Sinistro de Transporte

Publicado por Valdir Ribeiro, Forum Sinistro de Transporte.

Olá, José Rovani!

Muito obrigado pelos seus comentários.

Segundo o Corretor Zanini Carlos S, integrante deste Grupo, pode haver desinteresse do Cliente-Transportador em gastar algum dinheiro em Treinamento, como esse que você oferece de maneira competente.

Pelo visto, um Cliente desse tipo prefere entregar um Caminhão de vale centenas de milhares de Reais, às vezes sem a Cobertura de um Seguro do Casco e de Responsabilidade Civil, a um motorista que alega saber tudo, nem sabe qual a carga que transporta ou a maneira como a estiva dela foi feita no Caminhão/Carreta que conduzirá e, inclusive, que nem possui um Seguro destinado a amparar a si próprio e à sua familia, se houver necessidade!

Agradeço também pelas suas gentis palavras de incentivo à mim e aos demais integrantes deste Grupo!

Um forte abraço e sucesso!

sábado, 20 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Força Centrífuga: Se Eu sei, Você Sabe e o Motorista de Veiculo Transportador de Carga também Sabe...

Fonte: publicado em 19/08/2011 no Forum Sinistro de Transporte
Olá pessoal,
Ótimas contribuições e reflexões no sentido de que possamos melhor entender e agir nas ações preventivas para diminuir o excesso de acidentes nas estradas. Viajo com frequência e estar dirigindo na estrada é um ótimo aprendizado para conhecer as diversas maneiras que os motoristas agem quando estão dirigindo seus caminhões. Necessitamos estimular o entendimento de que dirigir com segurança é exercitar a inteligência na sua plenitude. Não basta ter conhecimento da tecnologia embarcada nos veiculos, mas ter atitudes comportamentais para entender e agir de maneira que possa lidar independente da pressão excercida no sentido da exposição de profissionais a riscos para si mesmo e aos outros que estão trafegando na estrada. Pesquisas recentes que realizei no sentido de melhor entender o que os profissionais da atualidade dirigem seus veiculos e comento, que ouvi várias vezes a expresão "eu sei tudo e não sinto necessidade de aprender mais nada". Como outros colegas comentaram em suas manifestações sobre o excesso de confiança em dirigir seus veiculos. Estou com um projeto em socializar conhecimentos, experiências e pesquisas em contribuir na melhoria da cultura do transporte. Tenho conhecido profissionais e empresas dispostas a melhorar os serviços para seus clientes finais, como também tenho conhecido o outro lado, que é dito não quero ajuda porque nós sabemos tudo. O resultado visto pela sociedade é a cada momento novos acidentes, prejuízos materiais, acidentados, etc... Independente dos nãos vou continuar investindo no desenvolvimento e capacitação dos profissionais e empresas abertas em gerar serviços com qualidade e segurança para termos uma melhor sociedade. Parabenizo a todos que participam do Grupo Sinistro do Transporte, em especial ao profissional Valdir Ribeiro! Que tenhamos muita luz e sabedoria para lidar com os desafios do transporte. Eng. José Rovani

Treinamentos In Company

Treine todos em sua empresa, do porteiro e faxineira ao presidente. Todos trabalham com pessoas e são elas a grande diferença na construção do sucesso de qualquer empresa no mundo!
Autor: Gilclér Regina

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Futuro do Painel de Instrumentos e o Ambiente de Condução dos Veiculos

Segundo Hanna Johansson da Scania, nós veremos mais e mais funções na cabine do caminhão e, obviamente, tecnologia em evolução. Eu penso que esse será o foco central para o ambiente do motorista no futuro. Não se pode continuar a acrescentar botões, por isso, mais funções serão agrupadas em um formato baseado em tela, diz.
Sempre haverá a necessidade das funções principais serem permanentemente acessíveis. Algumas funções são necessárias com tanta frequência que sempre haverá botões para elas. Mas para funções secundárias, eu penso que teremos sistemas que serão ativados para fornecer ao motorista a informação correta, no momento certo.
Fonte: publicado na Scania Rei da Estrada, edição nr. 144, junho/julho/agosto 2010.

domingo, 14 de agosto de 2011

Artigo - Motorista Profissional, um diferencial para a empresa!

Artigo publicado em 27/07/2011 no Noticenter (http://www.noticenter.com.br/)
 
 
Por José Rovani
Palestrante para motoristas no
segmento de transportes


No decorrer dos tempos vem ocorrendo uma grande mudança no perfil profissional do motorista, principalmente naquele que atua no segmento de passageiros e cargas. Com base em observações, feedback dos motoristas, vivência no desenvolvimento de produtos e serviços gerados no segmento dos transportes, decidi socializar nesse artigo a realidade atual do motorista.

Do motorista do segmento de transporte de passageiros e de carga é exigida diariamente uma disposição mental no sentido de que seus serviços profissionais atendam à necessidade do cliente. Ele, a cada momento que presta seus serviços na comunidade, representa o proprietário da empresa. Para isso ele necessita estar preparado tecnicamente e emocionalmente para dar as melhores respostas para um cliente cada vez mais exigente.

O motorista exerce uma liderança no contexto logístico desde o ponto de origem até o destino. Ele passa a ser responsável pelo transporte da carga ou pelos passageiros transportados, mas é importante que esteja preparado e motivado para exercer o correto exercício da sua profissão.

O cliente requer serviços responsivos e com qualidade por parte do motorista, exigindo uma responsabilidade na prestação de serviços com pontualidade, segurança e confiabilidade.

Buscar resultados com excelência na qualidade dos serviços requer uma responsabilidade da empresa e do motorista no sentido de que ambos estejam conscientes de uma capacitação técnica e comportamental para prestar serviços diferenciados aos clientes finais.

A sustentabilidade dos negócios passa por ter nas equipes motoristas que saibam prestar serviços com confiança e segurança no relacionamento com o cliente. Para isso é necessário investir em novas práticas de serviços de acordo com o perfil da clientela, para que se produzam resultados prósperos para toda a cadeia de serviços logísticos.

Sem dúvida o investimento na educação continuada do motorista profissional permite que tenhamos uma inclusão social de profissionais qualificados para atender a demanda no segmento dos transportes. Percebe-se que motoristas que são valorizados pela empresa têm sua autoestima elevada e seu comprometimento gera resultados operacionais prósperos para o cliente, para a empresa e sua vida é próspera.

O motorista profissional comprometido é um diferencial que a empresa passa a ter na sua equipe, porque cuida melhor do patrimônio da empresa que está sob sua responsabilidade, cumpre prazos, antecipa necessidades do cliente, ouve sugestões e as direciona para o canal competente da empresa. O motorista é o líder da operação! Pense nisso!