Motorista Comprometido

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Arquivo: HighPluss Treinamentos, 2017.

Notícias

terça-feira, 23 de abril de 2013

Lei de Descanso dos caminhoneiros não é fiscalizada


estrada
Terminou em março o prazo dado pelo Governo Federal para que a Lei do Descanso dos Caminhoneiros começasse a ser fiscalizada. A determinação dá direito a mais tempo de intervalos para os motoristas. A cada 4 horas de viagem, o motorista deve fazer uma pausa de pelo menos 30 minutos, e após um dia de jornada, o intervalo deve ser de 11 horas. A lei entrou em vigor em setembro de 2012, mas segundo os caminhoneiros nada mudou.
A fiscalização foi prorrogada por seis meses para que postos adequados de parada fosse montados ao longo das rodovias, durante esse período, o Conselho Nacional de Trânsito, chegou a suspender os efeitos da lei, que já foi restabelecida.
A resolução do Contran obriga os pontos de parada a dispor condições sanitárias e de conforto, assim como alojamentos e refeitórios aos motoristas. Na próxima terça-feira (23), deputados federais vão se reunir em Brasília para discutir uma proposta de alteração na Lei do Descanso, uma das mudanças deve ser no tempo de parada dos motoristas.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal a fiscalização da lei ainda não começou, porque a ação seria melhor executada em parceria com o Ministério do Trabalho. Casa haja irregularidades no cumprimento dos horários dos caminhoneiros, as empresas devem ser contatadas.
Ainda não há prazo para as fiscalizações nas rodovias federais. Mas a PRF informou que faz fiscalizações rotineiras para evitar outras irregularidades envolvendo caminhoneiros.
Fonte: G1
Publicado em 22/04/2013 no Blog do Caminhoneiro.

Novo modelo prevê pesagem automática de caminhões nas rodovias federais


pesagem de caminhoes
Os postos de pesagem de veículos nas rodovias federais precisam passar por um sistema de aperfeiçoamento. Faltam recursos para a construção e reforma dos locais e para a contratação de agentes de trânsito e policiais rodoviários federais, além do tamanho dos estacionamentos, que não é mais adequado ao fluxo e à dimensão da frota. Outro gargalo é a falta de definição na responsabilidade pela guarda dos veículos retidos para transbordo do excesso de carga.Todas estas observações estão em um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), divulgado nesta semana. O trabalho avalia a execução de programas do governo, com foco nas operações do sistema de pesagem de veículos. De acordo com o relatório, o objetivo do estudo é evitar a deterioração precoce das rodovias federais, causada pelo tráfego de veículos com excesso de peso.
A CGU avaliou os 35 postos em operação no país. Mais problemas constatados são a ausência de equipamentos e sistemas necessários para executar o serviço, além da falta de infraestrutura adequada, com alta incidência de problemas de sinalização. Outro fator prejudicial é a constatação de que o atual sistema de pesagem não se encontra isento de rotas de fuga – há veículos que executam desvios para evitar a fiscalização.
Pesagem automática
Segundo o relatório, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) propôs uma alteração do atual Plano Diretor Nacional Estratégico de Pesagem. A ideia é instalar no Brasil um novo sistema de pesagem, mais moderno e semelhante ao de outros países, com componentes eletrônicos capazes de medir o peso dos caminhões de forma automática, com respeito à velocidade da vida, sem necessidade de parada.
Em nota, o Dnit informou à Agência CNT de Notícias que o novo sistema é desenvolvido desde agosto de 2012, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). De acordo com o órgão, a pesagem em movimento será uma inovação tecnológica para os padrões brasileiros. As vantagens são a diminuição no tempo de parada no processo de fiscalização e diminuição do número de agentes público envolvidos no processo.
O Dnit assegura que já iniciou a preparação dos editais para lançar o novo modelo no mercado, cuja licitação está prevista para o mês de junho deste ano. A expectativa é que o método diminua o número de veículos com excesso de peso nas estradas, o que pode resultar em, menos gastos de manutenção e menor risco de acidentes.
Dados do Plano Nacional de Pesagem apontam que a vida útil de uma rodovia pode diminuir entre cinco e três anos quando ela é exposta a excesso de peso de 10% e 20%, respectivamente. Em 2009, segundo o Dnit, o excesso médio de peso por veículo foi superior a uma tonelada (1.167kg). Em 2010, houve uma redução de 17% e o excesso médio registrado em cada veículo foi de 968 kg.
Para o diretor da área técnica da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística), Neuto Gonçalves dos Reis, a mudança é positiva. “É preciso combater o excesso de peso. É ilusório pensar que carregar mais carga significa maior faturamento. O caminhão que roda com sobrecarga tem maior curso operacional, consome mais pneus e combustível, além de colocar em risco a segurança com a possibilidade de acidentes”, explica.
No entanto, Neuto afirma que o novo método mudaria as técnicas de pesagem. “Não é um sistema convencional, será preciso mudar regulamentos técnicos, metodológicos, para que isso venha a ser implantado. É um sistema completamente automatizado, que dispensa a presença local do agente”, adverte.

Fonte: Agência CNT de Notícias

Lei dos Caminhoneiros fica só no papel e eleva custo do agronegócio

A Lei dos Caminhoneiros, que determina paradas e regras para melhorar a qualidade de vida destes profissionais, ainda é um faz de conta no Brasil. Em vigor desde 15 de março, ela não melhorou a vida dos motoristas, elevou os fretes e ainda causa muita confusão. O Congresso já prepara uma revisão, mas há situações de desrespeito que fogem à própria lei. Esta é a realidade que a equipe do GLOBO constatou ao percorrer 2.450 quilômetros entre Lucas do Rio Verde (MT) e Paranaguá (PR), a principal rota da soja, como mostra o segundo dia da série “Celeiro em Xeque”.
A situação mais grave, segundo os próprios caminhoneiros, é a falta de locais adequados para parada nas estradas. Em grande parte do Brasil, simplesmente inexistem locais para banho, refeição ou para dormir com higiene e segurança. E nas rodovias onde há áreas para este fim o espaço é insuficiente para o crescente número de caminhões. Os motoristas passam ainda por uma espécie de seleção e, por vezes, são impedidos de descansar por ordem dos donos dos postos de gasolina.
— Está aumentando o número de postos que expulsam caminhoneiros. A gente chega, estaciona e logo vem um segurança perguntando o que a gente vai fazer. Quando a gente fala que vai tomar banho, dormir um pouco no próprio caminhão, eles falam para a gente sair. Dizem que faz oito meses, um ano que a gente não abastece ali e que o espaço é só para quem é cliente frequente. É um absurdo — afirma o motorista Valdecir dos Santos.
Falta de assistência, apesar de pedágio
Ele conta que, além de humilhante, isso coloca em risco a vida dos caminhoneiros, que dirigem com sono ou têm de parar em acostamentos, sem a menor segurança:— O pior é que isso acontece até nas grandes estradas, com pedágio. Muitas vezes pagamos mais de R$ 100 numa única praça de pedágio e não temos assistência alguma — diz Santos.
Daniel Rodrigues de Oliveira, caminhoneiro de Toledo (PR), confirma o abuso. Ele conta que, em alguns casos, os seguranças dos postos chegam a ser enérgicos:— Isso é um desrespeito. O posto não é uma loja que pode escolher clientes. Qual a diferença entre os caminhoneiros? Talvez eu não tenha abastecido lá ultimamente, mas já abasteci um dia.
O problema surpreendeu o deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), que preside no Congresso uma comissão para alterar a lei. Ele afirmou que pretende tratar desta questão na reforma da lei.
— Os postos nas beiras das estradas são concessões públicas, não podem escolher quem pode descansar. Vamos tentar criar uma regra para obrigar as concessionárias de rodovias a criarem locais de descanso público — afirmou o deputado, que espera enviar o novo projeto de lei para votação ainda em abril.
Para Amador Trindade Filho, que deu carona para a equipe do GLOBO, a profissão ainda é muito desrespeitada:
— Às vezes, parece que temos algum tipo de doença, as pessoas não tratam os caminhoneiros com respeito. Trabalho pesado para dar educação para os meus filhos para que eles não sigam a minha profissão, apesar de gostar do que faço, por me permitir conhecer todo o Brasil.
A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) reconhece que a lei precisa de muitas mudanças. O principal pedido coincide com a vontade dos transportadores e usuários de serviços de transporte: redução do período de descanso diário obrigatório, de 11 para seis ou oito horas, e maior flexibilidade nas paradas. Algumas empresas, para se adequarem à lei, adotaram o procedimento da parada remota, quando o motor do caminhão desliga automaticamente após certo tempo rodando na estrada.
— Há essa situação de parada remota do caminhão, que não faz o menor sentido. O caminhão desliga quando o caminhoneiro está há 50 quilômetros de casa, por exemplo. E aí ele tem de ficar 11 horas descansando.
Na avaliação do senador Clésio Andrade (PMDB-MG), presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o próprio caminhoneiro não está sendo beneficiado pela lei. Para ele, é necessário aperfeiçoar a legislação. Glauber Silveira, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), frisa que o governo não preparou o país para a implementação da lei:
— Tudo está sendo repercutido no frete.
Independentemente das mudanças na lei, especialistas indicam que o Brasil precisa melhorar o controle de sua frota, de cerca de três milhões de caminhões. Gustavo Coelho, diretor comercial da Sascar (empresa que oferece soluções de logística) acredita que, com as novas tecnologias, pode haver ganhos de custos, minimizando eventuais aumentos nos gastos com a Lei dos Caminhoneiros:— Grande parte do problema pode ser resolvido com soluções modernas de monitoramento e gestão. O país perde R$ 2 bi por ano com roubo de carga e outros R$ 10 bilhões com acidentes.
No vale tudo das estradas, acidentes e desperdícios
Para o paranense Amador Trindade Filho, seu trabalho sempre começa ao anoitecer. Mais que uma preferência pessoal, este caminhoneiro com 12 anos de estrada opta pela noite para o início da jornada de 2.450 quilômetros de Lucas do Rio Verde (MT) a Paranaguá (PR) por um motivo simples: fugir do caos das estradas que, durante o dia, ficam entupidas de caminhões como o dele, também levando a soja ao porto. As viagens são mais rápidas, mas o risco é sempre maior: em todas presenciou pelo menos um acidente nas rodovias.
— Saindo à noite ganho quatro, cinco horas, pois muitos caminhoneiros param para dormir e a estrada fica mais livre. De dia não há espaço para todos, há filas. À noite a viagem rende mais — disse Trindade.
Ele escolheu a profissão para ganhar cerca de R$ 4 mil por mês, o dobro do recebido por motoristas das cidades.
Trindade poderia viajar sob a luz do sol e reduzir em 20% os três dias que gasta no trajeto, se as estradas fossem bem conservadas, com acostamento e até duplicadas. Mas o que ocorre é o contrário: para passar pelos 20 quilômetros do Anel Viário de Cuiabá, ele gasta três horas na estrada esburacada. Com acidentes, esse tempo chega a incríveis nove horas. Apesar de ser um contorno de capital, a situação piorou muito com o jogo de empurra entre governos. Agora, diz o estado do Mato Grosso, a solução virá. E, para ser mais rápido, usará o sistema de licitação especial para a Copa. A promessa é que a estrada fique melhor no fim de 2014.
Estradas do MT matam um ‘Boeing’ por ano
Essa situação, reclamação recorrente de diversos caminhoneiros, resulta em acidentes e mortes. Trindade conta que nunca fez uma viagem sem ver um caminhão capotado. No ano passado, foram 278 mortes no estado, o equivalente a um Boeing lotado. Nos primeiros meses de 2013, já são 73 vítimas fatais, 20 delas, caminhoneiros. Ele não perde apenas tempo e corre riscos: também perde dinheiro. Os transportadores lembram que 15% do frete da soja vão para pneus e manutenção. Se a estrada fosse boa, esse percentual seria de apenas 3%, média mundial do setor.
Com a infraestrutura precária, o Brasil perde, apenas com milho e soja, R$ 8 bilhões por ano, segundo estudos da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) e de especialistas em logística — cerca de R$ 6,6 bilhões com a soja e R$ 1,4 bilhão com o milho. Esse prejuízo equivale a 13% do montante exportado com os dois produtos em 2012. Isso reduz a competitividade das duas lavouras, que representarão 86% da safra recorde de 184 milhões de toneladas de grãos do país, prevista para este ano.
— O agronegócio, apesar de fundamental para o saldo comercial brasileiro, não é prioridade para o governo. Com estes problemas de transporte perdemos competitividade e, ao mesmo tempo, temos alimentos caros e pessoas que ainda passam fome no país — afirma Glauber Silveira, presidente da Aprosoja-Brasil.
Tal prejuízo está ligado diretamente à escolha dos caminhões como principal meio de transporte de longa distância. Percorrer as estradas dos quatro estados que estão no caminho do campo ao porto deixa evidente esse erro. Em muitos trechos, caminhões, cada vez maiores — já há veículos de nove eixos que levam 50 toneladas de soja — andam em filas que parecem trens sobre o asfalto.
No fim da viagem, novos problemas. Dessa vez, nos portos. A falta de investimento e a burocracia levam a cancelamentos de contratos e desperdícios com esperas e ineficiências.
— Há duas medidas a curto prazo que podem atenuar o caos logístico. Uma delas é que os portos funcionem 24 horas. A outra é a construção de armazéns. Eles podem ficar prontos em seis a oito meses e permitiriam que os produtores reduzissem a quantidade de soja vendida antecipadamente. Com a venda antecipada, o produtor põe na estrada o grão assim que colhe, aumentando o congestionamento e tornando os caminhões, na prática, silos sobre rodas — afirma Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
Propina já entra no orçamento do frete
Semana passada, o governo federal determinou que os portos de Santos, Rio, Vitória, Suape, Paranaguá, Rio Grande, Itajaí e Fortaleza comecem a funcionar ininterruptamente. Mas outros problemas persistem. Não é incomum navios ficarem dias a fio esperando um local para atracar nos terminais brasileiros:
— Os problemas estão nas estradas, armazéns, ferrovias, hidrovias, manutenção. Não temos corredores exportadores. O nosso déficit de investimento é de R$ 400 bilhões. Mesmo que todo o pacote do governo (concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos) saia do papel, as melhorias só serão sentidas em três ou quatro anos — diz o senador Clésio Andrade (PMDB-MG), presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT).
Para completar o cenário, a propina é generalizada em toda a cadeia, dizem caminhoneiros. Embora não reconheçam publicamente, as grandes transportadoras já incluem a caixinha de alguns policiais em seus orçamentos. Até mesmo no organizado Porto de Paranaguá — que este ano não sofreu com filas de caminhões — a propina está presente:
— Se não pagar R$ 2 para o cara que abre a lona na hora da triagem da soja, ele a deixa de um modo que acaba fazendo com que ela se rasgue — disse um caminhoneiro que pediu para não ser identificado, lembrando que passam por lá mil caminhões por dia.
— No fim, a gente vende uma saca de 60kg de soja mas o produtor fica só com 35kg, o dinheiro some no caminho — afirma Leonildo Bares, presidente do Sindicato Rural de Sinop (MT).
Fonte: O Globo
Publicado em 23/04/2013 no Blog do Caminhoneiro.

terça-feira, 16 de abril de 2013

HighPluss oferece cursos de capacitação profissional para motoristas no Brasil

man onibus
A HighPluss Treinamentos de Joinville oferece cursos e treinamentos para capacitação profissional dos motoristas de ônibus, caminhões, vans, transporte escolar e taxistas.
O objetivo é permitir a atualização dos profissionais que dirigem veículos automotores e prestam serviços para comunidade no sentido de melhorar a qualidade do atendimento.
Outro fator importante nos treinamentos é socializar conhecimentos e experiências para que cada motorista tenha confiança e segurança para saber lidar com reclamações e conflitos no interior do veículo.
Os treinamentos são desenvolvidos com práticas e dinâmicas que possibilitam aos motoristas entender sobre as mudanças comportamentais dos clientes na utilização do transporte.
Acesse o e-mail: treinamentos@highpluss.com.br para que sua empresa agende os cursos de capacitação para os motoristas. Valorize seu capital intelectual!
Fonte: HighPluss
Publicado em 16/04/2013 por  no Blog do Caminhoneiro

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Excelente Reportagem da Ana Maria MAIS VOCÊ sobre Transportes Públicos no Rio de Janeiro

Recomendo, que assista a excelente reportagem (15/04) da Ana Maria (MAIS VOCÊ) sobre a 

qualidade dos serviços prestados nos ônibus do Rio de Janeiro, que é uma pequena amostra

do que acontece diariamente em todo o Brasil. 


Investir na educação profissional é uma decisão inteligente! 


Praticar novos aprendizados é a solução!!!


Acesse os links: 

http://globotv.globo.com/rede-globo/mais-voce/v/geovanna-tominaga-sente-na-pele-o-sufoco-de-quem-anda-de-onibus-no-rio/2517044/

http://globotv.globo.com/rede-globo/mais-voce/v/veja-flagrantes-de-problemas-com-onibus-no-rio/2517051/

http://globotv.globo.com/rede-globo/mais-voce/v/motorista-de-carro-conta-flagrante-de-onibus-em-alta-velocidade/2517056/

Parabéns a você visitante por estar interessado em saber mais sobre a realidade dos transportes públicos!

Palestrante José Rovani
Especialista em Transportes Públicos
HighPluss Treinamentos - Joinville

domingo, 14 de abril de 2013

HighPluss oferece cursos de capacitação profissional para motoristas no Brasil

  • A HighPluss Treinamentos de Joinville oferece cursos e treinamentos para capacitação profissional dos motoristas de ônibus, caminhões, vans, transporte escolar e taxistas.
O objetivo é permitir a atualização dos profissionais que dirigem veículos automotores e prestam serviços para comunidade no sentido de melhorar a qualidade do atendimento.

Outro fator importante nos treinamentos é socializar conhecimentos e experiências para que cada motorista tenha confiança e segurança para saber lidar com reclamações e conflitos no interior do veículo.



Os treinamentos são desenvolvidos com práticas e dinâmicas que possibilitam aos motoristas entender sobre as mudanças comportamentais dos clientes na utilização do transporte.

Acesse o e-mail: treinamentos@highpluss.com.br para que sua empresa agende os cursos de capacitação para os motoristas. 

A HighPluss Treinamentos agradece a sua confiança e preferência!






terça-feira, 9 de abril de 2013

Dilma sanciona lei que beneficia caminhoneiros e retira transportadoras da desoneração da folha


caminhoneiros - lei 12619A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quarta a Lei 12.794 que, entre outras medidas, beneficia os caminhoneiros autônomos com a redução da base de cálculo do Imposto de Renda destes profissionais e regulamenta a desoneração da folha de pagamento para diversos setores da economia, deixando o transporte rodoviário de cargas de fora.
Para os caminhoneiros autônomos, o benefício vem com a redução da base de cálculo do Imposto de Renda de 40% para 10%, gerando grande redução tributária. A Receita Federal estima que a redução vai implicar em uma renúncia fiscal de R$ 1,21 bilhão em 2013 e de R$ 1,34 bilhão em 2014.
Segundo o presidente da União Nacional dos Caminhoneiros, José Araújo “China” da Silva, a medida é um sonho antigo dos caminhoneiros e um projeto nascido da necessidade da categoria. “É muito importante reduzir o imposto de renda para a classe, que, com outras vitórias que tem conquistado, com a regulamentação da profissão e o fim da carta-frete, passa a ser efetivamente de contribuintes, que podem ter acesso aos recursos dos planos do Governo para renovação da frota e financiar melhores equipamentos e tecnologias para o exercício da atividade”, diz o dirigente.
Sem desoneração para as empresas
Segundo o texto da mesma Lei, a desoneração da folha de pagamento das empresas foi vetada para alguns setores que haviam sido incluídos na lista publicada na MP 582, que dá origem à Lei 12.794. O setor de transporte rodoviário de cargas ficou de fora da desoneração, dada como quase certa quando a MP saiu.
As empresas de transporte ferroviário, metroviário de passageiros, de prestação de serviços aeroportuários, entre outras, também ficara de fora do benefício. Na mensagem encaminhada para justificar os vetos, a presidente afirma que “os dispositivos violam a Lei de Responsabilidade Fiscal ao preverem desonerações sem apresentar as estimativas de impacto e as devidas compensações financeiras. O veto destas novas desonerações implica o veto dos respectivos dispositivos de vigências”.
A nova lei, de número 12.794, trata ainda de outros temas, como a redução de prazo para efeito de desconto do Imposto sobre a Renda da depreciação acelerada de bens de capital.
Publicado em 08/04/2013 por Rafael Brusque Toporowicz no Blog do Caminhoneiro

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Deputado diz que caminhoneiro dirige porque gosta e que descanso pode ser só de 6 horas


CaminhoneirosO deputado Nelson Marquezelli (PTB/SP), que presidente a Comissão Especial para alterar a Lei do Descanso (12.619) e faz parte da bancada ruralista, deu uma entrevista preocupante à TV Câmara. Segundo o deputado, as mudanças na lei devem ser mais profundas do que se imaginava. O tempo de descanso entre uma jornada de trabalho e outra pode ser reduzido de 11 para somente 6 horas.
E o descanso semanal remunerado do caminhoneiro autônomo deve ser baixado de 36 horas para “no máximo, no máximo” 10 horas. Ou seja, pelo que disse o parlamentar, a comissão também pretende alterar a CLT, tornando novamente o caminhoneiro empregado um trabalhador diferente dos demais.
Além disso, o deputado quer flexibilizar o tempo de descanso que os motoristas devem cumprir durante a jornada. A lei diz que o profissional precisa parar meia hora a cada quatro horas ao volante. A proposta de Marquezelli é de que essa meia hora seja cumprida num intervalo entre 3 e 5 horas ao volante.
Durante a entrevista, o deputado aponta a profissão de caminhoneiro como “diferente” das demais. “Quem é caminhoneiro dirige porque gosta”, afirma. Na sequência, sua fala dá a impressão de que dirigir caminhão é como passear. “Ele (o caminhoneiro) está naquela televisão, que é seu visor. Ele está passando em várias cidades, em várias estradas. Ao mesmo tempo que está ouvindo um rádio e está conversando com amigo, se tiver um carona. O caminhoneiro é diferente de muitos empregos”, declara.
Para o deputado, que é produtor rural, a lei não veio para proteger o caminhoneiro, uma vez que não há pontos de paradas para seu descanso.
Quanto à preocupação com a segurança no trânsito, que foi uma das motivações da Lei do Descanso, o deputado diz que o uso de rebite “existe, mas não no tamanho que pregam”. Ele acredita que esse problema poderia ser resolvido obrigando o caminhoneiro a fazer um teste anual de sangue para detectar o uso de drogas.
No final da entrevista, Marquezelli dá outra declaração polêmica. Diz que o frete brasileiro foi responsável pela inflação.
A comissão deve concluir seus trabalhos nas próximas semanas. Segundo a assessoria do deputado, as alterações propostas não precisam passar necessariamente por votação em plenário.
Fonte: Revista Carga Pesada
Publicado em 08/04/2013 por Rafael Brusque Toporowicz no Blog do Caminhoneiro

domingo, 7 de abril de 2013

Projeto quer acabar com dupla função em todo o País


dupla função

Depois de tragédia envolvendo ônibus no Rio de Janeiro, projeto de lei quer impedir a dupla função no transporte coletivo em todo o País.
Dupla função nos ônibus pode acabar em todo o País
Projeto é de Deputado Federal e deve alterar Código de Trânsito Brasileiro
ADAMO BAZANI – CBN
A dupla função, pela qual o motorista de ônibus dirige e cobra ao mesmo tempo, pode acabar em todo o País.
O deputado federal Rodrigo Maia apresentou um projeto de lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro para incluir a proibição.
Para ele, se dirigir e falar ao celular é proibido porque tira a atenção do motorista, manipular dinheiro, mexer com troco, cuidar de eventuais problemas na catraca eletrônica afetam ainda mais a concentração do condutor.
Além disso, ao acumular duas funções, o motorista dirige mais cansando e pode se estressar mais, o que afeta também o seu nível de atenção.
O projeto de lei foi apresentado depois da tragédia envolvendo o ônibus da linha 328 da Viação Paranapuan que matou sete pessoas no Rio de Janeiro. O ônibus acidentado era do tipo micrão, um pouco menor que o convencional, mas que não tem cobrador.
O projeto considera dirigir e cobrar infração gravíssima e prevê punições às empresas de ônibus, mas ainda não determinou a forma de punição à companhia transportadora. O motorista seria punido também com pontos na carteira e multas.
Não há ainda prazo para o projeto de lei ser votado.
Publicado em 05/04/2013 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Motoristas do Rio devem ser qualificados para relacionamento com passageiros



ônibus

Motoristas e cobradores de ônibus devem passar por mais treinamentos para aperfeiçoar a conduta no relacionamento com os passageiros. Objetivo é evitar transtornos e tragédias como a da linha 328.
Motoristas de ônibus devem ter treinamento para situação de crise
Após queda de veículo de um viaduto no Rio de Janeiro, motivada por uma briga entre motorista e passageiro, sindicato das empresas de ônibus pretende dar treinamentos e criar manual para operadores de transporte coletivos.
ADAMO BAZANI – CBN
O Rio Ônibus – Sindicato das Empresas de Ônibus do Município do Rio de Janeiro deve criar um manual com orientações para os motoristas de como agir em situações adversas e de crise, como evitar conflito com os passageiros.
A informação é da assessoria de imprensa da entidade.
A qualificação nos cursos para os motoristas foi repensada após o acidente com o ônibus da linha 328, que caiu de um viaduto da Avenida Brasil e provocou a morte de sete pessoas.
A tragédia teria ocorrido depois de o motorista André Luiz da Silva Oliveira, de 33 anos, ter sido agredido pelo universitário Rodrigo dos Santos Freire, de 25 anos. Os dois teriam discutido antes da agressão.
O manual vai trazer dicas de como o motorista deve se portar em caso de provocação, evitar discussão, como dirigir em situação de estresse e reforçar os conceitos de direção defensiva.
Também deve ser criado uma espécie de Diário de Bordo para o condutor relatar casos de ofensas e provocações de passageiros, com informações se há um determinado usuário que tem essa atitude constante, os pontos, linhas e horários que mais registram problemas de relacionamento.
Palestras e novos cursos devem ser pensados.
As empresas de ônibus reconhecem o nível de estresse ao qual são submetidos os motoristas e cobradores de ônibus. O sindicato da categoria alega que além da pressão natural do serviço, por causa do trânsito e do comportamento de alguns passageiros, os motoristas no Rio de Janeiro fazem longas jornadas de trabalho, o que afeta também a preparação emocional dos profissionais por causa da estafa.
O sindicato das empresas de ônibus cogita, com o diário de bordo, criar estatísticas para identificar linhas com maiores problemas.
Publicado em 04/04/2013 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus