Motorista Comprometido

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Notícias

sábado, 31 de janeiro de 2015

Mais 13,6 km da SP-225 João Baptista Cabral Rennó são entregues duplicados

A SP-225 João Baptista Cabral Rennó, rodovia com conexão com a SP-280 Castelo Branco, e que permite a interligação da região de Bauru ao oeste do Estado de São Paulo e ao norte do Paraná, está sendo totalmente transformada com a duplicação. Com a presença do governador Geraldo Alckmin, neste sábado (24/01/2015), a CART – Concessionária Auto Raposo Tavares entregou duplicados mais 13,6 quilômetros da via, dentro do município de Piratininga. Também foram inaugurados três novos dispositivos de acesso e/ou retorno.
É o segundo trecho da SP-225 duplicado pela CART. Em 2013, foi entregue o segmento entre o km 235+040 (entroncamento com a rodovia Marechal Rondon) até o km 242+670 (ponte do Rio Batalha), no município de Bauru. Agora, a rodovia também está duplicada entre o km 242+670 (ponte do Rio Batalha) até o km 256+327, no município de Piratininga. A nova pista tem duas faixas de rolamento, acostamento, sistema de drenagem para escoar a água da chuva, sinalização horizontal e vertical, obras complementares e canteiro central para separar o fluxo de veículos de sentidos opostos.
Na solenidade, realizada neste sábado, a CART também inaugurou três novos dispositivos na SP-225: no Km 244+400 (acesso ao Distrito Industrial de Piratininga); no Km 246+200 (acesso à cidade de Piratininga) e no Km 251+800 (acesso ao Distrito de Alba). Os dispositivos possibilitam o acesso e/ou retorno de forma segura e confortável, em substituição ao cruzamento dos veículos sobre a pista.
SAMSUNG CSCSão obras que beneficiam diretamente uma população estimada em 358 mil pessoas, entre eles moradores de Bauru e de Piratininga e os usuários do Corredor Raposo Tavares. O investimento da CART na duplicação dos 13,6 km e na construção dos três dispositivos foi na ordem de R$ 63,7 milhões. Além disso, a duplicação e os dispositivos geraram 359 empregos diretos e 1.077 empregos indiretos.
“Além de dar maior segurança e conforto para quem transita pela SP-225 João Baptista Cabral Rennó, a duplicação contribui para o desenvolvimento da região, oferecendo uma infraestrutura mais adequada para indústrias, agronegócio, comércio, turismo e prestação de serviços em geral”, frisa James Guerreiro, Presidente da CART.
A CART, uma empresa Invepar Rodovias, administra o Corredor Raposo Tavares, que é formado pela SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares, no total de 834 quilômetros entre Bauru e Presidente Epitácio, sendo 444 no eixo principal e 390 quilômetros de vicinais.
Fonte: Divulgação
Publicado em 29/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Ilhados em 2014, caminhoneiros já falam em última viagem ao AC pela BR

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Motoristas de caminhões vindos de vários lugares do país dizem que não vão arriscar a travessia de trechos alagados da BR-364 para vir ao Acre como fizeram na alagação do ano passado. De acordo com o caminhoneiro Everaldo Pajares, paulista de 50 anos, que transporta material de construção de São Paulo (SP) para o estado acreano há 30 anos, o nível do Rio Madeira está mais elevado do que na mesma época do ano passado. “A gente só fica no prejuízo, por isso não tem condições de voltar, essa é minha última viagem nesse período para cá”, diz.
De acordo com o Serviço Geológico do Brasil (CPRB) nesta sexta-feira (23), o nível do Rio Madeira registrava a marca de 14,98 metros, enquanto no mesmo dia do passado o nível estava em 15,18 metros.  Ao G1, o inspetor João Ribeiro, da Polícia Rodoviária Federal, em Rondônia, informou que na última medição feita na quarta-feira (21), no km 871, na região do Mutum, primeiro ponto que alagou no ano passado, faltavam apenas 78 centímetros para que a água atingisse a BR.
As lembranças das dificuldades enfrentadas no ano passado ainda estão vivas na memória de Pajares. O caminhoneiro conta que para não ficar sem trabalhar, passou três vezes pela BR-364 alagada no ano passado, e só não passou a quarta, porque a estrada já estava fechada. “Fiquei ilhado por mais de 15 dias em um dos pontos mais críticos da estrada, e nesse local tinham dezenas de motoristas parados. Pela minha experiência, principalmente em relação ao ano passado, e vendo como está o nível do rio esse ano, em poucos dias a estrada vai estar tomada pelas águas”, afirma.
Pajares diz que no ano passado, ele e os colegas de profissão passavam pela estrada com a ‘cara e a coragem’, já que nas primeiras vezes que atravessaram com a pista alagada, não havia sinalização. “De tanto a gente pedir, o governo do Acre, mandou bombeiros para sinalizar a estrada, mas de resto, todo mundo virou as costas para nós. Esse também é um dos motivos para que eu não volte esse ano no alagamento”, desabafa.
Segundo o caminhoneiro, a estrada ainda não tem nenhuma sinalização, mas os trechos que ficaram danificados com o alagamento de 2014 foram recuperados. Ele acrescenta ainda que mesmo o nível do Madeira estando alto e bem perto da BR-364, ainda não está tendo engarrafamento. “O caminhão é meu, a manutenção é muito cara, então, enquanto tiver nessa situação não vou mais vir pro Acre, devo fazer outro estado até tudo se normalizar”, disse.
Caminhoneiro há 30 anos, Everaldo Pajares, diz que em poucos dias a estrada vai estar tomada pelas águas
Caminhoneiro há 30 anos, Everaldo Pajares, diz que em poucos dias a estrada vai estar tomada pelas águas
Pajares acredita que os governantes estão escondendo o real motivo da alagação do Rio Madeira. “Faz 30 anos que faço transporte para o Acre, e nunca vi uma alagação como a de 2014. Por que no primeiro ano da usina alagou e agora no segundo também? Qualquer pessoa sabe que isso começou depois das usinas, até porque o rio não voltou ao nível normal desde então”, diz o motorista.
O motorista Romildo Pereira, de 36 anos, trabalha como caminhoneiro há dois anos transportando frios do Paraná (PR) para o município de Brasiléia, distante 220 km de Rio Branco. Ele foi um dos motoristas que arriscou a vida na travessia da BR-364 na alagação de 2014. Pereira disse que ficou parado na estrada por três dias próximo a balsa, por conta do alagamento, pois não tinha para onde seguir.
“Como transporto frios, o motor do caminhão ficou ligado direto e o produto não chegou a estragar, mas muita gente lá teve prejuízo com a carga. Mesmo com minha pouca experiência, em comparação com o ano passado, o nível do rio está bem acima e pelo que ouvi falar na balsa, a preocupação é que a chuva mal começou e a BR já está naquela situação. Há 20 dias eu estive no Acre e não estava assim, me assustei agora quando fui passar na balsa, o rio está lá em cima”, conta.
Pereira acrescenta que em época de chuva esse trecho é um dos que dá mais medo. Ele confessa que o que viveu na alagação do ano passado foi uma das situações mais difíceis nesses dois anos de estrada.
“Nem parecia que eu estava andando de caminhão, parecia mais um barco, era água para todos os lados. Se alagar novamente esse ano, não venho mais para o Acre, já fiquei assustado nessa última viagem. Enquanto tiver na época do inverno vou pedir para trocar o estado de entrega de produtos”, afirma.
Caminhoneiro que viaja com a família teme ficar isolado com esposa e filha na estrada
Motorista viaja com a família e teme ficar isolado na BR-364
Motorista viaja com a família e teme ficar isolado na BR-364
Maurício Tavares, de 27 anos, trabalha como motorista há três anos. Ele transporta cebola de Santa Catarina (SC) para o Acre. Em 2014, conta que atravessou a BR-364 três vezes, quando estava tomada pelas águas do Madeira. “Em todas as vezes que passei, senti muito nervosismo e medo, a terceira vez foi a pior de todas, minha esposa viajava comigo e estava grávida, nós ainda não sabíamos, ela ficou muito abalada”, diz.
O motorista fala que conversando com alguns amigos de profissão que também estavam vindo ao Acre nos últimos 15 dias, a maioria disse que não vão se arriscar a passar novamente pela BR-364 na alagação. Ele acrescenta que alguns desses caminhoneiros foram embora do Acre com os caminhões vazios, com receio de não conseguir passar.
“Sempre viajo com minha esposa e agora com nossa filha, de 5 meses, não quero correr o risco de ficar preso na estrada por conta da alagação. Então, vou preferir não vir ao Acre e arriscar passar novamente pela estrada naquelas condições com elas”, conta.
Entenda o caso
Em 2014, o Rio Madeira registrou sua cheia história, atingindo a marca de 19,74 metros. Por isso, o Acre ficou isolado via terrestre, uma vez que a BR-364 é o único acesso para os outros estados do país. Em abril daquele ano, o governo acreano chegou a decretar calamidade pública. Na época, os acreanos enfrentaram o racionamento de diversos alimentos nas prateleiras, além de gás de cozinha e combustíveis, o que gerou grandes filas de veículos nos postos.
No dia 8 de janeiro deste ano, o governo do estado se reuniu com representantes do Ministério da Integração Nacional para debater a criação de um plano de contingência para uma possível nova enchente.
Na ocasião, o meteorologista do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Luis Alves, disse que a expectativa é que não ocorra este ano uma cheia na mesma proporção da anterior. “Aguardamos uma nova cheia, mas não com a mesma magnitude do ano passado”, falou.
Publicado em 26/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Excessos de jornadas de trabalho de motoristas de ônibus aumentam no verão

É no período entre o Natal de um ano e o Carnaval do seguinte que a demanda por viagens aumenta, e, como consequência, as idas e vindas de ônibus nas estradas. Conforme estimativa da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), apenas na rodoviária de Porto Alegre são mil saídas e chegadas extras no período, fora as linhas intermunicipais. Para suprir a demanda, empresas alugam ônibus de turismo e contratam motoristas temporários. Com mais passageiros, mais veículos e mais congestionamentos, agrava-se um problema já recorrente: o excesso de jornada dos condutores, aponta a agência reguladora.
Conforme a Lei do Motorista, em vigor desde 2012, o condutor pode dirigir durante oito horas, prorrogáveis por mais duas, desde que haja um intervalo mínimo de 30 minutos a cada quatro horas. Segundo o coordenador de Fiscalização de Transporte Rodoviário de Passageiros da ANTT, Felipe da Silva Medeiros, o descumprimento à norma está entre as principais irregularidades flagradas pelos fiscais. Porém, ele explica que não é possível destacar números, já que não há integração entre a fiscalização feita pela agência, pelos demais órgãos de trânsito e pelo Ministério do Trabalho.
“Existem ainda exageros por parte de algumas empresas. Algumas procuraram se adequar à nova norma e se mantém, salvo eventualidades, como interrupção de rodovias, dentro da norma. Mas existem empresas que têm submetido motoristas a um excesso de jornada significativo e preocupante. É uma das infrações que tentamos combater com maior intensidade justamente por entender que ela traz um grave risco à segurança do transporte”, aponta o coordenador.
Medeiros afirma que o período de verão — ou seja, de alta demanda — é o mais crítico para a fiscalização, que já é miúda. Os três Estados da Região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) contam com 40 fiscais para 700 linhas regulares interestaduais e internacionais por dia — fora os ônibus de turismo e os horários extras. Para o especialista em transportes da Associação Latino-Americana de Sistemas Integrados e BRT (SIBRT), André Jacobsen, os dois acidentes que aconteceram em um intervalo de cinco dias e que deixaram 17 mortos apontam para a necessidade de maior fiscalização no transporte de passageiros (em nenhum dos casos houve excesso de jornada por parte de motoristas).
“A melhor afirmação que se pode fazer em torno disso é que fica um alerta para que haja mais fiscalização, tanto do lado do setor público, quanto das empresas operadoras, na gestão do serviço e da segurança. Serve como alerta para que não se tolere mau comportamento ou comportamentos de risco”, destaca Jacobsen.
Motoristas passam por 30 dias de treinamento, diz sindicato
Jacobsen considera a legislação brasileira “razoavelmente exigente” para que apenas motoristas qualificados transportem passageiros. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado (Sindirodosul), Moacir Anger, nenhum condutor de empresas que operam viagens de longa distância pega a estrada sem antes passar por um treinamento de, no mínimo 30 dias.
Além da capacitação após a contratação, o motorista precisa portar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria D (que tem exigências como idade mínima de 21 anos, habilitação há no mínimo dois anos na categoria B ou há um ano na C e não ter cometido nenhuma infração grave, gravíssima ou ser reincidente em infração média no último ano) e ter assistido aos cursos de capacitação de transporte coletivo e direção defensiva, com 40 horas/aula cada.
“O passageiro pode ficar muito tranquilo, porque ele é transportado por um profissional que tem extrema capacidade, tanto de treinamento quanto de habilidade”, defende Anger.
Segundo o presidente do sindicato, as empresas que operam no Rio Grande do Sul têm cumprido o limite de carga horária dos motoristas e, caso não sigam a lei, os funcionários podem denunciar anonimamente. Zero Hora entrou em contato com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento e Turismo do Estado (Sinfreturs), mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Publicado em 14/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Cinto de segurança é ignorado por 24% dos caminhoneiros

cinto de seguranca
Uma pesquisa da Agência Reguladora dos Transportes no Estado de São Paulo (Artesp) apontou que 24% dos motoristas de caminhão ou carretas admitem não usar o cinto de segurança. A pesquisa da Artesp revelou ainda que o índice da falta de cinto entre os passageiros dos caminhões é ainda mais alto e atinge 34%.
gerente de transportadora Carlos Martinelli disse que o número de ocorrências na empresa de Campinas chegou a cair 95% depois que os motoristas passaram a pagar a multa.
O tenente Jivago Pedra, da Polícia Rodoviária, diz que o problema persiste mesmo com o trabalho de fiscalização feito pela corporação. Ele lembra que o cinto impede que os ocupantes do caminhão sejam arremessados para fora em caso de acidente, assim como acontece nos carros de passeio.
Fonte: EPTV
Publicado em 12/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Caminhões usados – O desafio de revender

Aragao Autos
As dificuldades econômicas pelas quais o país tem passado têm afetado fortemente setores-chave da economia, e não tem sido diferente com o segmento de caminhões usados. Isso tem obrigado as empresas a se profissionalizarem mais.
A Aragão Autos, revenda de usados, que conta com 108 caminhões em estoque, de todas as marcas, modelos e tipos de implementos. E para fazer girar o estoque, adota práticas mais comuns às redes autorizadas das fabricantes.
De acordo com Luiz Fernando, sócio-diretor da empresa e presidente do setor de usados da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), 32 caminhões são vendidos por mês, somadas as três unidades da Aragão Autos, alcançando a média de 384 unidades vendidas ao ano. Esses veículos geralmente são vendidos com quatro anos de uso e média de 400 mil quilômetros rodados. Mas antes de ficarem disponíveis para a venda em uma das lojas, os caminhões passam por algumas rigorosas etapas de avaliação. Todos os modelos recebidos passam por uma pré-avaliação na oficina, onde são verificadas as partes de força do caminhão (motor, transmissão e diferencial).
Após isso, os veículos passam por uma revisão, quando são trocados óleo e filtro, e são analisados o estado dos pneus e outros possíveis reparos. Após essa etapa, entramos na chamada parte de estética, quando são colocados os acessórios no caminhão. Por último, o caminhão recebe o implemento. Luiz explica que a empresa costuma colocar um implemento que torne o caminhão mais rentável e cita como o exemplo a grande demanda por caminhões-pipa na região (Ceará), onde há uma longa estiagem o que faz desse implemento o mais procurado.
Após essas etapas, os caminhões ficam disponíveis para a venda em uma das unidades da empresa, e tem início, então, a parte burocrática. Na visão de Luiz, a crise econômica que o mundo enfrenta desde 2008, somada a dificuldade de se financiar caminhões usados, são os fatores determinantes para a atual estagnação na venda de usados. Como o cliente de forma geral tem o crédito muito restrito para este tipo de operação, a empresa decidiu abrir uma carteira de financiamento próprio, para não ter de fechar as portas.
Com uma entrada de 60% do valor do veículo escolhido ou dando um caminhão usado como parte do pagamento, o cliente pode parcelar o restante do valor em até 24 vezes no cheque.
Essa foi a maneira adotada pela empresa para driblar as financeiras, que impõem além da burocracia, requisitos como financiamento de caminhões de, no máximo, cinco a dez anos de uso e juros altos.
“O Finame é um programa de governo elitista. Porque só os grandes empresários são favorecidos. Os pequenos caminhoneiros autônomos não têm acesso a este tipo de recurso, então, essa é a grande indignação dos empresários de caminhões usados”, acrescenta Luiz.
A empresa trabalha com todas as marcas e modelos, mas Luiz afirma que, algumas são as mais procuradas. Pesquisas e levantamentos próprios indicam que, antigamente a Mercedes-Benz era a marca mais desejada por seus clientes. De 2012 em diante, a marca mais procurada passou a ser a Volkswagen.
Com os números na ponta do lápis, Luiz revela que: 92% de seus clientes são autônomos e 8% são pequenos empresários que compram para que motoristas contratados conduzam os veículos. Apesar das dificuldades do setor de revendas, Luiz crê em um aumento gradual no volume de vendas de caminhões usados. E quando a crise financeira internacional passar, haverá melhores condições para o financiamento de veículos deste segmento.
Publicado em 06/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Estrada no trecho da Serra Dona Francisca em SC.

01/01/2015 - Em viagem recente, percebemos o abandono da limpeza nos acostamentos da estrada no trecho da Serra Dona Francisca, região Norte de SC., tendo placas de sinalização completamente tomadas pelo mato e comprometendo a segurança dos motoristas que circulam com seus veículos. Confira algumas fotos que evidenciam os problemas de conservação. Créditos das fotos para Nelsi Kurz.


Arquivo: Nelsi Kurz, 2015.
Arquivo: Nelsi Kurz, 2015.
Arquivo: Nelsi Kurz, 2015.
Arquivo: Nelsi Kurz, 2015.
Arquivo: Nelsi Kurz, 2015.
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