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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Fórum Volvo de Segurança no Trânsito debate o futuro do transporte de cargas no Brasil

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Qual o futuro do transporte de carga no Brasil? Qual a importância do motorista de caminhão  para o sucesso do negócio? Qual a imagem que a sociedade tem do transporte rodoviário de cargas e do caminhoneiro? Para debater estes assuntos, a Volvo promove, no dia 24 de setembro, em São Paulo, o Fórum Volvo deSegurança no Trânsito – O Negócio e o Futuro do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.
“O transporte de cargas é decisivo para a economia do País. Mais de 60% da produção nacional é transportada por caminhões e o motorista é peça-chave para o sucesso do negócio e maior segurança  nas estradas. Nós, que produzimos os caminhões mais seguros do mercado, não podemos ficar alheios a esta realidade e aos desafios que se apresentam”, afirma Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina.
O Fórum Volvo reúne especialistas da área com o objetivo de discutir e levantar pontos que merecem atenção dos transportadores para avançar na melhoria e segurança do transporte de cargas. “Fomos pioneiros em envolver a sociedade na discussão de temas relativos ao setor. Mais uma vez, reunimos especialistas para discutir alternativas e apontar soluções que contribuam com a melhoria do transporte no país, beneficiando tanto o empresário quanto o motorista profissional”, argumenta Solange Fusco, gerente de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina.
Entre os convidados está o diretor de segurança da Volvo Trucks Corporation, o sueco Carl-Johan Almqvist, que vai falar sobre a importância de investir no desenvolvimento do motorista profissional para garantir o sucesso e a segurança dos negócios.
Em um dos painéis, o Instituto Bonilha vai apresentar a pesquisa inédita “A Imagem do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil” encomendada pelo Programa Volvo de Segurança no Transito (PVST). A apresentação será seguida de um debate com especialistas do setor, como Flávio Benatti, presidente da NTC & Logística e Robson Gonçalves, da Fundação Getúlio Vargas.
O resultado da pesquisa confirma uma tendência de falta de mão de obra especializada no setor. “Estes resultados são importantes como subsídio para apontar aos transportadores pontos que merecem atenção para garantir a sustentabilidade do negócio, realizando ações concretas que colaborem com a segurança, o desenvolvimento e a valorização do motorista profissional”, destaca Anaelse Oliveira, coordenadora do Programa Volvo de Segurança no Trânsito.
O fórum promoverá também o debate “Motorista profissional de caminhão: a peça-chave do futuro”, com a presença do jornalista Pedro Trucão e moderação de Nereide Tolentino, especialista em Desenvolvimento Comportamental. A discussão vai abordar os problemas que afetam os motoristas profissionais e levantar alternativas do que pode ser feito para melhorar a qualidade de vida dos caminhoneiros.
Fonte: Volvo
Publicado em 23/09/2013 no Blog do Caminhoneiro.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Atividade em risco

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Assim como a tecnologia dos caminhões, os desafios da profissão não param de crescer, mas será que quem está ao volante vem acompanhando esse avanço no mesmo ritmo? Pesquisas realizadas em diversos países do mundo mostram que nem todo o desenvolvimento dos veículos está sendo capaz de pôr um fim aos aspectos negativos da profissão, como longos períodos longe da família e falta de reconhecimento. Além disso, também confirmam que o Brasil ainda tem um longo caminho quando o assunto é profissionalização e atualização. O fato é que outros países também encontram a mesma dificuldade vivida no Brasil da falta de motoristas.
A Alemanha, por exemplo, não é apenas a sede de muitas montadoras, mas graças à sua grande tradição no setor acaba sendo vista como um exemplo a ser seguido. Mas isso não significa que o país não seja afetado por outros problemas vistos no continente europeu, como por exemplo, o déficit de condutores, horas de trabalho, desequilíbrio entre a vida social e profissional do motorista e as novas tecnologias.
Em 2010, o mercado alemão contava com quase 800 mil motoristas de caminhão profissionais, mas quase 40% deles tinham mais de 50 anos e apenas 13% menos de 35 anos. Pelos números muitos se aposentarão em breve (já que a idade média para se aposentar é aos 60 anos), mas não estão sendo substituídos no mesmo ritmo, e, segundo um estudo feito por Tobias Bernecker, na Universidade de Heilbronn, cerca de 24.500 motoristas serão demandados por ano nos próximos 10 anos, isso se o transporte de carga não crescer, senão a demanda seria ainda maior.
Quando perguntados sobre a escolha da profissão, mais de 60% responderam que foram para a atividade por gostar de dirigir. Segundo Bernecker, é um trabalho interessante, dá independência, dinheiro e oportunidade de viajar, lembrando que o salário varia entre cerca de 1.290 a 2.800 euros/mês – equivalente a R$3.350 a R$ 7.280. Já os principais problemas da profissão apontados pelo estudo foram o estresse, a falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional e baixos salários.
“Eu acredito que salários mais altos são essenciais para a motivação dos motoristas, mas não são o único argumento. O prazer de dirigir e a regulamentação das horas de trabalho são tão importantes quanto o salário”, diz Bernecker. Dentre aqueles que dirigem por longas distâncias, a jornada semanal chega a 60 horas, sendo 41,8 horas ao volante e 15,6 horas carregando e descarregando. Entre os que atuam regionalmente a jornada média é de 52,2 horas por semana e os “locais” trabalham 47,3 horas por semana. Para o especialista, o principal fator que faz com que um motorista fique numa empresa é o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O estudo mostra que 93% dos profissionais que se declararam satisfeitos não pretendem mudar de emprego. Já na Austrália, o transporte rodoviário representa 70% de toda a movimentação de carga feita no país – e o setor é responsável por 2,4% dos empregos, assim como acontece em outras partes do mundo- é formado principalmente por motoristas autônomos. Os carreteiros australianos têm 49 anos de idade, em média, um índice mais alto do que a dos demais trabalhadores do país. Somado à falta de profissionais qualificados e à dificuldade de atrair os jovens, esse número cria um grande déficit de motoristas de caminhão.
Em 2001 havia 154.800 motoristas na Austrália, com a expectativa de que esse número dobrasse até 2015, já que entre 1991 e 2001 o crescimento foi de 23% para motoristas de caminhões e 24% para motorista de caminhões de entrega. Para mudar esse cenário, muitas empresas investem na formação de profissionais. Em 2001, eram cerca de 15.100 estagiários com contrato de formação com um empregador do setor – o que mostra que a iniciativa privada deve investir para obter mão de obra qualificada.
No Canadá, a falta de motoristas profissionais é tão grave que há alguns anos os transportadores “importam” motoristas – especialmente da Europa – para atender à demanda no país. Assim como na Alemanha, há um envelhecimento dos profissionais, cuja idade média é de 44,2 anos, sendo que cerca de 20% dos que estão em atividade já passaram dos 54 anos. Na outra ponta, formada por motoristas com menos de 30 anos, estão apenas 12% dos profissionais.
O país também sofre com a falta de qualificação. “Temos profissionais qualificados no Canadá, mas também temos motoristas que têm apenas a Carteira para dirigir e que não atendem aos requisitos do setor”, explica Linda Gauthier, especialista do segmento e ex-diretora executiva do CTHRC (Conselho de Recursos Humanos do Transporte Rodoviário Canadense, na sigla em inglês).
No país existem mais de 30 mil empresas de transporte rodoviário de carga, sendo mais de 90% delas de pequeno e médio porte. As de grande porte, porém, são responsáveis por mais de 56% dos empregos – que chegam a 307.700 pessoas no total – sendo 174 mil carreteiros. A expectativa é que a demanda por esses profissionais continue crescendo nos próximos anos e que entre 2011 e 2021 deva aumentar 26,6%.
Os jovens canadenses também estão cada vez menos atraídos pela profissão. Linda Gauthier explica que os jovens estão mais interessados em TI, em ganhar dinheiro muito rápido. “Alguns nem sabem o que é trabalhar duro para ganhar dinheiro, é uma coisa cultural. Temos também o problema de que há um grande incentivo para promover profissões como medicina, direito, etc. ao invés de profissões que exigem conhecimento técnico, como mecânico, caminhoneiro, operador de equipamentos pesados”, acrescenta. Ainda de acordo com a especialista, o principal problema no Canadá é que a profissão de motorista não é considerada como um ofício qualificado. Levantamento junto a empresas de transporte rodoviário mostra que somente 17% delas não têm dificuldades em encontrar um caminhoneiro qualificado para contratar.
Nos Estados Unidos, o cenário do setor de transporte rodoviário é preocupante. No final de 2012, o déficit era de 20 a 25 mil profissionais, segundo estimativas da ATA (Associação Americana de Transportadoras) e a previsão é de que a demanda chegue a 239 mil motoristas em 2022. Hoje, cerca de 90% das transportadoras já têm dificuldade em encontrar profissionais qualificados na hora de contratar, e a situação pode piorar com uma regulamentação (prevista para começar a vigorar este ano) que limita as horas de serviço e ameaça reduzir a produtividade das transportadoras em até 3%.
De acordo com Departamento de Trabalho dos EUA, em 2010 havia no país mais de 1,6 milhão de motoristas de caminhão, com média salarial de US$ 37.770 por ano, o que equivale a R$ 6.295 por mês. Trata-se de um valor mais alto do que a média do que recebe alguém que completou o Ensino Médio e não foi à universidade, caso da maioria dos norte-americanos. Por conta disso, o salário continua sendo um dos principais atrativos para a profissão entre jovens com esse perfil.
Diferente dos mercados estrangeiros já mencionados nesta reportagem, o Brasil é um país onde os autônomos são a maioria, 60%, de acordo com Relatório da CNT. A média de idade também é menor: 42,2 anos, o que nos coloca em uma posição mais confortável, mas expectativas do próprio mercado apontam que há cerca de 40 mil vagas abertas para motoristas de caminhão e ônibus em todo o País, que não conseguem ser preenchidas.
Entre os desafios para que isso aconteça estão a falta de qualificação, de reconhecimento, e também de interesse dos jovens (que se sentem mais atraídos para outras profissões). Segundo o Relatório da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), 62,9% dos motoristas de caminhão entrevistados não trocariam de profissão e mais da metade gosta do que faz e se sente realizada. Porém, 56,1% não a recomendariam para outras pessoas. As razões para isso são, segundo os entrevistados, o perigo (41,5%) (item que não aparece com tanto destaque nos outros países) o desgaste (14,7%) e o comprometimento do convívio familiar (13,9%).
Por outro lado, os pontos positivos são a gratificação financeira (32,5%), a oportunidade de conhecer novas cidades e países (22,4%) e o desafio/ aventura da profissão (14,8%). A renda média líquida mensal do caminhoneiro empregado de frota é de R$ 3.166,20, enquanto a dos autônomos é de R$ 4.902,40, mas os valores variam principalmente de acordo com o tipo de carga. Já um outro estudo, realizado pela organização Childhood, mostra que 82% dos motoristas de caminhão acreditam que as outras pessoas enxergam a profissão de maneira negativa, o que ressalta a necessidade de esclarecimento sobre a importância da profissão para toda a sociedade.
Publicado em 07/08/2013 no Blog do Caminhoneiro.

domingo, 30 de junho de 2013

Vida na estrada tem o seu valor

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A categoria, que comemora no estado de São Paulo seu dia no próximo domingo, 30 de junho, tem praticamente a metade dos seus integrantes na classe B após 15 anos de batente, com renda mensal de dez a 20 salários mínimos.
Essa e outras conclusões são de uma pesquisa da Raízen, empresa especializada em energia renovável com ênfase no setor de produção dos derivados da cana, como o etanol automotivo e o açúcar.
O estudo aponta que a maioria dos caminhoneiros da atualidade entrou na profissão seguindo os passos dopai ou de familiares. Só que o mesmo não acontece hoje. A maior parte dos filhos de motoristas de caminhão, que hoje tem aceso a uma universidade, não pretende “herdar” a atividade.
A mesma pesquisa revela, ainda, que a escolaridade média dos caminhoneiros em atividade vai apenas até a quarta série do ensino fundamental.
Foram ouvidos 300 profissionais de todas as regiões do país e apontou dados sobre a visão que os motoristas têm da própria atividade.
Mesmo integrando a classe B, a maioria dos caminhoneiros diz acreditar que a vida na estrada e o salário não melhoraram. Mas os entrevistados afirmam que a qualidade das estradas avançou e avaliam que suas famílias têm uma vida mais confortável em relação aos últimos cinco anos.
Quase a metade dos caminhoneiros (49%) está na profissão há mais de 15 anos. Sua idade média fica entre 31 e 40 anos, sendo que a maioria (77%) é casada e tem até dois filhos. Enquanto muitos dos filhos cursam o ensino superior (35% dos profissionais ouvidos têm herdeiros fazendo ou pretendendo fazer faculdade), a maioria dos caminhoneiros não tem o ensino médio. Praticamente a metade (48%) deles integra a classe B.
A pesquisa também mostra que o ofício de caminhoneiro está deixando de ser hereditário. Só 3% têm filhos que optaram pela mesma atividade dos pais. Os herdeiros de 62% não pretendem ser motoristas.
“A pesquisa mostra que a estrada ficou mais dura porque o lar ficou mais confortável”. A opinião é de Mariana Santarém, gerente do Clube Irmão Caminhoneiro. “Já está havendo uma carência de profissionais no mercado”, afirma, referindo-se ao fato de os filhos de caminhoneiros estarem optando por outras atividades, face à maior escolaridade e ao crescente número de atividades profissionais à disposição.
Filhos de motorista preferem seguir em outras profissões
O caminhoneiro Ademar Norgang de Oliveira, de 57 anos, é pai de quatro filhos, mas apenas um deles seguiu seus passos.
“Os outros não gostaram da ideia. O mais velho é mecânico, o segundo é metalúrgico e o quarto, policial militar. Só o terceiro, que sempre gostou de andar comigo, adotou a profissão”, conta Oliveira. Ele não atribui à distância da família ou à rotina estressante a escolha dos filhos que decidiram não ser caminhoneiros. “Foi do gosto pessoal de cada um”, conclui o profissional.
A pesquisa da Raízen mostra que boa parte (45%) dos caminhoneiros atualmente na ativa seguiram o ofício por conta da influência de familiares. O índice dos que acreditam que as estradas do país melhoraram atinge 55%, enquanto 66% acreditam que sua família leva uma vida mais confortável hoje do que há cinco anos. Para 40%, a vida melhorou de uma forma geral. Mas nem tudo é boa impressão. Para 62%, o salário piorou e, para 43%, a vida nas estradas também está mais difícil nos dias de hoje.
Categoria exige atendimento de qualidade ao abastecer
Trabalhadores que passam dias sozinhos na estrada, os caminhoneiros preferem lidar com frentistas falantes, mas com postura profissional. Essa preferência é apontada por 85% dos entrevistados. A exigência de qualidade no atendimento nos postos de combustível é primordial para 78% dos motoristas ouvidos.
Fora o preço do diesel, banheiros limpos nos postos são o aspecto mais valorizado por 60% dos caminhoneiros. A segurança durante as paradas é considerada fator primordial para 93% dos entrevistados, sendo mais valorizada que a limpeza geral e o espaço para estacionamento no pátio do posto de abastecimento.
A qualidade do diesel é mais importante para 88% da amostra na comparação com o conforto oferecido pelo posto.
Publicado em 28/06/2013 no Blog do Caminhoneiro - http://blogdocaminhoneiro.com/2013/06/vida-na-estrada-tem-o-seu-valor/

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Conheça os sintomas de um motor “cansado”

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Motoristas profissionais e amadores devem ficar atentos aos primeiros sinais indicativos que o motor docaminhão  ou do automóvel está no final de sua carreira. Circular com o veículo em condições inadequadas pode causar grande prejuízo ao bolso dos consumidores.
Perda de potência, ruídos e fumaça podem ser indícios que o caminhão está com o motor “cansado”. “Um dos principais sinais de desgaste é a perda de potência. Já a fumaça pode ser proveniente da injeção eletrônica, mas a fumaça mais escura saindo do escapamento pode ser desgaste de anéis”, afirma José Arnaldo Laguna, presidente do Conselho Nacional de Retíficas (Conarem). Indicativos, que segundo Laguna, são facilmente observados pelos profissionais que vivem dentro da boleia do caminhão, já tão acostumados com a performance do veículo. No caso dos motoristas de automóveis que, geralmente, não têm tanta experiência, é mais dificultoso identificar a deterioração do motor. “Já vi automóveis circulando nas ruas com um barulho considerável e o motorista insistindo em guiar nestas condições”, comenta o presidente da entidade, alertando: “Às vezes, acaba fundindo o motor do carro e o prejuízo é grande”.
Ruídos na motorização indicam que o veículo está com algum problema. “Pode estar “batendo o pino”, como diria nossos pais. E isto é muito sério porque começa a “castanhar”, o que eleva a temperatura no cilindro e fura a cabeça do pistão”.
A recomendação é ao ouvir um ruído parar imediatamente o veículo e consultar um profissional. Rodar com o automóvel ou caminhão nestas condições pode danificar ainda mais o motor.
A escolha da retífica é uma questão importante para garantir um serviço de qualidade. “Retificar é um processo de usinagem de alta precisão nas peças internas do motor. Portanto, é fundamental selecionar a empresa que executará o serviço já que deverá ter equipamentos apropriados para cada operação e instrumentos de precisão com medição aferida periodicamente em laboratórios especializados”, ressalta Laguna.
O Conarem elaborou um processo de auditoria onde se faz um levantamento da organização, estrutura, qualidade do pessoal, principalmente, dos processos produtivos da retífica, que deve se basear na norma NBR 13032 da ABNT. “Aconselho os consumidores a ler a norma e verificar se a empresa tem estes requisitos para executar o serviço”, diz Laguna. No site do Conarem (www.conarem.com.br), há retíficas credenciadas à rede nacional, que garante atendimento em todo o País. “Em qualquer região que apresentar anormalidade no motor, imediatamente poderá ser atendido por um associado da rede”, finaliza.
Fonte: Divulgação
Publicado em 26/06/2013 no Blog do Caminhoneiro.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Excelente reportagem no Profissional Repórter sobre a realidade dos transportes

Recomendo, que assista a excelente reportagem (11/06) no Profissional Repórter sobre 

Passageiros e motoristas de ônibus enfrentam problemas nas cidades.


O Profissão Repórter desta terça-feira (11) registra a tensão que acompanha passageiros e motoristas nos ônibus das grandes cidades brasileiras.


Acesse o link: 



Parabéns a você visitante por estar interessado em saber mais sobre a realidade dos transportes públicos!

Palestrante José Rovani
Especialista em Transportes Públicos

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Excelente Reportagem do Bom Dia Brasil sobre Transportes Públicos


Recomendo, que assista a excelente reportagem (06/05) do Bom Dia Brasil sobre o excesso

de multas para os ônibus do Rio de Janeiro, falta de segurança em todo o país, legislação de 

trânsito e os comentários de Alexandre Garcia. 

Investir na educação profissional é uma decisão inteligente! 

Praticar novos aprendizados é a solução!!!

Acesse os links: 

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/numero-de-multas-para-onibus-no-rio-e-sete-vezes-maior-que-frota.html

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/passageiros-de-onibus-reclamam-da-falta-de-seguranca-em-todo-o-pais.html

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/alexandre-garcia-e-uma-soma-de-erros-sob-omissao-das-autoridades.html


Parabéns a você visitante por estar interessado em saber mais sobre a realidade dos transportes públicos!

Palestrante José Rovani
Especialista em Transportes Públicos
HighPluss Treinamentos - Joinville

terça-feira, 26 de março de 2013

Transportadoras têm dificuldades de contratar motoristas


motorista_1Transportadoras estão enfrentando dificuldades para contratar motoristas. Por isso, caminhoneiros estão voltando para a sala de aula em busca de qualificação para aumentar o salário e crescer na profissão. Para entrar no mercado de trabalho, é preciso atender uma série de exigências.
O problema tem sido a baixa procura pela profissão. Para o caminhoneiro Adalberto Pereira, que tem 39 anos de estrada, é preciso ter paixão. Segundo ele, antes os filhos seguiam o mesmo caminho, o que garantia a continuidade do trabalho, mas isso não acontece mais. “É uma profissão muito difícil, muito tempo longe de casa, estradas ruins e falta de segurança. Para dirigir caminhão tem de ter paixão realmente”, afirma.
E tem que ter muito mais que isso, precisa ter qualificação. É por isso que as transportadoras de todo o país estão à procura de 40 mil caminhoneiros. Falta gente disposta a enfrentar mudanças nesta profissão nos últimos anos.
A mais recente é a que obriga uma parada de 30 minutos a cada quatro horas, além de 11 horas de descanso entre uma jornada e outra. A medida criada para proteger os próprios motoristas tem desestimulado as contratações. “O motorista fica muito tempo na estrada porque precisa deste tempo de 11 horas parado. E há dificuldade dos profissionais ficarem este tempo parado, não há lugar para eles descansarem”, diz o diretor do sindicato de empresas de transporte, Kagio Miura.
O reflexo destas exigências está nas transportadoras. Em uma de Rio Preto-SP tem 50 caminhões parados, por falta de gente qualificada para trabalhar. “Se vier um motorista qualificado aqui procurar emprego, ele é registrado e saí para a estrada no mesmo dia”, afirma o dono da transportadora, José Oswaldo Lopes.
A super safra de grãos e o início da colheita da cana no mês que vem estão tornando ainda mais disputados os bons profissionais. E esta busca pelo motorista ideal faz o salário subir. “Tem motorista que ganha muito mais do que gente que tem diploma. O salário chega a R$ 4, a R$ 5 mil”, diz Miura.
Quem quer uma chance, volta para sala de aula para aprender como ser um novo e bom caminhoneiro. “Tem de qualificar para não ficar parado no tempo. É sempre importante estudar e buscar a qualificação”, diz o motorista Marco Antônio Nilo.
Fonte: G1
Publicado em 26/03/2013 por Rafael Brusque Toporowicz no site http://blogdocaminhoneiro.com/transportadoras-tem-dificuldades-de-contratar-motoristas

terça-feira, 5 de março de 2013

Quem quer ser motorista?


caminhoneiro - jornada de trabalho
Várias iniciativas estão sendo desenvolvidas para tentar despertar o interesse dos jovens para a profissão de motorista de caminhão. A Federação Nacional do Transporte Rodoviário da Alemanha vai iniciar uma campanha nas mídias sociais para atrair a atenção dos jovens para a profissão. O concurso Young European Truck Driver (jovem motorista de caminhão europeu), lançado pela Scania, na Suécia, se espalhou pelo mundo. Na Europa, o vencedor ganha um caminhão zero quilômetro, como atrativo. Nos Estados Unidos, uma das soluções encontradas é a contratação de casais mais maduros, para viajarem de caminhão.

No entanto, o estudo sobre o futuro do carreteiro, encomendado pela Universidade de Heilbronn à agência de pesquisa ZF Friedrichshafen, em cooperação com a Editora ETM, aponta quais os motivos que tornam a profissão pouco atraente para os jovens. A imagem negativa do condutor de caminhão e a qualificação obrigatória são os principais motivos para os jovens não escolherem a profissão.
O retrato denegrido da ocupação e condições de trabalho, muitas vezes pouco atraentes, são os principais motivos para a falta de interesse dos jovens. Jornada de trabalho, desfavorável, com muitas horas extras, pressão para o cumprimento dos prazos, baixo rendimento e, especialmente, a incompatibilidade da profissão com a vida privada assusta os adolescentes que estão à procura de um emprego. “Se pudesse voltar atrás e não trabalhasse em uma empresa familiar não escolheria a profissão novamente. É um trabalho muito duro e pesado”, diz com franqueza, Tomas Schroth, 25 anos, autônomo.
O fator financeiro também desestimula os jovens a escolher a formação de condutor profissional já que o custo da habilitação profissionalizante deve ser pago do próprio bolso, caso ele não faça o aprendizado em uma empresa. As despesas iniciais variam entre seis e oito mil euros. As oportunidades disponíveis para profissionalizar os aprendizes como condutores profissionais não são suficientes. O mercado alemão consiste principalmente de pequenas e médias empresas de transporte, compostas em sua maioria por autônomos, restringindo, portanto, o número de empresas que oferecem vagas para aprendizes de condutor.
Das quase 9.000 empresas, que seriam capazes de treinar novos motoristas de caminhão, apenas um terço aceita o desafio. Segundo Karlheinz Schmitt, presidente da Federação Nacional do Transporte Rodoviário da Alemanha, a falta de infraestrutura é o maior obstáculo. “Não se pode dizer que o problema está na prontidão para o treinamento e sim na infraestrutura. Existem milhares de empresas que poderiam oferecer treinamento a qualquer momento, mas elas não o fazem porque não têm infraestrutura necessária, que vai desde a escola de formação profissional até o exame de aptidão”, explica.
Esta constatação é alarmante, já que a demanda de motoristas de caminhão será maior no futuro. Nos próximos 10 ou 15 anos, quase 250 mil dos cerca de 660 mil motoristas irão se aposentar. Embora cerca de 3.000 interessados iniciem o curso profissionalizante, e também entre 10 a 15.000 mil pessoas mudam de atividade e comecem a trabalhar como motoristas, a fim de atender às necessidades do setor, esse número ainda não será suficiente para cobrir a lacuna do mercado. “A procura pela profissão é menor do que a demanda e deixa todos os anos um déficit no mercado. Seriam necessários ao menos 25 mil novos profissionais, por ano. Logo iremos perceber que essa diferença não pode ser tapada com alternativas”, comenta o Dr. Dirk Lohre, especialista em logística.
O desafio não é só atrair jovens, e sim fazer com que eles terminem o aprendizado. Muitos deles pedem as contas logo no primeiro mês de treinamento por diferentes razões. A situação no trânsito, os controles rigorosos por parte dos órgãos públicos e os maus tratos dos profissionais por clientes desmotivam os iniciantes. “Sei o que é ser mal tratado. Não é nada animador”, desabafa Schroth. Embora a profissão esteja ameaçada, dois terços dos principiantes entrevistados acreditam que ser motorista de caminhão tem futuro. Mas, para isso é necessário haver algumas mudanças significativas da atual situação e das perspectivas para que se possa recrutar mais profissionais. Pela pesquisa, 89% dos jovens pensam que entre os fatores chaves para aumentar a atratividade à profissão estão numa melhor remuneração; 87% credita à falta de uma melhor condição de trabalho; 79% acha que falta uma jornada de trabalho regulamentada e, finalmente, 77% disseram que é necessário haver melhoria da imagem da atividade.
Uma boa parte das reclamações são viáveis, mas também precisam ser realizadas para que a profissão tenha futuro. Segundo presidente da Federação Nacional do Transporte Rodoviário da Alemanha, o maior problema é a renumeração. Em sua opinião, o fato de o motorista ter que dormir na cabine o leva a ter expectativa de que deve ter renumeração melhor do que aqueles que trabalham em um armazém, por exemplo. “O problema é a falta de um salário maior, embora dinheiro não tenha nada a ver sobre a satisfação com a profissão”, diz Karlheinz Schmitt. Ele acrescenta que a insatisfação por parte dos profissionais técnicos está em toda a parte, porque os trabalhadores não podem financiar o padrão de vida que eles gostariam ter. A média de salário mensal de um motorista de caminhão na Alemanha é de 2 mil euros (cerca de R$ 5.200,00).
Alteração demográfica trará mudanças para o setor logístico
O envelhecimento da sociedade também trará mudanças para o setor logístico. O desenvolvimento significativo da Internet alavancou o comércio eletrônico, que a cada dia ganha mais adeptos. Portanto, essa geração que está envelhecendo vai continuar com o cômodo hábito de comprar pela internet. Situação que contribui para o forte crescimento do trânsito do correio expresso.
Além disso, é de se esperar que cada vez mais pessoas retornem para os centros das cidades ou mesmo para os subúrbios. Essas pequenas migrações terão efeitos significativos no setor logístico. Por um lado, a rota de entrega nos grandes centros urbanos será otimizada com um novo conceito. Por exemplo, um caminho mais curto alcançará um número maior de clientes. Por outro lado, o planejamento de distribuição, em zonas menos povoadas, ficará ainda mais difícil de ser alcançado.
Neste contexto, o futuro do setor está ameaçado. A profissão deve ser mais atraente e os cursos de formação devem ser otimizados. Iniciantes desejam que as inovações técnicas sejam aplicadas de forma consistente. Isso inclui, por exemplo, melhores possibilidades de comunicação e mais conforto na cabine. “Além disso, precisamos encontrar maneiras de otimizar os processos de transporte, evitando a rodagem vazia das carretas”, disse Lohre.
Fonte: Revista O Carreteiro
Publicado em 04/03/2013 por Rafael Brusque Toporowicz no site http://blogdocaminhoneiro.com/quem-quer-ser-motorista/

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A regulamentação na prática

Nos últimos dias, a greve nacional dos carreteiros tomou conta das manchetes dos principais noticiários do País. E o assunto regulamentação da profissão de motorista – até então conhecido apenas pelos envolvidos nos trâmites da cadeia de transporte rodoviário de cargas – ultrapassou “barreiras” e foi apresentado ao público em geral. Com isso, o atual dilema vivido por estradeiros autônomos, empregados e donos de transportadoras, que não sabem como será na prática a lei 12.619, – norma que estabelece regras de jornada de trabalho, descanso diário e tempos de parada para condutores – ganhou espaço fora dos veículos especializados no segmento e adentrou outras editorias dos veículos de comunicação, como, por exemplo, a de cidades e de economia. Uma reunião feita na terça-feira, 31/07, entre líderes da paralisação e o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, atendeu aos pedidos dos carreteiros grevistas, pelo menos temporariamente, e pôs fim a suspensão. Sancionada no final de abril pela Presidente Dilma Rousseff, e em vigor, em caráter educativo, desde 15 de junho, a medida é vista de diferentes maneiras pelos principais atingidos pela a lei. Mesmo sendo defendida como algo positivo para a categoria estradeira, grande parte de motoristas e empresários acreditam que há necessidade de um aprimoramento da regulamentação e até a inclusão de regras específicas para cada categoria de condutor. Assim defende Augusto Manoel Cordeiro, gerente de transporte da empresa Local Frio e professor universitário de economia. “A lei pode ser geral, porém dentro dela as categorias precisam ser tratadas individualmente dentro de suas necessidades, inclusive os carreteiros autônomos que só são lembrados pelo Governo para pagar impostos”, diz Cordeiro. O autônomo Denis Behrens pode exemplificar a afirmação do gerente da Local Frio. Na profissão há um ano, ele confessa que não sabe muitos detalhes sobre a nova lei, e por enquanto não faz as paradas exigidas pela norma, pois por ser comissionado diz que, “se seguir a lei, vai quebrar”. Ainda de acordo com o condutor, o ideal seria dirigir das seis horas da manhã até umas 10h ou 11h da noite, com as paradas normais no meio da manhã, sendo 1h para almoço e o mesmo tempo para jantar. Dependendo, poderia depois rodar mais um pouco até achar um local seguro para pernoitar. Ricardo Melchiori, diretor de operações da divisão de transportes terrestres da Ceva Logistics, ressalta que para motoristas de longa distância, a lei 12.619 trará mais dificuldades no dia a dia. “Os requisitos de 11 horas de descanso entre uma viagem e outra, além das paradas de 30 minutos a cada quatro no volante, e 1 hora para refeições, não serão problemas para o condutor de curta distância, aquele que volta para casa todos os dias, mas os de longa distância é que serão bastante afetados. Para esses, o tempo total de percurso nas viagens ficará maior. Por exemplo, a cada meia hora que ele parar na estrada, após as quatros horas dirigindo, aumentará no final o seu tempo para concluir o trajeto”, explica o executivo. Para Laudir Siveris, agregado a uma grande transportadora, a lei é um atraso na vida do estradeiro, pois acredita que a quantidade de horas fixadas para descanso poderia ser reduzida. “Dez horas seriam suficientes”, segundo ele. O motorista ressalta ainda que as dificuldades para estacionar durante a noite vão aumentar muito, com os postos lotados, obrigando condutores a parar em locais inadequados e com pouca segurança. Siveris prevê ainda dificuldades financeiras para carreteiros e empresários, uma vez que, segundo ele, os caminhões vão rodar menos quilômetros e as despesas serão as mesmas, ou até maiores, em alguns casos. Por conta disso, Laudir diz que o assunto deveria ter sido melhor discutido com os atingidos pela regulamentação. Ubiraci Martins, gerente do núcleo Jurídico da Transportadora Atlas, discorda do que diz o agregado. Para ele, o tempo de descanso fixado pela regulamentação 12.619 é fundamental para prevenir acidentes entre carreteiros nas estradas. “Longos períodos ao volante reduzem a eficiência do motorista e representam riscos de acidentes, devido à fadiga. Repousar e dormir são medidas imprescindíveis antes de colocar a sua vida e a de outros em perigo, por isso considero que a nova lei surge não só com o objetivo de garantir a vida, a integridade física, o bem estar, o convívio social e familiar do motorista, mas também de preservar toda a sociedade e aumentar a maior segurança nas estradas”, reforça Ubiraci. A principal queixa dos motoristas de carga que participaram da última greve foi com relação à falta de pontos de parada nas estradas. Ou seja, eles reivindicavam como o estradeiro pode parar em cumprimento à lei se não tem onde estacionar. Em busca de respostas e uma orientação do que fazer para obedecer a medida, o carreteiro Ricardo Sigal Oliveira diz que consultou a Polícia Rodoviária sobre o assunto para saber onde parar, mas foi informado que nada está decidido ainda. Representantes do Governo Federal, do Ministério Público do Trabalho e dos líderes da greve dos carreteiros realizam em Brasília, na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (Antt), uma mesa de negociação para discutir as reivindicações da categoria e o que será efetivamente feito em resposta aos questionamentos da classe. Em declarações divulgadas na semana passada, o Ministério Público do Trabalho afirmou que não aceitará retrocessos na lei e deverá alterar na regulamentação apenas os requisitos que tratam sobre os pontos de parada. Fonte: Portal O Carreteiro Publicado em 14/08/2012 por Rafael Brusque Toporowicz no site http://blogdocaminhoneiro.com/a-regulamentacao-na-pratica

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Recomendação da Palestra para Motoristas - AV Chapecó

O treinamento foi dinâmico, participativo e possibilitou aos nossos colaboradores a visão de motorista como uma profissão digna e importante. O palestrante por sua habilidade e também por ter uma grande vivência na área de transportes, conseguiu mobilizar a atenção dos participantes e transmitir o conteúdo com uma linguagem adequada, com exemplos bastante próximos do que cada motorista vive todos os dias, e que, não basta que o motorista apenas participe de cursos de motivação e sim que a pessoa (motorista) deve buscar equilíbrio e realização pessoal/familiar, para que encontre a felicidade e satisfação tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Essa realização pode ser com estudos, dedicação à família, esportes; enfim, que a realização é conquistada por cada pessoa. Conseguiu fazê-los sentir o valor não somente de sua profissão, mas também da responsabilidade que cada um tem em desempenhar cada vez melhor o seu trabalho. Luana Becker Ferronato Empresa Auto Viação Chapecó Chapecó - SC. 16/07/2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Recomendação da Palestra para Motoristas - TRANSTUSA

“José Rovani planeja a palestra/treinamento de acordo com o tema solicitado, trabalhando de forma prática e objetiva. Busca ter um conhecimento profundo e detalhado sobre o assunto. É pontual em seus trabalhos e processos, implementando com inovação e criatividade o seu trabalho.” Psicóloga Andréa Fodi - RH Empresa Transtusa Joinville - SC. 11/07/2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Alerta! Uso do Cinto de Segurança???

Dia 10/07/2012 durante o periodo das 15 às 16hs. na Rua Dr. João Collin - Região Norte de Joinville próximo do Terminal Norte percebi, que o uso do cinto de segurança pelos motoristas dos veículos deixou de ser um quesito de segurança veicular. Para registro e reflexão, informo que para cada 10 motoristas, 5 motoristas não estavam usando o cinto de segurança naquele momento. Em determinados veiculos os passageiros desses veiculos não estavam usando o cinto de segurança, seguindo o exemplo do motorista. Nessa pesquisa momentânea, destaco os Motoristas de Automóveis de diversos modelos, Caminhões de Entrega e Vans (empresas e particulares). Onde está o "Comprometimento com a Direção Defensiva???" Fica registrado o Alerta! Palestrante José Rovani Palestras VIP para Motoristas Joinville - SC.

domingo, 8 de julho de 2012

Motoristas de ônibus criam kit incêndio por causa de onda de ataques a coletivos

Ônibus urbano parado em ponto final à noite na cidade de Santo André. Série de ataques a coletivos tem despertado medo na população em especial nos motoristas e cobradores de ônibus. Alguns criaram kits incêndio, com documentos presos ao corpo, para escaparem mais rapidamente dos veículos sem perderem a documentação e não terem dor de cabeça. Na permanência da reportagem num veículo, rádio do motorista tocava alertando para mais um incêndio que ocorria distante, na zona Sul de São Paulo. Informação é arma da categoria. Foto: Adamo Bazani. Motoristas de ônibus criam kit incêndio por conta de ataques a coletivos em São Paulo ViaSul retirou ônibus de circulação da capital paulista depois de ataques ADAMO BAZANI – CBN Toca um sinal de rádio. Eram por volta das nove e quinze da noite desta quarta-feira. “Chapa, chapa, atenção….mais um na zona Sul” A mensagem tratava-se de um alerta que um motorista de ônibus da Capital Paulista dava a um colega que estava parado no ponto final de um a linha em Santo André. Este repórter voltava de um tratamento médico quando ao final da viagem foi se despedir do motorista, conhecido já de um tempo, e foi surpreendido com o alerta. “É sempre assim quando tem estes ataques. Todos nós ficamos com medo”. Poucos minutos depois, parou um ônibus da mesma empresa, mas de outra linha no ponto final. O motorista saiu correndo e falou para o colega “Ta sabendo da Via Sul?”. O profissional se referia a empresa que estaria recolhendo alguns ônibus antes do previsto pelo medo dos motoristas em relação aos ataques que são uma tentativa de uma facção criminosa de São Paulo, que teve origem em presídios. Desde a noite de terça-feira até o fechamento desta matéria, doze ônibus foram queimados na Capital e na Grande São Paulo, e desde o dia 12 de junho, sete policiais militares foram assassinados. A ViaSul, uma das empresas vítimas dos ataques, restringiu as operações em 43 linhas, afetando inclusive os serviços no Terminal Sacomã, na Capital Paulista, O clima é de medo entre os motoristas. “Bandido fica livre pra queimar ônibus e matar policial. A gente que é trabalhador é que tem medo” – disse o cobrador do segundo ônibus no ponto final. A reportagem apurou que os motoristas de ônibus têm feito uma espécie de kit incêndio. Trata-se de pochetes e ou pequenas bolsas presas ao corpo, mesmo com o motorista ao volante trabalhando. Nelas, o essencial: documentos pessoais, carteira de habilitação (que é o ganha pão do motorista) e telefone para contato com a família. “Eu uso essa pochetizinha porque se vir vagabundo querer botar fogo, eu saio correndo e não fico no prejuízo. Vão que não dá tempo de pegar os documentos” – disse um dos motoristas. “Eu também tou com todo os documentos aqui nesta sacolinha” – disse o outro profissional se referindo a uma embalagem plástica que ele tinha sob a camisa. CLIMA DE MEDO: Se dirigir ônibus urbano em São Paulo ou na Grande São Paulo já é estressante e perigoso, por conta do trânsito complicado, em regiões onde o poder público não dá prioridade aos transportes coletivos, por causa de assaltos ou da fúria dos outros motoristas (alguns “pais de família” dirigem armados), agora, nestas épocas de instabilidades na segurança pública, os profissionais do setor vivem um clima de medo, que foi presenciado pela reportagem. E, se a polícia deveria trabalhar com mais informação para evitar muitos dos ataques, usando seus setores de inteligência, justamente a informação é uma aliada dos motoristas. Foi criada uma espécie de rede entre alguns profissionais de diferentes empresas, de maneira informal, para tentarem saber do que está ocorrendo. Para isso são usados celulares, rádios e até os telefones das garagens de onde são feitas ligações para estabelecimentos comerciais perto do ponto final. Até o fechamento desta matéria, ninguém havia se ferido com gravidade nos ataques a ônibus. “Mas pode acontecer. Vai que o cara está noiado (drogado), sem noção e começa queimar com gente dentro” – disse o cobrador. O ponto final onde ficou a reportagem é relativamente seguro: bairro residencial, ao lado de uma padaria e, mesmo sem ter aparecido nenhuma viatura da polícia, ao menos vigilantes de rua particulares passavam com motos. Mas em pontos finais onde as regiões são mal iluminadas, menos movimentadas e mais desertas, os ônibus nem param, mesmo tendo de cumprir horário. E mais uma vez, o trabalhador, seja motorista, cobrador ou passageiro, fica acuado frente a queda de braço não só entre uma facção criminosa e o Estado, mas a uma situação que envolve muito mais que polícia e bandido. Coincidentemente (ou não), mais uma onda de medo ocorre em época eleitoral em São Paulo. Incompetência e fragilidade do Estado? Claro, senão os trabalhadores não teriam medo. Mas é ingenuidade pensar que tais facções criminosas não possuem contatos com pessoas envolvidas na política. Afinal, crime não compensa, mas dá voto e dinheiro. Publicado em 28/06/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

terça-feira, 3 de julho de 2012

FALTAM 50 MIL MOTORISTAS DE ÔNIBUS E CAMINHÕES EM TODO O PAÍS

De acordo com a Confederação Nacional dos Transportes, faltam 50 mil motoristas de ônibus e de caminhões em todo o País. Profissão têm se tornado desinteressante por muitos fatores, mas empresas apostam em plano de carreira e formação interna de profissionais dos volantes. Foto: Adamo Bazani Faltam 50 mil motoristas de ônibus e caminhões no País Oportunidades em outras áreas e baixa remuneração são algumas das explicações ADAMO BAZANI – CBN As imagens de longas filas de pessoas nas garagens de ônibus e caminhões em busca de uma vaga de emprego estão ficando cada vez mais raras. A constatação é das empresas, dos sindicatos das categorias e foi dimensionada pela CNT – Confederação Nacional dos Transportes. De acordo com o órgão, há uma carência de pelo menos 50 mil motoristas profissionais para transporte de passageiros e de carga. Para tentarem evitar que essa carência se torne um problema ainda maior, tanto a CNT, como sindicatos e empresas de ônibus ou transportadoras de carga criam programas de capacitação interna e de crescimento na carreira, para formarem profissionais de outros setores nas companhias para serem motoristas. Os motivos para que a profissão de motorista, que antes despertava tanto interesse, não ser mais atraente são vários. A remuneração é considerada baixa pela responsabilidade do serviço, nível de cobrança e desgaste. Há casos de motoristas de caminhão que acabam recebendo em torno de R$ 1000 em um mês. Muitos, mesmo pertencendo a empresas com frota considerável, acabam tendo de fazer longas viagens com poucos intervalos de descanso e ficam expostos à problemas de saúde e maiores riscos de acidente. Recentemente, entrou em vigor a lei que regulamenta o trabalho dos motoristas. Entre uma jornada de trabalho e outra durante um dia, o intervalo mínimo tem agora de ser de 11 horas, podendo ser dividido entre nove horas e mais duas horas. O motorista não pode dirigir por mais de quatro horas consecutivas sem um descanso de meia hora. Esse período pode ser prolongado para cinco horas, para o motorista achar um local seguro para estacionar. As refeições devem ser de uma hora. Na semana, o período total de descanso tem de ser de 35 horas. Mas os profissionais acreditam que, mesmo eles tendo de colaborar com essa lei, na prática, pouco vai mudar. Os prazos apertados para entregas de cargas e as más condições das estradas, que tornam as viagens mais demoradas, devem fazer muita gente burlar a lei, mesmo com as punições previstas. Em relação aos motoristas de ônibus, com exceções decorrentes de problemas que fogem do controle das companhias e profissionais, como trânsito que atrasam as chegadas e partidas (os passageiros não podem ser largados no meio do caminho porque deu o horário do motorista), as cargas horárias são, em geral, mais respeitadas, embora existam empresas que também burlam as legislações e acordos de convenções coletivas. No caso das companhias de transportes urbanos, a variação salarial é muito grande entre uma região e outra. Em Curitiba, por exemplo, o salário de um motorista de ônibus é de R$ 1503,00. Já no ABC Paulista, com uma carga horária um pouco maior, os vencimentos dos profissionais de ônibus urbanos são de R$ 2.047,00. Essa variação faz com que as carências de mão de obra sejam diferentes em cada região. No mesmo ABC, há empresas com “filas de currículos”. FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS: Cada vez mais as empresas de ônibus têm investido em formação interna para os motoristas. Funcionários de outros setores, com remuneração menores, têm sido incentivados a operarem os ônibus. Celso Adolfato, coordenador de Recursos Humanos do Grupo Leblon Transporte de Passageiros, afirma que a empresa, que atua no Paraná e em São Paulo, faz um trabalho de plano de carreira para cobradores. “Analisamos os potenciais do cobrador. Depois de dois anos e meio de empresa, consultamos se ele possui carta de habilitação que o permita dirigir ônibus. É feito o convite. Se ele aceita, fazemos todos os treinamentos internos exigidos por legislação e de iniciativa da empresa. Em seguida, ele fica de dois a três meses no setor de manobra, trabalhando dentro da garagem. Se os instrutores acharem que ele está apto, o novo motorista sai acompanhado por um profissional mais experiente por uma semana numa linha mais tranqüila, até se sentir seguro” – explica Adolfato. O coordenador de RH da empresa começou como cobrador até chegar ao posto onde está, mas sente que com o passar do tempo, muitas pessoas perderam interesse pela direção. “E não é só o motivo salarial, embora que este fator tem de ser considerado também. Hoje, há outras oportunidades profissionais para jovens que estão entrando no mercado de trabalho. Muitos não têm mais o transporte como objetivo de suas vidas, mas apenas como uma ponte para ganharem um dinheiro para pagarem um curso em outras áreas. Além disso, por conta da nova dinâmica das cidades, das fiscalizações mais intensas, hoje, se perdeu um pouco daquele laço familiar no qual, por exemplo, o filho saía com o pai motorista e ficava o dia todo rodando no ônibus com ele, o admirava e queria seguir a mesma profissão” – explicou Adolfato. As empresas de ônibus rodoviários e de fretamento também enfrentam o problema. No caso do fretamento, a reclamação por parte de alguns funcionários é que depois de trabalharem toda a semana em serviço contínuo, como operando para indústrias e faculdades, eles são obrigados a trabalharem no fretamento eventual, tanto para serviços curtos, como para grandes viagens. Muitos motoristas, no entanto, buscam estas viagens a mais, por ser uma oportunidade de maior remuneração no final do mês. A violência em relação aos assaltos e o estresse e violência do trânsito também são motivos para que as pessoas pensem duas vezes antes de assumirem os volantes de ônibus e caminhões. Segundo sondagem da CNT, a paixão pelo volante ainda existe, mas muitos acabam se sentido desestimulados e atraídos por outras áreas. A formação interna, além de programas de reciclagem e melhoria nas condições de trabalho e de vida, com ações como acompanhamento psicológico e ginástica laboral, são essenciais para a atual situação. Mas, apesar de serem cada vez mais presentes nas companhias, ainda fazem parte da realidade de uma pequena parcela dos motoristas, Publicado em 03/07/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

domingo, 1 de julho de 2012

Palestras VIP para Motoristas da TRANSTUSA - Joinville

Dia 27/06/2012 ministrei "Palestras VIP para Equipes de Motoristas da TRANSTUSA". Socializado conhecimentos e experiências no sentido de gerar excelência nos serviços prestados pelas Equipes de Motoristas no transporte público em Joinville. As Equipes de Motoristas participaram com muita vibração e comprometimento nos temas abordados. Foram momentos de ótimos aprendizados! Parabenizo o profissionalismo da TRANSTUSA - Joinville - SC! Palestrante José Rovani Palestras VIP para Motoristas - Hands On "Motorista Profissional Capacitado é um diferencial na empresa" treinamentos@highpluss.com.br

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Autônomos – Trabalhando sob pressão

Assim como qualquer outro emprego requer certas condições, conhecimentos e habilidades ao candidato para contratação, quem trabalha como motorista autônomo tem de cumprir uma série de exigências para sempre conseguir cargas, ir para a estrada e ganhar o próprio sustento. Em geral, as empresas solicitam três itens básicos: nome atualizado junto a seguradoras, caminhão com menos de 10 anos de uso e sistema de rastreamento. “As transportadoras pedem tudo quanto é coisa”, brinca o carreteiro René Sandre, de 58 anos e autônomo desde os 20. Em sua opinião, o profissional independente precisa estar cadastrado em todas as seguradoras. “Não basta ter só uma, porque as transportadoras trabalham com empresas diferentes e para não perder carga é melhor ter todas”, acrescenta. As condições do veículo do autônomo também são avaliadas pelas empresas. “Como o caminhão é a nossa ferramenta de trabalho, precisa estar em bom estado, os contratantes exigem veículos com 10 anos de uso no máximo,” explica o motorista João Pelegrino Mataloso. Dono de um Scania, ano 92, João considera difícil dizer qual o modelo preferido pelos transportadores na hora da contratação. “Não tem um tipo de veículo mais pedido, o modelo é de acordo com o tipo de carga a ser transportada”, explica o autônomo. O sistema de rastreamento é outra exigência constante na lista de requisitos para se conseguir cargas. “Os contratantes preferem os caminhões que tem rastreador com teclado”, diz o carreteiro Vandimar Gomes Macedo, 36 anos de idade e 18 de profissão e autônomo desde 2009. Mesmo com a alta procura das transportadoras por essa exigência, grande parte dos carreteiros não conta com o equipamento. “Não tenho rastreador porque ele seria mais uma despesa. Fora todos os outros gastos durante as viagens, eu desembolsaria uma taxa fixa e mensal para a utilização do sistema”, justifica. Já Alfredo Carlos Magnus, transportador de máquinas e peças indivisíveis do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro, aponta outro motivo para a falta de adesão do equipamento. “Não tenho e nem quero ter, isso é um ‘prato cheio’ para os assaltantes. Como posso deixar que alguém saiba o lugar exato onde estou? Prefiro não ter, porque se alguma coisa acontecesse comigo na estrada, desconfiaria do sistema”, pontua o carreteiro. No entanto, o assessor da presidência no Setcesp (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região), Adauto Bentivegna Filho, diz que “esses e outros requisitos são importantes para garantir um transporte mais seguro tanto para a vida do motorista quanto para manter as condições de uso do bem transportado”. Cientes das condições impostas pelo mercado para se trabalhar, autônomos tentam cumprir a lista de requisitos, mas não demonstram tanto empenho em preencher 100% dos pedidos das transportadoras, por conta da desvalorização da categoria, os baixos fretes pagos pelos carregamentos, além das comissões embolsadas por agenciadores de cargas e a aplicação de restrições à circulação de caminhões nas principais vias centrais das capitais. Os inconvenientes do dia a dia da profissão têm desmotivado motoristas a permanecerem na profissão. Ilmar Maoski, autônomo há oito anos, diz sentir-se desvalorizado e pensa em vender o caminhão. ” A vida na estrada é sofrida, as viagens não compensam mais, os fretes estão tão baixos que as vezes volto de uma cidade para outra vazio. Prefiro não carregar”, reclama. Levantamento realizado no início desse ano pela NTC & Logística, entidade representativa do setor, aponta defasagem de 11,95% nos fretes pagos pelo transporte rodoviário de cargas no Brasil. Além disso, segundo o autônomo Vandimar Macedo, o lucro pela carga transportada cai ainda mais devido a comissão paga ao agenciador. “Se, por exemplo, as empresas oferecem R$2 mil para uma viagem de São Paulo a Brasília, os agenciadores pegam R$ 500 como comissão e divulgam um frete de apenas R$1.500″ diz. A agenciadora de cargas do Terminal Fernão Dias, Fernanda Souza Maia, explica que não há uma porcentagem padrão usada no cálculo da comissão dos agenciadores. “Existem períodos em que a procura pela carga é muito grande, então é onde podemos cobrar um valor maior pela comissão, mas existe também o outro lado, quando temos muitas cargas e poucos motoristas. Muitas vezes cobramos abaixo que de costume para não perder a transportadora”, explica. Para o autônomo Arlindo Almeida Fernandes, há companheiros de profissão que contribuem para a existência de fretes com baixos. “Como têm muitos autônomos no mercado, as transportadoras jogam o valor do frete lá embaixo e acabam escolhendo o motorista que aceita o preço oferecido”, afirma. Enquanto as mudanças tanto para o setor quanto para a categoria não chegam, o assessor da presidência do Setcesp aconselha aos autônomos a investirem no aprimoramento profissional. “É importante fazer cursos de reciclagem oferecidos pelo Sest Senat, manter documentos em ordem e atualizados, além de possuírem veículos em condições de uso e com a segurança necessária”, sugere Adauto Bentivegna. Norival de Almeida Silva, presidente do Sindicam (Sindicado dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo), concorda com o representante do Setcesp e acrescenta que deve haver mais união entre os profissionais da categoria. “É preciso chamar a atenção dos autônomos para que sejam mais presentes perante suas entidades e dirigentes, cobrando mais direitos e informações sobre o segmento onde trabalham. Fonte: Revista O Carreteiro Publicado em 06/06/2012 por Rafael Brusque Toporowicz no site http://blogdocaminhoneiro.com/autonomos-trabalhando-sob-pressao/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Palestra VIP para Motoristas da Transtusa - Joinville

Dia 30/05/2012 no periodo da manhã e tarde foram realizadas "Palestras VIP para os Motoristas da TRANSTUSA". Socializado conhecimentos e experiências no sentido de gerar excelência nos serviços prestados pelas Equipes de Motoristas no transporte público em Joinville. As Equipes de Motoristas participaram com muita vibração e comprometimento nos temas abordados. Parabenizo o profissionalismo da TRANSTUSA - Transporte e Turismo Santo Antônio - Joinville - SC. Palestrante José Rovani - HighPluss Treinamentos