Motorista Comprometido

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Notícias

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Motoristas de ônibus dizem que trabalham com sono no fim de ano


marcopolo-g7-2011
Ex-motoristas de empresas de ônibus que realizam viagens intermunicipais denunciam que, durante o período das festas de fim de ano, é comum muitos deles trabalharem com sono.
Segundo eles, que preferiram não se identificar, nos dias que antecedem o Natal, até os primeiros dias de Ano Novo, os trabalhadores são obrigados a trabalhar sem as 11 horas de descanso mínimas, exigidas por lei.
“Ah, umas três horas e meia, no máximo quatro horas [de descanso]”, diz um deles, contando como é a jornada de trabalho. Perguntado se já dormiu alguma vez ao volante, durante o trabalho, ele revela que já sentiu bastante sono. “Não digo dormir, mas chega a parar o carro [ônibus], lavar o rosto. Parecia que tinha areia no meu olho, sabe?”, conta.
Outro, que pediu demissão em novembro, afirma que o motivo foi um susto em uma das viagens. Ele cochilou ao volante e quase causou um acidente na estrada. “Eu estava meio que piscando, aí, na hora que eu entrei na curva, eu olhei e tinha a carreta. A última parte da carreta bem em cima da minha faixa. E ali, por Deus, eu desviei”, diz.
Os dois procuraram a RPC TV voluntariamente, após a notícia do acidente de ônibus na BR-116, que matou 16 pessoas, no domingo (22). Nenhum deles trabalhou para a empresa Viação Nossa Senhora da Penha, dona do ônibus acidentado.
Entre as hipóteses levantadas pela polícia para o acidente, está a de que o motorista dormiu ao volante. Ele foi indiciado por homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar. O ônibus, que saiu de Curitiba em direção ao Rio de Janeiro, caiu de uma altura de 10 metros, na Serra do Cafezal, em São Paulo. Além dos mortos, outros 30 passageiros ficaram feridos na batida.
Fonte: G1
Publicado no Blog do Caminhoneiro.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Os ônibus no Brasil são realmente seguros?

ônibus
Ônibus prefixo 6002 da Penha. Veículo ficou destruído após cair em uma ribanceira às margens da rodovia Régis Bittencourt, em São Lourenço da Serra, na Grande São Paulo. Acidente levantou uma série de questões, como a segurança e a resistência dos modelos de ônibus fabricados no País.
Os ônibus no Brasil realmente são seguros?
Especialistas dizem que veículos poderiam ser mais resistentes. Indústria afirma que padrões de qualidade estão entre os melhores do mundo
ADAMO BAZANI – CBN
O acidente com o ônibus de dois andares da Empresa Nossa Senhora da Penha, na madrugada do último domingo, na rodovia Régis Bittencourt, em São Lourenço da Serra, levantou mais uma vez várias questões relativas à segurança dos transportes rodoviários.
Entre os aspectos que entraram para as discussões é relacionado ao padrão e à qualidade dos ônibus no Brasil.
Conforto e design, os veículos possuem. Mas será que os ônibus no Brasil são realmente seguros?. E sobre os modelos Double Decker, os acidentes com estes ônibus acabam tendo resultados mais graves?
As perguntas foi feita por especialistas como da Abramet – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego .
O que chamou a atenção é que o segundo andar do ônibus modelo Marcopolo Paradiso 1800 DD, da Geração Seis, foi completamente esmagada.
A maior parte das 15 pessoas que morreram estava no segundo andar.
Os peritos que estiveram no local também foram surpreendidos pelo estado que ficou o piso superior do ônibus.
A própria Abramet, além de outras associações, defende a realização de mais estudos para que os ônibus sejam leves, o que resulta em menos gastos operacionais e de manutenção, além de respeitarem a lei da balança, mas que sejam também mais fortes que atualmente.
Às vezes numa colisão contra um veículo de menor porte, o ônibus hoje em dia fica bastante danificado.
O diretor de engenharia da Marcopolo, Edson Maineiri, disse ao jornalista Thiago Barbosa, no CBN São Paulo, que os ônibus brasileiros seguem padrões internacionais quanto a resistência, tombamento e inclinação. A inclinação permitida tem de ser de 28 por cento e os modelos da empresa podem suportar inclinação de até 30 por cento.
Segundo ele, com o passar do tempo, a indústria estuda o uso de materiais para aumentar a resistência dos ônibus.
“Todo mundo usa este tipo de veículo Double Decker. Só nas Américas são cerca de dez mil ônibus de dois andares. Na Europa o uso é bastante amplo. São modelos seguros sim, caso contrário a utilização não seria comum. Mas no caso, o ônibus tem uma massa e um peso muito grandes. Num acidente como o da Régis, por mais que o veículo tenha resistência, não tem como evitar este tipo de dano. O ônibus vai ficar bastante danificado mesmo” – disse o engenheiro da Marcopolo
Confira a entrevista:
A Marcopolo complementa as informações do diretor de engenharia com uma nota:
A Marcopolo se solidariza com todos os familiares e amigos das vítimas do recente acidente ocorrido com um ônibus Double Decker. Como líder nacional na fabricação desse tipo de veículo, a empresa se sente na obrigação de esclarecer que:
- As carrocerias dos ônibus Double Decker são construídas obedecendo aos mais rigorosos padrão de resistência, segurança e confiabilidade, segundo regulamento internacional e equiparável aos padrões europeu e americano, os mais avançados e rigorosos do mundo;
- O modelo Double Decker da Marcopolo passa por testes de resistência estrutural e de capotamento, sendo aprovado por todos os órgãos nacionais. O veículos inclusive excedem as especificações nacionais com relação a tombamento e rigidez estrutural; Por ser um dos modelos mais exportados, os ônibus também são construídos obedecendo as normas internacionais;
- A Marcopolo mantém uma equipe de engenheiros que continuamente trabalha na pesquisa e no desenvolvimento de novos componentes e concepção estrutural das carrocerias para garantir, cada vez mais, que os veículos ofereçam os mais elevados níveis de conforto, segurança e robustez.
Mais uma vez, a companhia lamenta a inestivável e insubstituível perda de cada uma das famílias às vésperas do Natal, momento que deveria ser de comemoração e confraternização. E ratifica o seu compromisso em desenvolver e fabricar veículos cada vez mais seguros e que obedecem aos mais rigorosos padrões internacionais.
Publicado em 24/12/2013 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Natal com muita Luz e um Próspero 2014 - HighPluss

Arquivo: HighPluss, 2013.

Desejo a você visitante do blog , seguidores, motoristas, estudantes, professores, clientes, fornecedores e parceiros da HighPluss, um Natal com muita Luz e um Próspero 2014 com muitas realizações.
             
Muito agradeço aos acessos ao blog e com as respectivas contribuições aos temas socializados em 2013.

Agradeço a Equipe do Blogger pela qualidade dos serviços prestados.

Grande abraço,

Palestrante José Rovaní
Soluções VIP nas Práticas Profissionais - Hands On

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O antidoping dos caminhoneiros


Foto Blog do Caminhoneiro
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deu um passo importante para a redução de acidentes envolvendo caminhões, ônibus e utilitários de carga, ao determinar a obrigatoriedade de exames toxicológicos em motoristas profissionais, quando da renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou ingresso nas categorias C, D e E. Mesmo realizados com intervalos de cinco anos (prazo em que a CNH deve ser renovada), os exames criarão uma dificuldade muito objetiva para os usuários contumazes de substâncias psicoativas como anfetaminas, cocaína ou crack — cujo consumo se alastra de forma assustadora, principalmente entre os caminhoneiros.
O enfrentamento do problema, no entanto, exige medidas mais amplas e coordenadas das autoridades em várias frentes, no sentido de atacar os fatores que levam uma parte dos motoristas a apelar para as drogas. Como já ficou constatado em diversas pesquisas, os chamados “rebites” (anfetaminas), a cocaína e até o crack não têm qualquer conotação recreativa, neste grupo específico de usuários. Eles são usados para manter a mente alerta durante jornadas prolongadas ao volante, que podem se estender por dois dias ou mais. E os mais suscetíveis são os motoristas autônomos, cujas condições de trabalho são mais difíceis de fiscalizar.
A incidência do uso de álcool e drogas ilícitas entre os caminhoneiros é alarmante. Em 2010, exames realizados pela Polícia Rodoviária do Espírito Santo em motoristas voluntários mostrou que um em cada três fazia uso de bebidas alcoólicas, maconha, anfetaminas, metanfetaminas, cocaína, crack ou merla para dirigir. Outro levantamento, feito nas rodovias do Mato Grosso pelo Ministério Público do Trabalho daquele Estado, apontou que 30% dos motoristas consomem regularmente alguma substância ilícita. Além das anfetaminas, as drogas mais citadas foram a cocaína e o crack.
A ganância das empresas que contratam os serviços de transporte — ou, no mínimo, a falta de interesse pela saúde e integridade do trabalhador — soma-se, neste caso, à pressão econômica sofrida pelos motoristas, que aceitam missões suicidas e sacrificam o indispensável descanso em busca de um rendimento maior. O desgaste físico e mental provocado pelo excesso de viagens em curto espaço de tempo vem se somar, dessa maneira, a fatores igualmente graves, como a idade e manutenção inadequada dos veículos e as más condições das rodovias, para produzir um número exageradamente alto de acidentes –algo em torno de 10 mil por ano, nas rodovias do país.
A resolução do Contran não terá efeito imediato. Embora comece a vigorar no dia 1º de janeiro, ela estipula um prazo de 180 dias para que o exame toxicológico comece a ser exigido. Assim, se não houver nenhum adiamento ou entrave jurídico, a partir de 1º de julho os motoristas que precisarem ingressar nas categorias C, D e E ou renovar a CNH terão de se submeter a “exame toxicológico de larga janela de detecção” em clínicas homologadas pelo Denatran e credenciadas pelo órgão executivo de trânsito no Estado. O exame é capaz de detectar o consumo de drogas até 90 dias antes da coleta das amostras biológicas, que podem ser de cabelos, pelos ou unhas.
A medida teria mais impacto se o intervalo entre um exame e outro fosse menor. Pelo Código de Trânsito, a CNH deve ser renovada a cada cinco anos (ou três, para motoristas com mais de 65 anos de idade). Embora positivo, o efeito da exigência deverá ser limitado — e, mais ainda, se não houver uma fiscalização rigorosa sobre as empresas e os caminhoneiros, com punições rigorosas para quem submete os motoristas a jornadas desumanas e a retirada de circulação daqueles que, ao dirigir sob o efeito de substâncias nocivas, tornam-se um perigo para si mesmos e para todos em seu caminho.
Publicado no Blog do Caminhoneiro.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Caminhoneiros estão parados a dias em atoleiros de rodovia em MT


Caminhão atolado - MT-020 (2)
Há vários dias, nenhum veículo consegue  trafegar pela MT-020, entre Paranatinga e Gaúcha do Norte, a 411 e 595 km de Cuiabá, por conta de atoleiros na rodovia. Uma fila de veículos, principalmente de carretas e caminhões, se formou nesse trecho. Parados, os motoristas esperam por socorro, porém, a prefeitura de Paranatinga alega que têm tentando ajudar os caminhoneiros, mas que não possui máquinas suficientes para retirá-los.
O prefeito da cidade, Vilson Pires, disse que, recentemente, uma empresa deu início ao processo de pavimentação da rodovia, porém, mal começou e já abandonou a obra depois da terraplanagem. O maior problema, segundo ele, é que a situação piorou, pois o primeiro e único trabalho da empreiteira foi retirar uma camada superficial de terra com cascalho. Sem esse cascalho e por causa da chuva intensa, surgiram os atoleiros.
“No sábado (14) fui até lá para prestar socorro, mas tinha cerca de 60 carretas e caminhões parados na estrada não tem como o município dar assistência a todos os motoristas”, afirmou o prefeito. “Está totalmente intransitável e a via está interditada, o que gera prejuízos imensuráveis aos produtores e pecuaristas da região”, pontuou. Ele disse que o município é um dos maiores produtores de soja do estado.
O município cultiva soja em 400 mil hectares e possui frigoríficos para abate de bovinos. “Temos frigoríficos e o gado está morrendo nas estradas, porque os caminhões não conseguem passar. Se tornou uma catástrofe”, reclamou Pires. Já Gaúcha do Norte está escoando milho, o que tem contribuído para o fluxo de veículos nesse período.
Caminhão atolado - MT-020 (1)Ele criticou o fato de a obra ter iniciado já no período chuvoso. Com os atoleiros, o acessoaos municípios de Canarana, Água Boa, além de Paranatinga e Gaúcha do Norte, está impossibilitado. Nenhum trecho dessa rodovia possui asfalto.
Combustível de graça
No mês passado, o governador Silval Barbosa anunciou a distribuição de cerca de 5 milhões de litros de óleo diesel para as prefeituras do interior do estado durante o período de chuvas. Porém, no caso de Paranatinga, o prefeito alegou que até agora o município tem custeado toda a despesa sozinho.
Contudo, apesar da medida, Silval avaliou que, nem por isso, o estado deixaria de ter atoleiros, como todos os anos. “Um estado em que a fronteira agrícola dobrou em quatro anos, em que a fronteira agrícola avança conforme surge a logística, é um estado que muitas vezes a gente não dá conta de socorrer certas demandas”, pontuou, na época.
Publicado no Blog do Caminhoneiro.

sábado, 7 de dezembro de 2013

‘Tem de se dedicar 100% para dar certo’, diz fundador da Marcopolo

Paulo Belini

Aos 86 anos, Paulo Bellini combina a sabedoria adquirida ao longo dos anos com a ousadia jovial que fez dele um dos mais bem-sucedidos empresários do Rio Grande do Sul. Fundador e presidente emérito da Marcopolo, uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo.
Um dos oito irmãos de uma família de Caxias do Sul, Bellini conta que teve uma infância sem dificuldades. Já maior de idade, foi estudar em Porto Alegre. Voltou para Caxias e fundou a primeira empresa de carrocerias em 1949, junto com os irmãos Nicola, amigos de longa data da família. Era ele quem cuidava da administração e de todos os trâmites contábeis da empresa, buscando aprimorar cada vez mais o empreendimento e a equipe.
Em menos de 20 anos a Nicola & Cia se transformaria na Marcopolo, nome motivado por um modelo de ônibus que foi apresentado no Salão do Automóvel em 1968. Hoje, a empresa conta com mais de 22 mil colaboradores e tem fábricas no Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro e em países como Argentina, Austrália, África do Sul e Índia.
Determinação e aposta nas pessoas
Boa parte do sucesso mundial alcançado pela Marcopolo é fruto do trabalho de Bellini e de um time de profissionais qualificados. Mas para atingir esse patamar foi preciso muito esforço, dedicação e estratégia. “As dificuldades foram enormes. Não tínhamos capital de giro, crédito e nem dispúnhamos de tecnologia. Pegamos dinheiro emprestado, inclusive do meu pai, e fomos fazendo as coisas acontecer. Lembro que, várias vezes, precisamos recorrer ao dinheiro de agiotas”, conta Bellini.
Força de vontade e atitude, no entanto, eram atributos que não faltavam para aquela pequena equipe que resolveu empreender no interior do Rio Grande do Sul em plena década de 1950. “Montamos algo que não existia em Caxias do Sul e nem na região” conta Bellini. “Você tem de se dedicar 100% ao seu negócio para que ele possa dar certo. É preciso ter determinação e fazer as coisas acontecerem. Somente assim o seu negócio poderá prosperar e você atingirá os seus objetivos”, destaca.
Na condição de administrador, o empresário percebeu que para a empresa crescer precisava, antes de tudo, de capital humano. Por isso criou oportunidades para que os colaboradores participassem de cursos de qualificação. Já na década de 1960 buscou a definição de uma filosofia para a empresa traduzida no lema “A Organização é Antes de Tudo o Homem”. Na mesma época a Marcopolo fez as primeiras exportações.
O resto é história. Mais de 60 anos depois, Bellini decidiu colocar no papel a trajetória da empresa, das pessoas que construíram ela e dos desafios vencidos nessas seis décadas. O livro “Marcopolo: Sua viagem começa aqui” foi lançado no final do ano passado. “São memórias e relatos que revelam uma cultura empresarial peculiar, com a qual convivemos com naturalidade, sem nos dar conta da sua decisiva importância, e construída por muitos que, de alguma forma, se relacionam com a Marcopolo”, define.
Cinco perguntas para Paulo Bellini
O que motivou o senhor a abrir o próprio negócio? 
Paulo Bellini - Naquela época, eu havia acabado de terminar o curso de contador e fui convidado a iniciar o negócio, juntos com os irmãos Nicola, de carrocerias de ônibus, algo que não existia ainda em Caxias do Sul e em toda a região.
Quais foram as maiores dificuldades?
Bellini - 
As dificuldades foram enormes. Não tínhamos capital de giro, crédito e nem dispúnhamos de tecnologia. Pegamos dinheiro emprestado, inclusive do meu pai, e fomos fazendo as coisas acontecer. Lembro que, várias vezes, precisamos recorrer ao dinheiro de agiotas, pois não havia a oferta de crédito que hoje existe nos bancos para pequenas empresas e negócios. Levávamos 90 dias para fazer um ônibus e, muitas vezes, ele precisava ser reparado, pois nem tudo estava certo.
O que o senhor considera sua primeira vitória como empresário?
Bellini - 
Acredito que a primeira vitória foi entregar o primeiro ônibus para o nosso primeiro cliente. Digo que ele foi muito corajoso em comprar o nosso produto e acreditar na gente.
Que conselho o senhor gostaria de receber quando estava começando e que poderia dar aos novos empreendedores?
Bellini - 
Dedique-se 100% ao seu negócio para que ele possa dar certo. Tenha determinação e faça as coisas acontecerem. Somente assim o seu negócio poderá prosperar e você atingirá os seus objetivos.
Na sua opinião, como o empreendedorismo pode contribuir para melhorar o país?
Bellini - 
O empreendedorismo pode contribuir muito com o desenvolvimento do Brasil. Primeiro porque o empreendedor faz as coisas acontecerem e inspira outros a também fazerem. Segundo porque o empreendedor, na sua maioria, acaba buscando na inovação o seu diferencial. E a inovação é fundamental para o desenvolvimento do país e da sociedade.
Publicado em 06/12/2013 no Blog do Caminhoneiro.