Motorista Comprometido

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Arquivo: HighPluss Treinamentos, 2017.

Notícias

sábado, 28 de janeiro de 2012

Trânsito mata mais e não apenas por acidentes

Congestionamentos provocam doenças e soluções exigem medidas mais firmes
Opinião é de especialistas em saúde que dizem que trânsito contribui mais para o efeito estufa do que ao acúmulo de lixo, como as sacolinhas de mercado
ADAMO BAZANI – CBN

Não é frase de efeito ou campanha de ecologistas: o trânsito cada vez maior está deixando as pessoas mais doentes.
Paulo Saldiva, que médico e professor da USP – Universidade de São Paulo, diz que doenças como enfarte do miocárdio, câncer do pulmão, asma, sinusite, conjuntivite e tantas outras têm na poluição emitida pelo excesso de carros uma das principais causas.
De acordo com ele, que acompanha os efeitos da poluição desde anos de 1980, neste período, a tecnologia dos motores dos veículos fez com que o nível de poluição individual caísse. Mas o aumento desenfreado no número de carros e motos já superou esse ganho com a melhoria de tecnologia. Segundo Saldiva, a situação é tão crítica nas cidades, que por mais que haja outros avanços tecnológicos, eles nunca serão suficientes para cobrir a quantidade de carros, se a política de prioridade ao transporte individual continuar.
Saldiva alerta que a situação não deve ser encarada de qualquer maneira. Segundo seus estudos, 7 mil pessoas morrem por ano na Capital Paulista unicamente por causa da poluição gerada no trânsito.
Enquanto a sociedade, principalmente em São Paulo, se vê às voltas sobre a discussão do não fornecimento por parte dos supermercados das sacolinhas plásticas, a poluição emitida pelos carros causa mais Efeito Estufa, aquecimento global, que o acúmulo de lixo, como explicou Estanistau Maria, coordenador do Instituto Akatu, uma Organização Não Governamental, em prol do Consumo Consciente.
Paulo Saldiva, disse que não há tempo de ficar esperando por soluções de longo prazo. Enquanto se tomam medidas mais demoradas, são necessárias ações urgentes.
Para ele, é necessário que o poder público tenha coragem e tome medidas restritivas ao uso do carro e invista em soluções rápidas para o transporte público.
Uma dessas soluções é a construção de corredores de ônibus.
Em dois anos e meio, um corredor de ônibus do tipo BRT, Bus Rapid Transit, pode ser concluído.
O BRT oferece espaço exclusivo aos ônibus que podem ser de maior porte, substituindo ônibus convencionais, e dezenas de carros de uma só vez, além de tornarem as viagens mais rápidas, pelo fato de os ônibus não ficarem presos nos congestionamentos. Com maior velocidade, menos ônibus conseguem fazer mais viagens e o desempenho dos veículos é melhor, o que possibilita também redução na poluição.
Exemplos o País tem. Em Curitiba e região Metropolitana, que tem uma ampla rede de corredores de ônibus, segundo a prefeitura da capital paranaense, só a colocação de 575 ônibus novos em circulação como parte da renovação da frota do sistema no ano passado, possibilitou a redução da emissão de 100 toneladas por mês de diversos tipos de poluentes, principalmente materiais particulados, enxofre e óxido de nitrogênio, substâncias altamente cancerígenas.
Os novos ônibus de Curitiba são movidos a diesel S 50, alguns possuem uma mistura de biodiesel e outros, como os Ligeirões (biarticualdos novos) são movidos com 100% de biocombustível.
Quando os corredores de ônibus adotam tecnologia limpa, os ganhos ambientais, em outras palavras, para a saúde do ser humano, plantas e animais, são bem maiores.
É o que ocorre com o Corredor ABD, que liga São Mateus, na Zona Leste da Capital Paulista, ao bairro do Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, passando pelos municípios de Santo André, Mauá (Terminal Sônia Maria), São Bernardo do Campo e Diadema.
Boa parte dos veículos, operada pela empresa Metra, é bem menos poluente que os ônibus convencionais. Há modelos a etanol, elétricos-híbridos e trólebus, estes últimos que são movidos totalmente a energia elétrica e não emitem nenhum tipo de poluente em sua operação.
Para aumentar ainda os benefícios ambientais, a Metra é responsável desde 2008 pela iniciativa do Corredor Verde, que consiste no plantio e cuidado de mais de 4 mil árvores ao longo das vias operadas pela empresa.
As árvores captam o gás carbônico lançado pelos ônibus convencionais que trafegam pelo corredor e também dos outros veículos que andam ao lado das pistas exclusivas, e liberam oxigênio.
Tanto no sistema de Curitiba como no Corredor ABD, também há preocupação em relação a reciclagem.
A Metra envia para reciclagem os passes de papel com tarja magnética, os materiais resultantes da poda das plantas do Corredor Verde e separa na garagem tudo o que pode ser reciclado. Em Curitiba e região metropolitana, empresas como a Leblon Transporte, também destinam corretamente os materiais que podem ser reciclados. No caso da Leblon, a empresa mantém uma parceria com a Associação de Catadores do Município de Fazenda Rio Grande, que retira estes profissionais das ruas e possibilita oportunidade de geração de emprego e renda numa unidade de separação de lixo reciclável, onde plástico, alumínio, papel, vidro e outros materiais são vendidos a empresas que os reaproveitam. A renda é revertida para a comunidade.
São exemplos que mostram que a situação da qualidade de vida das cidades é preocupante, mas que as soluções são muitas vezes mais simples e baratas que muitos pensam.
A empresa Perkons, especializada em segurança e gestão integrada de trânsito, conversou também com Paulo Saldiva e outros profissionais de meio ambiente e tráfego, que trazem dados interessantes para reflexão e ação. Acompanhe o artigo:

Os congestionamentos causados por medidas econômicas enraizadas no culto ao transporte individual matam – é o que garantem especialistas em saúde e meio ambiente.
Câncer de pulmão, enfarte do miocárdio, crises agudas de asma e conjuntivite são algumas das doenças adquiridas por quem fica muito tempo no trânsito. A constatação faz parte do estudo de Paulo Saldiva, médico e professor da Universidade de São Paulo (USP), que também dá conta de que sete mil pessoas morrem de complicações ocasionadas pela poluição do tráfego, por ano, na capital paulista.
“Os estudos de condições climáticas acontecem na USP desde os anos 80. Só que, com aevolução da cidade, os níveis de especificação da poluição também se elevaram nos apresentando uma nova fonte de poluição: o trânsito”, explica.
Saldiva alerta para as doenças silenciosas trazidas pelos congestionamentos e lastima que os usuários do transporte individual percam quatro horas do seu dia no trânsito, ainda que reconheça que as alternativas de transporte não são tão bem vindas. “Eu uso bicicleta, mas o problema é que a cidade não é amigável para essa e outras formas de transporte”, denuncia.

Saldiva falou, também, dos prejuízos causados pelo inchaço na frota de transportes individuais e problemas na oferta de transporte coletivo. “O índice de poluição vem caindo, mas não podemos nos enganar. O veículo de hoje emite muito menos poluentes”, afirma, mas acrescenta que “o problema é que a tecnologia está chegando ao limite e a condição de mobilidade é muito ruim. Em São Paulo, essa melhora deixou de ser eficiente já em 2005. Nós apostávamos na tecnologia como solução, mas é só analisarmos um carro que existia em 1980 e continua existindo hoje, como o Gol”.
A opinião de Saldiva é compartilhada pelo especialista em trânsito e diretor da Perkons, José Mario de Andrade. “Não há mais tempo para discutir, é preciso agir e lançar mão de medidas restritivas como uma alternativa. É ilusão imaginar que a maioria vá abrir mão do seu carro por um bem maior sem nenhum tipo de estímulo. Porém, só a tecnologia não dá conta. Ao mesmo tempo, é preciso boa vontade dos governos com relação ao investimento em transportes coletivos de qualidade. Inclusive essas medidas restritivas, que oneram o transporte individual, precisam ser revertidas no coletivo”, diz Andrade.
Trânsito, meio ambiente e saúde
São Paulo tem 7 milhões de carros, com 11 milhões de habitantes. Os dados e o exemplo da capital paulistana são utilizados por Estanislau Maria, coordenador de conteúdo do Instituto Akatu, que trabalha em projetos voltados ao consumo consciente, para explicar que “nas metrópoles, o principal gerador de gases de Efeito Estufa é o trânsito e, depois, o lixo.”
Estanislau afirma que é preciso voltar no tempo para compreender a cultura do carro no país. “Desde os anos 50, o brasileiro prioriza o transporte motorizado e individual. Sucateamos nossas ferrovias e não temos navegação de cabotagem no Brasil. Ou seja, usamos estradas, ao invés de explorar o potencial pluvial”, analisa.
Para o médico Paulo Saldiva será preciso mais que educação para reverter essa cultura. “O que vai funcionar para o trânsito é o caos, e não só as campanhas educativas. Eu vejo muito mais motoristas mudando o comportamento depois de passarem pela UTI. Sinceramente, o único programa de reciclagem que funciona em São Paulo é o de transplante de órgãos”, diz.
No contexto mais amplo dessa fotografia está a relação entre meio ambiente e saúde. É evidente a queda da qualidade de vida nos centros urbanos, a poluição do ar, os níveis de tensão aumentando a pressão arterial, entre outros sintomas. Mas essas paisagens quase imperceptíveis ficam mais claras quando é constatado que o trânsito, hoje, é a segunda maior fonte de poluição do meio ambiente brasileiro, só ficando atrás do desmatamento da Amazônia.
Sobre a opção pelo uso do carro ou moto, Estanislau explica que a população já sofre as consequências dessa escolha. “Já estamos sofrendo as consequências. Invernos e verões cada vez mais rigorosos, o que influencia a produção dos alimentos, e assim por diante. É o conceito de interdependência: cada carro que entra em circulação gera o impacto no cenário amplo”, explica.
SP é o maior estacionamento a céu aberto da América Latina
A interdependência, segundo Estanislau, vai muito além dos problemas visíveis. O especialista diz que o aquecimento da economia e o estímulo do governo na compra de carros populares têm uma grande parcela de responsabilidade na questão. “Quem planeja comprar um carro não quer ouvir argumentação sobre os impactos ao meio ambiente. ‘Quer dizer que agora que chegou a minha vez e vocês estão dizendo que eu não posso comprar carro?! É, de fato ilógico”, afirma. “A situação fica mais crítica quando analisamos os dados da FGV de que o governo incluiu 3,6 milhões de pessoas na classe C entre 2010 e 2011”, esclarece.
Quando questionado sobre o resultado desta equação, Estanislau é categórico. “Vamos ficar parados no meio das ruas, se não investirmos em transporte público. Mas isso depende de política pública. Não há alternativa. Todas as medidas de sustentabilidade não são apenas morais. Perdemos vidas, tempo e produção, além da disputa do espaço público. Quanto mais carros, maior a demanda da construção das vias, que gera o caos urbano. É tudo um grande bumerangue”, finaliza
Texto Inicial: Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
Artigo: Comunicação Perkons.
Publicado em 29/01/2012 no Blogpontodeonibus.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Dicas - Direção Defensiva, requer...

A Direção Defensiva, requer conhecimento, atenção e previsão, para que o condutor possa conhecer e identificar situações geradoras de acidentes de trânsito, bem como, uma pronta decisão e a habilidade necessária para sua autoproteção.

O conhecimento poderá ser adquirido através das diversas divulgações, mas principalmente através de cursos programados, onde obterá conhecimentos da legislação de trânsito, mas especificamente, das normas e conduta, técnicas de Direção Defensiva, através de didática apropriada onde propicia a participação de todos interagindo com o instrutor na aãlise de situações e experiências.

A Atenção e previsão é o constante estado de "Alerta", que implica em adquirir a capacidade de distinguir os perigos de trânsito em situações normais e ou adversas.

Fonte:Políca Rodoviária Federal.

Publicado no Guia Transporte Rodoviário 2011, O Carreteiro, Edição nr. 29.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

DIREÇÃO DEFENSIVA

A "Direção Defensiva" é um conjunto de técnicas de prevenção onde o condutor deve utilizar sua plena capacidade, conhecimento e habilidade para ser mais precavido, conduzindo o veiculo com mais prudência como meio de evitar ou diminuir o número de acidentes de trânsito.

A finalidade da "Direção Defensiva" é tornar os motoristas mais conscientes e consequentemente mais seguros e prudentes, capazes de tomarem os cuidados necessários para evitar as condições contrárias e os acidentes de trânsito.

Fonte: Polícia Rodoviária Federal.

Publicado no Guia Transporte Rodoviário 2011, O Carreteiro, Edição nr. 29.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Video - Simulador testa prudência dos motoristas de caminhão

Recomendo assistir a reportagem sobre o simulador que testa prudência dos motoristas de caminhão. Dicas interessantes sobre dirigibilidade.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=Umw9NRhiC2s&feature=related

Treinamento valoriza Motorista

Cada vez mais exigentes na hora de contratar o motorista para transportar uma determinada carga, transportadoras apostam em treinamento e em um relacionamento mais profissional com a categoria, que passou a ser a principal formadora de opinião.

Daniela Giopato

Quando se fala em 35 anos parece pouco tempo. Mas, para os motoristas de caminhão, pouco mais de três décadas foram suficientes para mudar muitas coisas, principalmente em relação as exigências feitas pelas transportadoras na hora de se contratar um frete. Para atender a nova realidade, o carreteiro teve de adotar comportamento diferente de anos atrás, época em que para conseguir um bom frete bastava ter um caminhão e saber dirigir. A profissão de motorista podia ser resumida em pegar e entregar a carga, enlonar o caminhão e saber fazer nós.

Com o passar do tempo, esta imagem romântica do motorista de caminhão foi perdendo espaço para um outro tipo de profissional, o qual faz cursos, se atualiza, busca informações em feiras especializadas do setor, se preocupa com a aparência e vê o caminhão mais como um negócio do que um veículo de carga. Além disso, o carreteiro se transformou no principal formador de opinião dentro das transportadoras, que, por sua vez, também adotaram um outro comportamento, e se preocupam em treinar e preparar seus motoristas para acompanhar as tendências do setor.

“Há alguns anos o motorista de caminhão chegava na transportadora e carregava sem burocracia nenhuma, e fazia a rota que queria. Mas, os tempos mudaram. E, o alto índice de roubo de cargas impulsionou os embarcadores a traçar um perfil de carreteiro para transportar a carga. Hoje, exigimos um motorista qualificado, com experiência, alfabetizado, com noção básica de informática e que saiba conversar. A aparência tanto do profissional quanto do veículo também são importantes afinal ele lida com o nosso cliente. Aqui na transportadora, por exemplo, é proibido andar de chinelo e bermuda”, afirma Valdomiro Felipe, gerente nacional da Atlas Transportes – empresa com 52 anos de atuação no ramo de transporte. A transportadora oferece aos motoristas de caminhão cursos de atendimento ao cliente quando de coleta, entrega; direção defensiva e gerenciamento de risco.

Para Luiz Carlos Lopes, diretor de operações da Braspress, a mudança comportamental por parte das empresas em relação a contratação de motoristas, ficou mais evidenciada nos últimos 10 anos. “O mercado passou a exigir do transportador uma qualidade mais apurada, despertando nas empresas a necessidade de uma boa contratação, pois ali residia um componente fundamental e um de seus principais diferenciais no serviço prestado. Na Braspress, Rodex e Aeropress – empresas que compõe nosso grupo – mais de 50% do quadro de funcionários é do sexo feminino, pois a competência não tem sexo, pelo menos para nós”, afirma.

A relação entre as partes, segundo Lopes, tornou-se mais aberta. “A grande diferença que marca esta mudança é a comunicação, fazer chegar de forma simples os objetivos, missão, desafios e resultados, integrando o motorista de forma mais abrangente e não simplesmente daquela figura que limitava-se a conduzir o veículo”, diz.

A empresa oferece cursos específicos para os profissionais tais como: direção defensiva, direção econômica, prevenção e gerenciamento de risco. Lopes explica que é importante o motorista saber utilizar os recursos tecnológicos disponíveis nos caminhões atuais, como computadores de bordo, rastreadores, rádios, telefonia celular integrada, coletores de dados entre outros.

Publicado em 18/01/2012 no site: http://www.revistaocarreteiro.com.br

Aprovada Lei que obriga cobrador de ônibus em Londrina

Lei obriga cobrador de ônibus em Londrina
Pela lei, os ônibus serão obrigados ter cobradores entre as 05hs e às 19h. Prefeitura não se manifestou sobre o assunto o que fez vereadores sancionarem a lei 11.472

ADAMO BAZANI – CBN

A obrigatoriedade da presença dos cobradores em ônibus urbanos causa diversos debates nas mais diferentes cidades do País.
Os empresários dizem que em corredores exclusivos e em sistemas com bilhetagem eletrônica, o cobrador fica praticamente ocioso dentro do ônibus. Em algumas cidades, o pagamento da passagem com o cartão ou bilhete eletrônico chega a 90%.
Até mesmo alguns sindicatos de trabalhadores, como o de São Paulo, entraram em acordo com os empresários e aceitaram a retirada dos cobradores em diversas linhas.
Trabalhadores e passageiros, no entanto, dizem que a presença do cobrador é sim ainda importante.
Ele auxilia o motorista, informando os passageiros, alertando sobre o trânsito em curvas mais fechadas ou cruzamentos com pouca visão e cobrando de quem ainda não tem cartão eletrônico. Há uma parcela de passageiros que usa eventualmente os transportes. Para eles não compensa comprar um cartão com vários créditos.
Quem defende a permanência do cobrador usa lógicas como: se dirigir e falar ao celular prejudica a concentração, dirigir e cobrar também. Se o passageiro só pode falar o essencial ao motorista, já que a conversa pode prejudicar a atenção do profissional, quanto mais identificar as moedas, calcular o troco e devolver o dinheiro.
Além disso, em várias cidades, a extinção da função do cobrador pode representar a perda de milhares de postos de trabalhos que, pelo número, nem todos podem ser reaproveitados em outras funções.
Em Londrina, no Paraná, a Câmara dos vereadores sancionou nesta terça-feira, dia 17 de janeiro de 2012, a lei 11.472 que obriga a permanência de cobradores nos ônibus convencionais pelo menos das 05 horas às 19 horas.
A lei é de autoria do vereador Marcelo Belinati e foi promulgada pelo vereador Rony Alves.
A peça foi aprovada por uma sanção tática. Isto é, a aprovação foi feita pelos próprios vereadores porque o tempo de análise da lei pela prefeitura estava acabando e o Prefeito não tinha se manifestado.
A Câmara acredita que com a aprovação vai garantir qualidade e maior segurança na prestação de serviços além de preservar o emprego dos cobradores
A empresa que não cumprir a determinação, de acordo com a lei, pode ser multada em dois salários mínimos por veículo diariamente. O ônibus também pode ser retido até a regularização.
A fiscalização cabe à CMTU – Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização.

Publicado em 18/01/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

O Perfil dos Motoristas flagrados nas blitze...

Uma barreira contra a embriaguez no trânsito.

Três anos após a "Lei Seca" ter dado instrumentos para a fiscalização coibir a associação álcool-volante, a Secretaria Municipal de Trânsito finalmente decidiu agir. As blitze quase diárias coincidiram com a queda em 78% nas mortes por acidentes.

Entre 17/nov e 31/dez/2011, agentes flagraram 189 motoristas embriagados, 37 vezes a mais do que em todo o restante de 2011.

Perfil dos Motoristas flagrados:

Idade: 3 em cada 10 condutores que receberam multa nas blitze têm menos de 25 anos.
18 a 25 anos: 30,2%
26 a 30 anos: 20,1%
31 a 40 anos: 26,4%
Acima de 41 anos: 23,1%

Sexo:
Homens: 96,2%
Mulheres: 3,7%

Fonte: O CAXIENSE

Publicado em 13/01/2012 por Elisa Kemmer na reportagem "Uma barreira contra a embriaguez no trânsito".

sábado, 14 de janeiro de 2012

Motorista não vê faixa de pedestre, mostra pesquisa

Estudo da FGV com 40 motoristas paulistanos constatou que eles não estão acostumados a prestar atenção à sinalização horizontal.

Os motoristas de São Paulo não estão habituados a prestar a devida atenção às faixas de pedestres. Outros elementos na paisagem, como carros, motos e pessoas dentro e fora das calçadas, tendem a estimular bem mais a visão, segundo pesquisa do laboratório de neuromarketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O estudo foi feito a pedido da agência que criou a campanha da Prefeitura para incentivar o respeito ao trecho do asfalto destinado ao pedestre. O vídeo começou a ser divulgado nesta semana na televisão. Um homem vestido como faixa aparece tentando atravessar a rua e quase sendo atingido por alguns carros.

Para o estudo, os pesquisadores selecionaram 40 pessoas que dirigem diariamente na capital e mostraram cinco fotos com situações diferentes de pedestres atravessando vias na cidade. As imagens também tinham pequenos textos publicitários. Um aparelho registrou os locais focados pelos olhos dos participantes. Em todas as imagens - expostas em uma tela durante dez segundos cada -, os participantes praticamente não olharam para a faixa de travessia.

"Percebemos que a faixa não faz parte do dia a dia das pessoas, como um ente ativo", diz o engenheiro eletrônico e coordenador do laboratório de neuromarketing da FGV, Carlos Augusto Costa. "Como ninguém tem intimidade com ela, então não é tão respeitada."

Outro resultado da pesquisa é que rostos geralmente chamam a atenção dos motoristas. "Os rostos criam um engajamento emocional. Por isso, há uma recomendação para que se atravesse a rua olhando para o lado de onde vem o carro", diz Costa. Ele acrescenta que a atitude ajuda a criar uma proximidade com quem está dirigindo.

Pedestres. O presidente da Associação Brasileira de Pedestres, Eduardo José Daros, concorda que a faixa é como se fosse "invisível" aos motoristas. "É por isso que os veículos respeitam mais as faixas onde há semáforo. Onde não tem, geralmente desobedecem." No entanto, para ele, a tendência é de que a obediência à área de travessia aumente com a intensificação da fiscalização do desrespeito aos pedestres, iniciada há um mês pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) no centro da capital.

"Normalmente, primeiro presto atenção no semáforo, e depois vejo se tem faixa de pedestres antes", diz a universitária Marina Gonsalez, de 22 anos. Já a cabeleireira Glauce Helena Alves, de 35, acha que os condutores obedecem a sinalização. "Quando o sinal fecha e tenho de parar o carro na faixa, me sinto mal."

Para o taxista José Warrison da Cunha, de 53, muitos motoristas "queimam" a faixa antes do sinal verde. "Dá a sensação de que querem competir com o outro para ver qual sai primeiro."

Publicado em 08/09/2011 por Caio do Valle - O Estado de S.Paulo
http://www.estadao.com.br/noticias/

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Entenda as exigências para ser um motorista de ônibus ou caminhão

Ainda que a esmagadora maioria da população brasileira opte sempre por tirar a carteira de habilitação A ou B, existem aqueles – consideravelmente em menor escala, – que por gosto pessoal ou por necessidade profissional, tiram carteira de habilitação na categoria D ou E. Mas afinal, o que diferencia na prática essas duas últimas alternativas para o condutor que deseja se capacitar como motorista de veículos destinados ao transporte de carga e/ou passageiros?

Alguns veículos exigem uma habilitação específica de seu condutor e a categoria indica que tipo de veículo o indivíduo pode dirigir. A categoria D é direcionada para quem conduz veículos automotores destinados ao transporte de passageiros acima de oito pessoas, excluindo o motorista, ônibus, por exemplo.

A categoria E contempla veículos que fazem transporte de carga, são articulados, normalmente reboque e semirreboque, com até seis toneladas.

Para o presidente do Sindicato das Auto Moto Escolas e Centro de Formação de Condutores no Estado de São Paulo, José Guedes Pereira, a abordagem deve ser a partir da categoria C, “embora seja uma categoria esquecida – com somente duas auto escolas que oferecem esse tipo de habilitação na capital do estado de São Paulo -, já contempla caminhão”, diz Pereira.

Para cada categoria de habilitação existe exigências específicas. De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran), é necessário ter 21 anos de idade e um ano de carteira para o motorista da categoria B mudar para a C.

Da categoria C para a D, é necessário estar habilitado na categoria B no mínimo há 2 anos, ou, no mínimo, há um ano na categoria C, ser aprovado em curso especializado e em treinamento de prática veicular em situação de risco, nos termos da normatização do Contran.

Na categoria E, caso tenha obtido a D a partir da B, deve estar habilitado no mínimo há um ano na D; caso tenha obtido a D a partir da C, pode solicitar diretamente a categoria E, sem necessidade de prazo de um ano na D. Precisa ser aprovado em curso especializado e em treinamento de prática veicular em situação de risco, nos termos da normatização do Contran.

A entidade ainda esclarece que não são todas as autoescolas habilitadas a fornecer curso de capacitação para as categorias acima, mas sim locais específicos.

Para o sindicato, é opcional, o proprietário do estabelecimento quem opta qual tipo de veículo habilitará seus candidatos. A maior parte prefere as categorias A e B.

“São poucas as autoescolas que oferecem habilitação nas categorias C, D ou E em razão do alto investimento que fazem. O veículo tem custo elevado e só tira esse tipo de carta quem exerce atividade remunerada ou empresa que possui veículo articulado”.

De acordo com o Sindicato, na capital não há muita demanda, sendo que somente 20% habilitam motoristas na categoria D e não atinge nem 5 % o número de autoescolas para carteira na categoria E.

O interessado deverá passar por exame médico e psicoténico, 15 aulas de direção a uma prova prática; não é necessário fazer prova teórica, uma vez que já passou por esse processo anteriormente.
O preço médio cobrado pelos Centros de Formação de Condutores deverá ser verificado com as empresas. Os preços praticados pelo Detran.SP são:

Taxa do exame médico: R$ 60,85;
Taxa do exame psicotécnico: R$ 70,99;
Aulas no CFC prático: consultar o CFC;
Taxa de exames teórico e prático: R$ 50,71;
Taxa de emissão da CNH: R$ 30,43;
Custo de envio por meio dos Correios: R$ 11,00.

O custo de mudança de categoria entre C e D é em torno de R$900,00, incluindo as aulas práticas. Para a categoria E, a média é de R$1.200,00, também incluindo as aulas práticas.

Caso o candidato seja reprovado em qualquer um dos exames, será necessário pagar nova taxa para este exame.

Para o presidente do Sindicato das Auto Moto Escolas e Centro de Formação de Condutores no Estado de São Paulo, José Guedes Pereira a legislação deve mudar. “Deve ser igual na Europa, que simplesmente adiciona a categoria. Se tem de carro e quer de caminhão é só incluir. No Brasil, ou é uma ou outra”, finaliza.

Publicado em 12/01/2012 por Evelyn Haas da Redação do Portal
no site: http://www.brasilcaminhoneiro.com.br

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Trânsito e Celular: não faça essa combinação!

Ninguém tem dúvida de que o telefone celular surgiu para facilitar a vida. Mas, é preciso muita atenção quando se usa esse aparelho. Principalmente se o falante está dirigindo. Mesmo que seja num trânsito calmo. Lembre-se: para provocar um acidente, basta um segundo de distração. A conversa ao telefone no trânsito pode ser tão fatal quanto a mistura álcool e trânsito.
Você sabia que no o Pará, no período de janeiro a julho do ano passado foram registradas 3.691 infrações de trânsito cometidas com o uso do celular? Pois é. Se não sabia tome conhecimento de mais uma informação que causa surpresa: em 2002, no mesmo período, esse número subiu para 8.404 representando um percentual de 127,82%. Você pode colaborar para que essas estatísticas de infração não tornem a se multiplicar.
O artigo 252 do Código veda o uso do celular enquanto o condutor dirige. A multa para quem infrigir a legislação é de R$ 85,13, pois esse tipo de infração é considerada média e o motorista perderá quatro pontos na carteira.


VIVA-VOZ

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) entende que apesar do Código de Trânsito Brasileiro não fazer nenhuma referência ao uso do viva-voz, usar esse equipamento enquanto se dirige é tão perigoso quanto o próprio aparelho celular porque também tira a atenção do motorista. O Denatran tem o apoio da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e de todos os Detrans do Brasil que defendem a idéia de que a atenção, elemento que compõe a estrutura cognitiva do condutor defensivo, é o fator mais importante no processamento das informações que são captadas pela visão, quando da direção veicular.

EDUCAÇÃO

A olho nu você deve perceber, em algumas vias da cidade, que muitos motoristas ainda não estão conscientes dos riscos que oferecem a si e aos outros, quando procuram fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Mas saiba que o Detran está empenhado em chamar a atenção e fazer com que o próprio motorista tenha consciência dos riscos que corre ao dirigir e falar ao telefone simultaneamante. Seguindo a orientação do Departamento Nacional de Trânsito, o Detran vem colocando em prática, através do Pacto pela Vida no Trânsito, ações educativas que abordam o uso do celular no trânsito.

Espalhe essas informações para os seus amigos, vizinhos e parentes e contribua para que cada vez mais um número maior de motoristas tomem consciência dos perigos de dirigir e falar ao mesmo tempo ao telefone.


LEMBRE-SE: NO TRÂNSITO, CELULAR NEM PENSAR! SEJA UM MOTORISTA CONSCIENTE. DICAS PARA O BOM MOTORISTA
Veja como você pode incorporar alguns atos importantes em relação ao celular

-Sempre que for dirigir, de preferência deixe o seu telefone fora da área de serviço
-Se você preferir manter o telefone ligado, saia da rodovia se for necessário discar ou completar uma conversação
-Caso não possa sair da rodovia de maneira segura, permaneça na pista de tráfego lento até que consiga sair com segurança para atender ao telefone
-Lembre que o Código de Trânsito proíbe que o motorista dirija com apenas uma das mãos. O melhor é deixar que a caixa postal atenda as ligações, checando e retornando as mensagens quando estiver em local apropriado
-Faça o uso correto do telefone celular e usufrua da segurança, comodidade, produtividade que podem até salvar vidas. Basta saber usar.

Publicado no site Detran - Pará: http://www.detran.pa.gov.br/index.php?pagina=menu/educacao/campanha/celular.php

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Os perigos da privação de sono para o motorista de caminhão

Pesquisas indicam que sentir sono no volante é tão perigoso quanto dirigir alcoolizado. Para atenuar este grave problema e contribuir com a segurança rodoviária, a Volvo está investindo em projetos e tecnologias que auxiliam os motoristas a ficarem acordados, alertas e no controle.

Um final de noite, o cansaço, a monotonia de uma estrada ampla e longa. Existem muitas razões para um motorista ficar sonolento ao volante. Independentemente da causa, as consequências podem ser devastadoras. A proporção de acidentes causados pelo cansaço dos condutores varia de um estudo para outro, mas normalmente gira entre 15% e 60%. As pesquisas também mostram que este tipo de acidente é muitas vezes mais grave do que as colisões causadas por outros fatores, já que os tempos de reação são retardados.

"Está comprovado que dirigir cansado é tão perigoso quanto dirigir com álcool no sangue", diz Torbjörn Åkerstedt, pesquisador do sono e professor do Karolinska Institutet e da Universidade de Estocolmo, na Suécia, país sede mundial do Grupo Volvo.

Em seus estudos, o professor Åkerstedt coloca pessoas cansadas em um simulador de condução de veículo para estudar como elas reagem ao volante. Muitos dos participantes do teste, após sentirem os primeiros sintomas clássicos de cansaço, como pálpebras pesadas e bocejos, entram no que é conhecido como um microssono, situação em que cochilam por alguns segundos, muitas vezes sem perceber.

Para manter a atenção do motorista e alertá-lo sobre a necessidade de parar para descansar, a Volvo Trucks desenvolveu o Detector de Atenção (DAS), um sistema baseado em sensores que detectam quando o condutor está saindo do curso normal, mudando a direção do veículo. Se o motorista mostra sintomas de cansaço, tais como a condução errática ou irregular, o sistema envia um aviso sonoro e um sinal visual.

Prevenção

“O sistema é invisível caso se esteja dirigindo bem", explica Peter Kronberg, que liderou o desenvolvimento técnico dos DAS para os caminhões Volvo. "Não é algo que irá exigir sua atenção ou distraí-lo desnecessariamente enquanto estiver na estrada. Quando o sistema faz o alerta, é por uma razão muito boa. É para avisá-lo que é um perigo na estrada e que está na hora de você fazer algo a respeito".

A capacidade de condução é afetada de várias maneiras, além das consequências óbvias de cair realmente no sono. "Você raciocina mais lentamente, demora mais para se lembrar das coisas, tem mais dificuldade para aprender coisas novas e responde mais lentamente a estímulos simples", diz Åkerstedt. "As investigações também mostraram que se perde o controle sobre as emoções. Ser emocionalmente instável não é uma característica positiva quando se está atrás do volante, pois prejudica o seu julgamento”, relata o professor.

Motoristas em foco

Um estudo do Comitê Sueco de Segurança do Transporte revelou que 52% dos acidentes envolvendo caminhões pesados estavam relacionados à fadiga, e que, em quase 18% dos casos, o motorista admitiu ter adormecido. Uma pesquisa sobre fadiga realizada em 2009 pela Rede Europeia de Segurança (European SafetyNet Fatigue) revelou que 60% dos condutores de veículos pesados pesquisados tiveram momentos de sonolência ao volante.

Já um estudo finlandês revelou que motoristas de caminhão têm menos probabilidade de adormecer ao volante que outros motoristas, além de estarem envolvidos em menos acidentes por quilômetro percorrido. Porém, devido a grande quantidade de tempo que passam dirigindo, eles são um grupo importante para ser examinado.

O motorista de longo curso dorme, em média, 4,6 noites por semana na cabine do caminhão, segundo pesquisas realizadas pela Volvo Trucks. E quando a empresa pediu para os 2.200 motoristas que participaram da pesquisa priorizar quinze parâmetros diferentes na cabine, no topo da lista apareceu descanso e conforto para dormir.

"Um bom ambiente para o motorista é uma das marcas registradas da Volvo e diz muito sobre um dos nossos valores fundamentais: a segurança", explica Carl Johan Almqvist, diretor de Tráfego e Segurança de Produto da Volvo Trucks. "Um ambiente mal projetado resulta numa menor segurança na estrada, mas um motorista cansado porque dormiu mal é, na verdade, ainda pior”, observa.

Para que o motorista durma melhor e se mantenha mais atento ao volante no dia seguinte, a Volvo redesenhou toda a área de beliche das cabines de seus caminhões. As camas são ajustáveis e há opções de colchões com diferentes tipos de revestimento e de maciez e firmeza para atender as preferências individuais.

A ciência do sono

•O corpo humano tem um ritmo biológico natural que faz com que queira dormir durante a noite. Como resultado, a qualidade do sono é pior quando você dorme durante o dia.

•O cansaço é maior entre às 4h e 6h da manhã.

•Cansaço excessivo durante o dia pode decorrer de exaustão frequente, devido ao trabalho por turnos ou ao sono insuficiente.

•Consulte um médico caso suspeite que existam causas patológicas para sua sonolência diurna.

•Estudos demonstram que é possível armazenar o sono. Obter um bom descanso antes de partir para uma longa viagem é uma boa ideia.

•Um condutor cansado reage mais lentamente e leva mais tempo para detectar perigos que se aproximam, como obras nas estradas e passagens de nível.

• O cansaço prejudica tanto a sua capacidade de processar informação, como a sua função de memória de curto prazo.

Fonte: Volvo

Publicado em 03/01/2012 no portal Logweb, link: http://www.logweb.com.br

domingo, 8 de janeiro de 2012

Projeto amplia exigências para quem vai dirigir carros de 300 ou mais cavalos

Motoristas seriam obrigados a ter carteira de habilitação do tipo C, exigida para condutores de veículos de carga.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2332/11, que prevê a carteira de habilitação do tipo C (exigida para condutores de veículos de carga) para que uma pessoa possa dirigir veículos com potência acima de 300 cavalos. Essa potência é restrita, em geral, a carros de luxo, como o Chevrolet Camaro e alguns modelos de Porshe e Ferrari.

“Veículos com 300 ou mais cavalos são, para um motorista ousado e entusiasmado, inclusive os que dirigem sob a influência do álcool, um convite ao teste de suas capacidades e ao excesso de velocidade, com consequente descontrole do condutor no trânsito e acréscimo das possibilidades de ocorrências de acidentes fatais”, afirma o autor do projeto, deputado Paulo Foletto (PSB-ES). Um carro de motor 1.0 possui por volta de 65 a 75 cavalos de potência.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), os interessados em tirar carteira do tipo C, para direção de veículos de carga com peso maior que 3,5 toneladas, deverão estar habilitados há pelo menos um ano na categoria B e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias, durante os 12 meses anteriores.

A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias.

Publicado em 02/01/2012 por Intelog, link: http://www.intelog.net/site/

Reglas de conducir en Argentina

En Argentina se da que el conducir bien es un tema de vida o muerte, ya que este país tiene uno de los niveles más grandes de accidentes de transito del mundo. Todos sabemos que el conducir significa mucha responsabilidad al volante, pero muchos en Argentina no parecen saberlo, ya que cuando están manejando piensan que se encuentran en un circuito de carreras.
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Pero claro, para que cada uno de ellos se tome en serio el tema de conducir responsablemente, se tienen que acatar las reglas de transito, sino nunca se van a poder parar la gran cantidad de muertes que hay en el país.
A continuación podrán leer las reglas más importantes que se deben tener en cuenta en Argentina para poder circular conscientemente.
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  • No tomar bebidas alcohólicas si tiene que conducir (el más importante, ya impediría casi la mayoría de los accidentes).
  • Evitar distracciones durante la conducción (celulares, radios, etc.).
  • Circular por debajo del límite de velocidad.
  • Tener bien en claro y cumplir todas las normas de tráfico.
  • Encender las luces al circular.
  • Mantener el vehículo en perfectas condiciones.
  • Dar prioridad a las bicicletas en el tráfico.
  • Los niños deben estar bien sujetos al asiento trasero del automóvil.
  • Los peatones siempre son la prioridad.
Los trámites y los papeles que se deben hacer para tener el coche al día.
  • Deben tener la cédula de identificación (cédula verde).
  • La cédula de identificación para autorizado a conducir (cédula azul).
  • La constancia de la titularidad.
  • Licencia de conductor en vigencia.
  • Comprobante del seguro del automotor al día.
  • Constancia de pago de las tres últimas patentes.
  • Constancia de la Verificación Técnica Vehicular (VTV)
  • Los formularios (del tipo 02 al tipo 12)
  • Documento Nacional de Identidad (DNI).
Publicado por Adrian Baer em http://espaciocoches.com/2009/03/reglas-de-conducir-en-argentina.html

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Las 12 reglas imprescindibles para cualquier conductor

1) Seguridad. El cinturón siempre abrochado y, si vas en moto, el casco siempre puesto. Y bien colocado, pues de lo contrario puede perder eficacia.
2) Distancia. Guarda siempre una buena distancia de seguridad para poder reaccionar a tiempo en caso de imprevistos.
3) No corras. Respeta la velocidad.
4) Si dudas, no lo hagas. Ante la duda, NUNCA hagas ninguna maniobra que pienses que puede resultar peligrosa.
5) Descansa. Cuando estés cansado o tengas sueño, NO SIGAS conduciendo. En cuanto notes los síntomas, busca un lugar donde descansar, estirar las piernas, beber agua...
6) Nada de estimulantes. Evita el alcohol. Y las drogas. Lo único que puede traer son problemas. También para los que viajan contigo
7) No te enfades. La agresividad al volante es un gran enemigo. ¡Evítala! Al conductir, a veces canalizamos situaciones de estrés erróneamente.
8)Sin llamadas. Lleva el móvil apagado o conectado a un sistema de manos libres. Aunque recuerda que, al hablar, siempre se pierde algo de concentración.
9) A dos manos. Coge el volante con las dos manos, sobre todo si el tiempo es desfavorable.
10) Vigila a los demás. Ten cuidado con las maniobras de los demás, sean reglamentarias o no: si una señal prohíbe adelantar, no quiere decir que alguien no lo vaya a hacer.
11) Ponte cómodo. Concuce de forma cómoda: ponte a medida el retrovisor, asiento, volante, la temperatura. Lleva ropa holgada.
12) Conoce tus posibilidades. Ponte límites como conductor: si eres de 7 sobre10, intenta conducir sin llegar a ese nivel, a tu límite.

* Consejos extraídos del abecedario del conductor del libro Cómo evitar un accidente de tráfico,
   de Miquel Bort.
Publicado em 05/01/2012 por http://www.adn.es/ciudadanos/20080522/NWS-2101-consejos-imprescindibles-conductor-carretera-seguridad.html

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

INSS vai monitorar acidentes para processar motoristas infratores

O INSS vai firmar até fevereiro um convênio com a Seguradora Líder, responsável pelo seguro obrigatório de automóveis (DPVAT), para ter acesso a informações sobre acidentes de trânsito em todo o País.
A meta é monitorar casos em que existam motoristas infratores e seja possível processar o responsável por mortes ou invalidez para, assim, ressarcir os cofres públicos que pagam pensões ou auxílios em consequência desses atos.
A iniciativa é um desdobramento da primeira ação regressiva do INSS contra um motorista, anunciada em novembro. O caso específico envolve um motorista do Distrito Federal que estava embriagado e dirigia perigosamente quando causou a morte de cinco pessoas. Ele é chamado a repor mais de R$ 90 mil à Previdência Social. Esse motorista, porém, ainda não foi notificado do processo.
Segundo Alessandro Stefanutto, procurador-chefe do INSS, a intenção da Previdência Social não é arrecadar mais com as ações. “Nosso interesse maior é didático. Quando a pessoa for beber e dirigir, ela vai pensar mais no que pode acarretar, como um processo com perda financeira que pode ter.”
Não haverá "caça às bruxas"
O governo estima um custo anual de R$ 8 bilhões ao INSS no pagamento de pensões e auxílios decorrentes de acidentes no trânsito. Mas a Procuradoria da Previdência destaca, porém, que nem todos os acidentes têm um “culpado” e que não haverá “caça às bruxas”, ou seja, só será processado o envolvido se houver indícios e denúncias relevantes de imprudência no trânsito – e, claro, se disso decorrer o pagamento de pensão ou auxílio pelo INSS.
Mesmo que o infrator não tenha recursos suficientes para compensar o INSS por suas ações, o governo pode causar constrangimento a essa pessoa, explica Stefanutto, como incluí-la nos cadastros de devedores. “Podemos até conseguir, na Justiça, receber diretamente da sua fonte de renda, para que seja lembrado todos os meses sobre o ocorrido e sobre o que causou.”

Publicado em 04/01/2011 por Correio do Estado - link: http://www.correiodoestado.com.br/noticias